Os percentuais de domicílios catarinenses que receberam rendimentos provenientes de programas sociais, como Bolsa Família/Auxílio Brasil e o Benefício Assistencial à Pessoa com Deficiência (BPCLOAS) continuaram sendo os menores entre as Unidades da Federação em 2022. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua.
De acordo com os dados, por exemplo, o percentual de domicílios catarinenses em que alguém recebeu rendimentos do programa Bolsa Família foi de 3,7%, bem abaixo da proporção nacional, de 16,9%. Segundo o IBGE, as maiores proporções de domicílios em que alguém recebeu o benefício foram no Maranhão (40,7%) e Piauí (40,3%).
Para o governador Jorginho Mello, a prosperidade de negócios com abertura de empresas e disponibilidade de vagas de trabalho contribuem para esses dados. “A liberdade econômica em nosso Estado permite um ambiente de negócios favorável, com uma maior segurança jurídica e, consequentemente, geração de empregos. E vamos continuar trabalhando para criar novas oportunidades aos catarinenses. O objetivo principal é melhorar a vida das pessoas, por meio da elevação do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)”, enfatiza.
Legal, agora peguemos os dados por região do estado e veremos uns abismos bem feios…
Com certeza os bolsonarianos e fascistas de carteirinha irão profetizar, nosso Estado é rico ninguém precisa de bolsa família. Parece que todos moram em Balneário Camboriú, Exatamente isso Ruan, não querem mostrar os abismo de pobreza como a serra catarinense e outros locais de Santa Catarina. Pobre Jorginho, lê a cartilha bolsonariana e fica sonhando em paraísos na terra. Ou o Estado não tem pobres ou não fazem cadastros.