Segundo o presidente da Associação Rural de Lages, Márcio Pamplona, informou essa semana que novamente os produtores da Coxilha Rica foram surpreendidos com a ação dos fiscais do Ibama:
Nós fomos surpreendidos nessa semana com mais uma ação do Ibama contra os produtores da nossa região, com a mesma fundamentação de três anos e meio atrás. Processos que foram arquivados em dezembro do ano passado. Eles vieram com a mesma motivação, com os mesmos embasamentos fazendo notificações, embargando áreas de uma forma totalmente ilegal tendo em vista que nós temos o nosso código florestal aqui no estado. Todos os produtores notificados respeitam o código florestal nacional, o código ambiental do estado. E eles vem embasados na Lei da Mata Atlântica. Que considera todo o nosso estado Mata Atlântica e que tudo é intocável. Nós não podemos fazer nada, não podemos fazer agricultura, não podemos fazer melhoramento de campo nativo, não podemos fazer plantio de floresta todas as atividades primárias da região e também do estado, porque todo o estado está localizado na região da Mata Atlântica todo o estado está inviabilizado ou ilegal conforme o entendimento do Ibama nacional.
Na terça e quarta-feira (05 e 06), agentes do instituto notificaram diversos proprietários de lavouras da Coxilha Rica baseados na Lei da Mata Atlântica, em relação a supressão da mata nativa para o plantio de lavoura. Mesma operação ocorrida em 2018 cujas notificações foram, posteriormente, anuladas.
Segundo os produtores, mesmo respeitando o Código Florestal Estadual e Federal, foram notificados e estão proibidos de mexer nas lavouras.
Houve produtores que tiveram suas lavouras embargadas _ em período de colheita -e receberam notificação em valores que superar os R$ 250 mil. Curiosamente os produtores que estão sendo notificados (em torno de 30) são os mesmos já atingidos pela operação anterior.

O país está em uma balbúrdia em todos os setores, muitos semideuses, alguns do ministério público , alguns do judiciário, alguns do executivo, alguns da área policial, alguns da área da fiscalização e etc, parece que a vontade dd certos semideuses é só uma, a de ferrar as pessoas a qualquer custo.
Chamem o bozo… Na Amazônia, eles pintam e bordam. Até matam. Aqui, levam multas.. Elegeram um rei, rei do gado…
Trás prejuízos estas notificações, mas nossos produtores acreditam em vários salvadores da pátria que depois os abandonam. Em Bagé no Rio Grande, Lula financiou vários produtores locais para comprarem máquinas, há um tempo atrás estes mesmos produtores o ameaçaram com armas.
A ilegalidade leva à exaustão financeira.
A exaustão financeira leva à venda e/ou desapropriação das referidas áreas.
Quando as áreas estiverem em propriedade das pessoas que eles querem, a ilegalidade cessa.
É só mais um furto em andamento.
Interessante notar que somente depois de se mostrarem produtivas estas áreas despertaram o interesse não é mesmo ??!!
Tanta balbúrdia por conta de 2 ou 3 produtores, que todos sabem quem são…..
Ué esses aí. TDS são Bozo!!! Não é o Brasil acima de tudo!!!! Deixem os fiscais trabalharem!!! Quem não deve não teme!!!!
Sabe esses produtores rurais? São eles que colocam comida nas nossas mesas! Quanta hipocrisia!
Exatamente! O Agro é que mantém esse país em pé. Se não fosse o Agro, o Brasil já tinha entrado em “concordata”. Não sou a favor do desmatamento e nem que prejudiquem o meio ambiente, mas uma coisa é o corte ilegal de árvores para fins comerciais e outra coisa é derrubar para fazer LAVOURAS. Afinal as estatísticas apontam que em cada 10 brasileiros de 3 a 4 passam fome.