Estabelecimentos não estão recebendo o vale alimentação da prefeitura

Servidores municipais estão reclamando porque os estabelecimentos comerciais de Lages não estão aceitando o Vale Alimentação.

Segundo o que o secretário da Administração, Antônio Arruda, explicou recentemente, isso ocorre porque a empresa que venceu a licitação para o fornecimento do vale está inadimplente com as empresas. Não pagou os estabelecimentos pelos vales utilizados e agora, os mesmos não querem mais receber.

Arruda lembra que, anteriormente, quando a própria prefeitura fornecia o vale isso nunca aconteceu, mas foi exigência do Ministério Público a licitação para a contratação da empresa fornecedora do vale.

E, quando licitado, a prefeitura não pode simplesmente romper o contrato. Há todo um processo para isso!

13 comentários em “Estabelecimentos não estão recebendo o vale alimentação da prefeitura”

  1. Sim, eu junto o dois mês para pode comprar um pouquinho melhor, e chegou no dia os melhores supermercado não estava aceitando, tive que fazer em um mercado, mais caro e colocar, mais 400 reais para completar as compras, isso não seria necessário se tivesse comprado nos supermercados mais barato.

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  2. Olivete, encaminhei uma sugestão para o vereador Jair Júnior, lembrando da forma transparente com que ele preencheu os cargos de assessoria do gabinete na Câmara Municipal.

    A Secretaria Municipal de Desenvolvimento tem o “Banco do Emprego” que, me parece, tem as formas de seleção sujeitas ao crivo do Ministério Público.

    O “secretário” da cogitada pasta apregoa “geração de empregos” como “mote” de sua “gestão”.

    Empregos em empresas particulares geradas pela iniciativa privada e sem a participação do poder público.

    O referido “secretário”, por sua vez, desde o ano de 2013, quando “habitava” o gabinete do prefeito municipal, só tem se revezado em ocupação de cargos comissionados, entre a prefeitura e a câmara de vereadores. Emprego na iniciativa privada “neca de pitibiribas”

    Minha sugestão para minimizar os conflitos gerados pela criação de tantas vagas para comissionados é de colocadas para preenchimento no “Banco do Emprego”, para que todos os largamos possam habilitar-se a elas e serem contratados por critérios técnicos e sob a supervisão do Ministerio Público.

    Tudo democraticamente.

    Boa ideia, né

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  3. Tendo as novas vagas de comissionados disponibilizadas, o “Banco do Emprego” iria “bombar” com vencimentos de 4 mil, 6 mil, 8 mil e 10 mil.

    E com direito a “vale alimentação”.

    Diminuiria o conflito e a “prefa” faria um golaço.

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  4. Senhores, este secretario em questão é um grande marqueteiro. Certa vez aventurou-se como empresário mas não obteve sucesso em sua jornada, depois encostou-se nos mais variados cargos públicos onde perdura até hoje.

    Este banco do emprego tem algo de errado, pois oras, outro dia o aludido postou que há cada um minuto um lageano é contratado. duvi-d-ó-dó. Em relação aos comissionados, são cargos destinados ao ‘ chegados ‘ da turma, ou seja já tem dono… + Oportunidade – oportunismo + povo lageano – trilha 4×4 + ações para o povo… De resto tudo joinha.

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  5. Antes que eu me esqueça sobre a referida matéria: Isto é reflexo da belíssima administração municipal a mesma que tem por slogan de campanha: Lages levada a sério.

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  6. Essa gestão da prefeitura de Lages é muito criativa.

    Nunca é ” falha deles”, sempre é do outro.

    Dias atrás quando cortaram e derrubaram árvores do tanque, a “desculpa ou motivo”, era porque as árvores eram tóxicas!!!

    Curioso que algumas árvores estavam lá há mais de 40 anos e nunca vi ou ouvi um lageano que foi para UPA porque ficou “entoxicado” ou envenenado por ficar sentado abaixo de uma árvore do tanque.

    Perceberam que o mercado público ainda não tem restaurantes??

    Pois é…. Ouvi de um empresário do ramo de comidas da cidade, quando foi sondar os “notáveis gestores”da prefeitura de Lages, como cozinhar no mercado público se não tem tubulação de gás e coifas….

    A resposta foi criativa também…

    Disseram que não é possível ter gás para cozinhar no mercado público, não é permitido por questões de alvará de bombeiro, que o não podiam modificar o patrimônio histórico já antes não tinha restaurante lá, mas o empresário poderia alugar um outro imóvel imediações do mercado público e colocar uma cozinha. Problema resolvido..

    Parabéns prefeito, vereadores, e secretários!! Não estão dando a mínima se os servidores municipais deixarem de por comida na mesa porque o vale não é aceito!!

    Sim, leitor!! Eles são criativos!! Estão falando aos servidores municipais: ” se virem! Arranjem um jeito até a situação ser regularizada”

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  7. Paulo Viera.

    Lá, a “Dilma” quebrou uma Loja de “1,99”, antes de ir pro Poder Público; e, aqui, o “Dilmo” quebrou um Posto de Combustíveis, antes de ir pro Poder Público

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  8. Esse Samuel Nercolini pelo jeito tem uma paixão pelo Ministério Público, engraçado que este mesmo Ministério Público foi quem interferiu na questão dos vales refeição e deu toda esse problema que está aí. Cobrem deles

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  9. TRADUZINDO!
    o secretario cagou para os funcionários públicos !.
    quebra de contrato é sim motivo legal e plausível para a extinção do vinculo, uma vez que uma das partes não executou nem em 20% o contratado na questão de haver possibilidade de utilização !

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