Jorginho diz que a fila de cirurgias não zerou porque a saúde pública em SC estava podre

governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL) diz que a fila de cirurgias eletivas deveria durar no máximo 90 dias. Segundo Mello, a promessa de campanha, de zerar a fila de cirurgias eletivas até agosto, não foi cumprida por conta do estado em que estava a saúde pública de Santa Catarina.

“A fila não zerou porque a saúde pública em Santa Catarina estava podre, e não sabíamos que estava tão podre assim”, conta o governador. No entanto, o gestor disse ainda que as cirurgias oncológicas, de cateterismo infantil e ortopédicas foram zeradas.

“Agravaram muito os casos de dengue que foram todos para os hospitais, além de bronquiolite e uma avalanche aos serviços. Não é justificativa, nossa intenção era zerar. A fila nunca vai terminar, há pessoas que desistem, já fizeram particular, já faleceram. Precisamos organizar a fila, fazer um sistema novo, havia nomes duplicados e outros erros”, disse.

O governador declarou ainda que a saúde pública de Santa Catarina estava doente, e que haverá reformas.

“Já retiramos portas podres, janelas, os hospitais estavam em um desleixo de muito tempo. O hospital de São Paulo de Xanxerê é especializado em cirurgias de coração e nós o contratamos. Assim, as pessoas não precisam mais vir para Florianópolis para fazer o procedimento”, explica.

As reformas já começaram no hospital Governador Celso Ramos e na maternidade Carmela Dutra, ambos em Florianópolis. Segundo o governador, os hospitais estaduais contarão com novas recepções e espaços adequados para quem espera por atendimento.

Mello disse ainda que sua gestão está dando soluções e fazendo reconstrução da saúde pública no Estado.

4 comentários em “Jorginho diz que a fila de cirurgias não zerou porque a saúde pública em SC estava podre”

  1. As cirurgias eletivas não acabaram por pura falta de competência, agora a desculpa é de quem saiu há sete meses. A fila das cirurgias eletivas está muito longe de serem zeradas, é só perguntarem para os hospitais parceiros, que sequer estão recebendo pelos serviços.

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  2. As demandas são sempre crescentes e nunca terão um fim, o Estado tem que se aparelhar para dar continuidade aos serviços principais e acompanhar estas demandas que são flutuantes.

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