A população indígena residente em Santa Catarina chegou a 21.541 pessoas, conforme indicam novos dados do Censo 2022 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta segunda-feira (6). Houve aumento de 18,2% em relação ao recenseamento anterior, de 2010, mas em menor ritmo se comparado à população geral do Estado e também ao número de indígenas em todo o país.
Os originários, representados pelos povos Kaingang, Xokleng e Guarani, estão em 228 dos 295 municípios do Estado. O maior número de indígenas está no município de Ipuaçu, no Oeste do Estado, em um total de 4.034. Lá se localiza a maior terra indígena do sul do Brasil, Xapecozinho, que abrange também o município de Entre-Rios, quase na totalidade ocupada por Kaingang e algumas famílias Guarani.
De acordo com o Censo, o segundo município catarinense com mais indígenas é Chapecó, com 2.535, sendo que 1.865 em terra indígena, e 670 sem indicar moradia em territórios. O município de José Boiteux, no Vale do Itajaí, e onde se situa a TI Laklãnõ Xokleng, tem 1.434 indígenas, sendo que 1.296 se identificaram com moradores.
Eram especialmente os índios Xokleng que habitavam a região de Lages quando Correia Pinto aqui chegou. Foi por causa deles que Correia Pinto criou o tanque, para as mulheres lavarem as roupas protegidas dos ataques dos mesmos.
Em síntese estão se extinguindo gradativamente, este número é muito pequeno para uma população que no passado eram milhares, esse 18 por cento não representa nada.
E se fosse perdendo 18 por cento, o contrario, o que seria então?
o conceito é o mesmo, não muda nada, o que importa são as vidas humanas, qualquer que seja a etnia, cor, etc. que se percam vidas importa.