15 comentários em “Prefeitura descontou na folha dos professores grevistas o dia de paralisação”

  1. Infelizmente, nós trabalhadoras(es) temos de estar cientes que desde 2016 o STF entende que pode ser descontado desde o primeiro dia em caso de greves e paralisações. A luta sindical está bem mais difícil nesse sentido, mas é preciso que trabalhadoras(es) continuem fortes e dispostos a fazer pequenos sacrifícios para alcançar seus direitos.

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  2. Nada mais do que justo. É descontar mesmo. Aliás, que tal o SIMPROEL fazer mobilização pra aumentar o salário das auxiliares de classe? Porque se não fossem elas, às crianças ficariam o ano todo de férias tamanha a quantidade de professores com atestado. Alguns alegam “doença”, mas as fotos no Facebook e Instagram na festa do Pinhão, no sítio, nas cervejarias mostram ao contrário.
    É descontar e acabou. Chega dessa história.
    E se não gostou, peça pra sair e dê lugar pra outro que realmente quer trabalhar.

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    • Isso precisa ser feito de fato, o SIMPROEL é o sindicato do Sindicato Municipal dos PROFISSIONAIS em Educação de Lages, logo, todas as demandas trabalhistas, de todos os trabalhadores da educação, devem ser acolhidas e defendidas pelo sindicato.

      Por outro lado, as denuncias de professores que estão usando atestados indevidamente devem ser encaminhados a ouvidoria e ao DRH, se tem uma coisa que precisa ser combatido é a má fé de servidores públicos, que devem ser exemplo em sua atuação para os demais não ficarem com a imagem manchada.

      Infelizmente como disse, os descontos por paralização são uma realidade desde 2016 graças a interpretação do STF, mas isso não significa que seja algo bom, é um ataque a classe trabalhadora…mas é a realidade como está, não dá para esperar algo diferente agora :/

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      • Marcos, acho que esse tipo de argumento apenas jogará os demais profissionais da educação contra os professores. O que trabalhadores precisam é de unidade, não de divisão…

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  3. A verdade precisa ser dita, não adianta só quererem salário, precisam corresponder aos indicadores. O IDEB de Lages é uma vergonha. Existem professoras da educação infantil que vivem de atestado. As auxiliares de sala, ganham R$ 500,00 para fazer o trabalho de algumas profissionais, que se quer, querem fazer a troca das crianças. Não são todas, obviamente, mas precisamos jogar limpo com a sociedade. A prefeitura precisa dar condições de trabalho e formação, mas não esqueçamos, que até pouco tempo, os professores do município tinham licença 40h para cursar mestrado e doutorado, com remuneração de 100% dos vencimentos. Não adianta só cobrar, tem que corresponder. A presidente do sindicato dos professores, tem que criar vergonha na cara e ser coerente, subiu para cabeça. Tem que fazer uma reflexão com os professores, sobre seu real desempenho em sala de aula. É fato que a Secretária Municipal, é uma incompetente de marca maior, e só consegue ser, porque sua oposição é ridícula. Imagine uma oposição educacional, que fala e escreve errado frequentemente nas mídias? e se diz professora! Outro ponto, menos “grito” ninguém é surdo. Isso pega mal para profissionais da educação. Pega mal também, porque até pouco tempo, eram todas da mesmo lado e por questões políticas “brigaram”. Cumpre ainda esclarecer sobre o total descaso da educação, que é fruto do mesmo grupo que aí está. Precisamos de mudanças e de um olhar técnico, justo e com coerência a frente da pasta mais importante do município. Apito, grito, faixas, não irão resolver os problemas educacionais. Assim como mentir e perseguir os diretores que não estendem tapete vermelho para secretária, não resolve também. A educação de Lages, está sendo levada a ZERO!

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    • Não fale besteiras. Para se tornar um professor precisa de concurso meo que temporario. Ou seja conhecem e bem o que é Ideb, mania de quem nao sabe nem o que é ser professor , cuidando do filhos dos outros se meter com mimimi. Querem que os professores trabalhem de graça e eduquem os filhos mal educados . Professor é para ensinar , pais são para educarem seus filhos em casa

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  4. Gostaria de saber quantos de vocês conhecem a realidade das escolas municipais, para colocar a conta do IDEB na conta apenas dos professores. Acho justo a mobilização dos professores, afinal é direito. Nada mais que o direito. Além disso, professor valorizado trabalhará com mais entusiasmo e penso que isso irá contribuir para o IDEB, tão criticado nas falas. Não sou Lageado e moro aqui faz pouco tempo. Primeira vez que vejo pessoas se manifestarem contra a educação. Engraçado, que estes que criticam a manifestação dos professores e que apoiam o desconto do dia de paralisação não criticam o prefeito receber 30 dias de salario/mês sem desconto de 1 dia, mesmo estando preso. Assim fica fácil de entender o IDEB de Lages.

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    • Pois é, toda vez que os professores iniciam uma luta legitima a galera vem com esse papinho do IDEB, mas esquecem disso o resto do tempo. Tem muita coisa que a gestão municipal precisa fazer para resolver nosso problema com o IDEB, incluindo questões sociais, de saúde, de segurança nutricional, enfim, não se trata da boa vontade de professor pra resolver, se trata de política pública.

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      • Como se os professores com salário baixo fosse melhorar o IDEB.

        Na verdade o reflexo disso já está acontecendo,ninguem quer mais se professor principalmente na rede particular.

        Todo o começo de ano,falta professores.E com esse tipo de discurso só tende a piorar.

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  5. Greve legítima, outros locais ou cidades fazem acordos para compensar as horas. A administração de Polese está como terra arrasada, não em mais solução. Pede para sair.

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