Bolsonoristas agora têm um espaço em Lages

Ontem, dia 30 de abril, às 16h aconteceu a inauguração da Casa do Conservador de Santa Catarina, em Lages. Sendo uma das primeiras do Brasil e a primeira do sul do país. Fica na Rua Amazonas, esquina com a rua Piauí.

Segundo seus organizadores bolsonoristas, a “Casa do Conservador de Santa Catarina terá uma agenda constante, atendendo grupos da sociedade civil organizada, grupos de direita de Lages, da serra catarinense, Santa Catarina e do Brasil. Será um lugar físico e digital onde pessoas cristãs, de direita e conservadoras irão se organizar e mobilizar, e farão da Casa o lar da família verde amarela.”

 

34 comentários em “Bolsonoristas agora têm um espaço em Lages”

  1. A fome voltou, gente pedindo nas ruas, isso não tinha mais.
    E eles se dizem cristãos.
    Gostaria de saber o que Cristo diria sobre…
    Sobre a família, alguém é contra a família?
    Não conheço ninguém que seja.

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  2. Voltamos aos anos 60/62, Deus Familia e Propriedade, estamos regredindo, onde foi que erramos nas ultimas decadas, muito triste, fome, desemprego, moradia, saude, educação, etc…tudo em falta e ficam tentando se mostrar como salvadores da pátria, coitada de nossa PATRIA.

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  3. Gás aumento previsto de 19.60%
    Gasolina terá novo aumento .
    Óleo de soja há local que custa 15,00.
    Cesta básica , quase tendo nova denominação no mercado : Cesta luxo .
    Luxo ter arroz , feijão , óleo , massa por preço acessível .
    E não venham dizer que é culpa do roubo de governos anteriores , culpa STF , culpa da pandemia , culpa da alta do dólar .
    Pq pra mim isso tem responsável e é o comandante dessa nação .
    Quem for contrário do que escrevi , desde já digo que respeito porém discordo .

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  4. Parabéns pela iniciativa

    Deus abençoe grandemente esta casa

    Com toda a certeza a grande maioria do Brasil é conservadora

    Só estava acomodada e desunida

    Após o impechmant da Dilma os conservadores acordaram

    Hoje já são milhares de grupos nas redes sociais

    Brasil acima de tudo

    Deus acima de todos

    Um forte abraço

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  5. Referente a inflação e aumento dos combustíveis segue notícia do “Consórcio das empresas jornalísticas”.

    https://www.google.com/amp/s/jornaldebrasilia.com.br/noticias/economia/inflacao-mais-persistente-assombra-o-brasil-e-o-mundo/amp/

    A economia global está sob pressão. Nesta semana, o Fundo Monetário Internacional (FMI) publicou uma série de estatísticas que indicam um cenário turvo para o mundo todo – e a aceleração da inflação é uma das principais responsáveis por esse panorama. Além de reduzir a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) global para este ano de 4,4% para 3,6%, o FMI também disse projetar que a inflação “se mantenha elevada por mais tempo do que previa anteriormente” tanto nos países emergentes quanto nos desenvolvidos.
    Em janeiro, o Fundo estimava que a alta dos preços neste ano ficaria em 3,9% nas economias avançadas e 5,9% nas emergentes. Agora, esses números passaram para 5,7% e 8,7%, respectivamente.
    Para o Brasil, o órgão estima inflação de 8,2% em 2022 e 5,1% em 2023. Para os Estados Unidos, a projeção é de 7,7% neste ano. Se confirmado, o número ficará 5,2 pontos porcentuais acima da meta da inflação. O Departamento do Trabalho americano divulgou, na semana passada, que os preços estão avançando a um ritmo que não se via há 40 anos.
    Na Europa, os números também batem recordes, principalmente devido ao aumento da energia, fornecida em grande parte pela Rússia. Na Alemanha, a inflação dos últimos 12 meses chegou a 7,3% em março, o maior patamar registrado desde a unificação do país, em 1990. O Fundo estima que a economia alemã termine o ano com inflação de 5,5%, também acima da meta de 2% da zona do euro.

    Futuro
    O documento do FMI destaca que problemas de abastecimento decorrentes da guerra na Ucrânia vão ampliar ainda mais as pressões que já vinham sendo registradas nos preços, principalmente em energia, metais e alimentos. O órgão também afirma que os gargalos de produção – que surgiram com a pandemia e são uma das causas da inflação – podem durar até 2023.
    O economista-chefe da Santander Asset, Eduardo Jarra, também já vê o próximo ano com preocupação. Antes da guerra, ele trabalhava com a hipótese de que as cadeias de produção e fornecimento se normalizariam em 2022, ano em que os Bancos Centrais (BCs) também fariam um aperto monetário, elevando os juros. Tudo isso garantiria um retorno da inflação de diferentes países para meta. “Jogamos todas essas projeções para frente. Atrasamos a normalização em um ano”, diz.
    Agora, o cenário base da Santander Asset é de inflação na meta apenas em 2024. Os riscos para que isso ocorra ainda mais tarde, no entanto, são altos, acrescenta o economista. “Tem o risco de as cadeias demorarem um pouco mais para se normalizarem e de os BCs estarem mais atrasados (no aperto monetário). Em uma escala de risco de um a cinco, o risco seria quatro”, acrescenta Jarra.
    Na visão do chefe do Centro de Estudos Monetários do Instituto Brasileiro de Economia (FGV/Ibre), José Júlio Senna, “há uma enorme dificuldade para enxergar quando a inflação vai perder o ritmo”. O economista explica que a inflação atual decorre sobretudo de fenômenos observados na pandemia: um aumento de liquidez promovido pelos governos para evitar a crise quando a quarentena foi imposta, gargalos na produção que surgiram com fechamentos abruptos de fábricas e aumento na demanda por bens, em detrimento de serviços, também durante a quarentena. “É uma inflação de pandemia, e pandemia é um evento raro. Então, não existe um protocolo e é difícil entender até onde o processo vai.”
    Senna destaca também que uma possível mudança estrutural no mercado de trabalho das economias avançadas, sobretudo na dos Estados Unidos, pode pressionar ainda mais a inflação nos próximos meses. Nesses países, observa-se falta de mão de obra desde o ano passado. Parte da população está menos disposta a trabalhar nas condições de antes da pandemia. Outra parcela se tornou autônoma.
    Houve também a redução de imigrantes devido ao fechamento de fronteiras. Esses fatores têm obrigado as empresas a pagar mais para conseguir contratar, elevando a inflação. “Quando o mercado de trabalho está pressionado, a cara da inflação fica pior e mais preocupante. E é esse o ponto em que estamos”, diz Senna.

    Recessão
    Além de prejudicar a população ao reduzir a renda disponível das pessoas, a inflação alta também preocupa porque deve levar os BCs em todo o mundo a adotar medidas para tentar controlá-la. A principal delas é aumentar a taxa de juros, dificultando a concessão de crédito na economia e, assim, reduzindo a demanda por serviços e bens.
    Economistas têm se preocupado, entretanto, com a possibilidade de os EUA terem de elevar muito a taxa de juro, o que poderia provocar uma recessão no país em 2023 ou 2024, derrubando a economia global. Esse não é o cenário mais provável por ora, segundo analistas ouvidos pelo Estadão, mas a probabilidade tem crescido.
    Em relatório do início deste mês, o Itaú Unibanco afirmou que um de seus modelos sugere probabilidade de recessão de 50% nos EUA nos próximos dois anos. Já o modelo do Fed (Federal Reserve, o BC americano) de Nova York indica risco de 30%. “O sentimento ainda é de uma economia forte neste ano e uma desaceleração em 2023, que chamamos de pouso suave. Mas há um risco (de recessão) crescente”, diz André Matcin, economista do Itaú.
    O banco projeta que, neste ano, a economia americana deverá crescer 3,2% e, em 2023, 2%. A desaceleração será puxada pelo aumento da taxa básica de juros para o patamar entre 3,75% e 4% – hoje está entre 0,25% e 0,5%.
    Jarra, da Santander Asset, também trabalha, por enquanto, com uma desaceleração gradual do PIB dos EUA como cenário base, mas frisa que o risco de recessão é “considerável”. “A inflação vindo mais alta do que imaginamos leva o Fed a uma postura mais agressiva. Aí aumenta a chance de uma aterrissagem rápida e, eventualmente, uma recessão em 2023 e 2024. Esse cenário seria de desaceleração global forte e bastante negativo para os emergentes.”
    Também a redução de imigrantes devido ao fechamento de fronteiras. Esses fatores têm obrigado as empresas a pagar mais para conseguir contratar, elevando a inflação. “Quando o mercado de trabalho está pressionado, a cara da inflação fica pior e mais preocupante. E é esse o ponto em que estamos”, diz Senna.

    Recessão
    Além de prejudicar a população ao reduzir a renda disponível das pessoas, a inflação alta também preocupa porque deve levar os BCs em todo o mundo a adotar medidas para tentar controlá-la. A principal delas é aumentar a taxa de juros, dificultando a concessão de crédito na economia e, assim, reduzindo a demanda por serviços e bens.
    Economistas têm se preocupado, entretanto, com a possibilidade de os EUA terem de elevar muito a taxa de juro, o que poderia provocar uma recessão no país em 2023 ou 2024, derrubando a economia global. Esse não é o cenário mais provável por ora, segundo analistas ouvidos pelo Estadão, mas a probabilidade tem crescido.
    Em relatório do início deste mês, o Itaú Unibanco afirmou que um de seus modelos sugere probabilidade de recessão de 50% nos EUA nos próximos dois anos. Já o modelo do Fed (Federal Reserve, o BC americano) de Nova York indica risco de 30%. “O sentimento ainda é de uma economia forte neste ano e uma desaceleração em 2023, que chamamos de pouso suave. Mas há um risco (de recessão) crescente”, diz André Matcin, economista do Itaú.
    O banco projeta que, neste ano, a economia americana deverá crescer 3,2% e, em 2023, 2%. A desaceleração será puxada pelo aumento da taxa básica de juros para o patamar entre 3,75% e 4% – hoje está entre 0,25% e 0,5%.
    Jarra, da Santander Asset, também trabalha, por enquanto, com uma desaceleração gradual do PIB dos EUA como cenário base, mas frisa que o risco de recessão é “considerável”. “A inflação vindo mais alta do que imaginamos leva o Fed a uma postura mais agressiva. Aí aumenta a chance de uma aterrissagem rápida e, eventualmente, uma recessão em 2023 e 2024. Esse cenário seria de desaceleração global forte e bastante negativo para os emergentes.”

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  6. Que triste para nossa cidade, o poder econômico ostentando, com instalação de casa para apoiadores e bajuladores do “psicopata fanfarrão”, o que este presidente fez por Santa Catarina, senão vir andar de moto e passear em propriedade do Exército Brasileiro em São Francisco do Sul. LEMBREM-SE que no Brasil tem em torno de 20 milhões de pessoas passando fome, destes, em torno de 5 milhões são crianças, todos com uma única refeição por dia.

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  7. O Xandão vai fechar… É inconstitucional… o Barroso vai barrar… brincadeiras a parte, apesar de que a ignorância se revela cada vez mais em nossa sociedade, só dou uma dica a todos aqui, Salomão só pediu sabedoria a Deus, e foi o homem mais rico da terra, pois a ignorância e a falta de discernimento, é uma escuridão sem fim.

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  8. São pessoas pobres, com cabeça de ricos… Tem carro, mas devem; tem filhos em colegios particularrs; mas estão sempre com mensaludades atrasadas; enfim, são esses que se dizem pessoas de Deus, porém, apoiam milicianos, rachadores, pessoas que apoiam o Ustra…

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  9. O Brasil ficou na mão do PT (9 dedos) 16 anos e vocês querem dizer que a culpa é do Bolsonaro. Vocês são jumentos ou preferem disfarçar achando uma desculpa para defender o bandido de 9 dedos (bandido defende bandido).
    Se o Brasil não está na miséria e no caos total é porque temos um presidente honesto e que fechou o ralo da corrupção.
    E pode ter certeza que os Cristãos ajudam muitas pessoas em estado de pobreza, a igreja (Católicos e Evangélicos) é o maior agente de restauração e de ajuda as pessoas necessitadas.
    Mas claro os ignorantes não querem saber da verdade, querem a qualquer custo (mesmo mentindo) colocar o bandido novamente no poder.
    Só tenho mais um recado. Isso jamais vai acontecer! podem voltar a chorar agora.

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  10. BEM LEMBRADO DANIEL.
    O PT TEM A MAIOR HISTORIA DE CORRUPÇÃO DO PLANETA, E AINDA TEM GENTE QUE DEFENDE ESSES LADRÕES. LEMBRANDO QUE A INFLAÇÃO ESTA NO MUNDO TODO NÃO APENAS NO BRASIL, MAS OS IGNORANTES DIZEM QUE A CULPA É DO PRESIDENTE.
    O MOLUSCO E A DILMANTA , NÃO PEGARAM PANDEMIA E GUERRA. QUE GENTE SEM MEMÓRIA.

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  11. Nossa vcs vão ganhar kkk ontem na manifestação e com a presença do Lula em SP não passava de 3 mil pessoas kkkk em compensação a do bolsonaro na av Paulista era uma multidão kkkk realmente Lula gsnha kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  12. Santa Catarina,
    O que não é divulgado é que, no ano de 2019, o governo federal arrecadou R$ 44 bilhões com impostos no Estado. Isso sem considerar as contribuições previdenciárias, que são mais de R$ 20 bilhões

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  13. A situação pouco mudará em 2022. Para este ano, SC é o terceiro estado com menor coeficiente de participação no país. Estamos com 1,2%, atrás apenas de São Paulo e Distrito Federal

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  14. Os número não mentem,desconstruir a narrativa mentirosa segundo a qual a política econômica do PT teria “quebrado o Brasil”. A realidade, demonstrada por fatos e dados, é outra.

    No texto anterior
    Ao contrário do que aponta a mídia e o mercado financeiro, o país não está quebrado. Nunca esteve desde que o PT assumiu o poder. Em 2002, o governo federal dispunha de apenas US$ 16,3 bilhões de reservas internacionais líquidas, deixadas por Fernando Henrique Cardoso. Em 2015, último ano de Dilma à frente da Presidência da República, as reservas somavam nada menos do que US$ 368,7 bilhões

    Este é o terceiro artigo de uma série organizada para desconstruir a narrativa mentirosa segundo a qual a política econômica do PT teria “quebrado o Brasil”. A realidade, demonstrada por fatos e dados, é outra.

    No texto anterior, sublinhamos que quando Lula assumiu, em 2003, o Brasil era devedor do Fundo Monetário Internacional, as reservas cambiais eram reduzidas, a dívida externa bruta chegava a 42% do PIB — mais que o dobro do observado em 1995 —, e o país tinha dificuldades para honrar seus compromissos internacionais.

    Durante os governos petistas, a dívida externa caiu de forma contínua. Em 2011, representava apenas 12,07% PIB, patamar três vezes inferior ao observado em 2002. Mesmo em um momento de crise econômica e queda do PIB, como em 2015, a dívida externa bruta representava 18,6% do PIB, montante inferior ao verificado em 1995.

    Neste artigo, vamos analisar o comportamento das reservas em moeda estrangeira e da dívida externa líquida — dívida externa bruta menos as reservas — no período 1995-2020.

    A falácia da narrativa segundo a qual a política econômica do PT teria “fracassado”, marcada por suposto “desenvolvimentismo irresponsável”, fica patente quando se observa que, em 2002, o Brasil dispunha de apenas US$ 16,3 bilhões de reservas internacionais líquidas. Isso representava grave constrangimento estrutural e fragilizava o país nas crises internacionais, expondo o Brasil à ação especulativa nos mercados financeiros.

    Um dos grandes legados dos governos petistas foi ter reduzido significativamente essa vulnerabilidade, ao trocar dívida em dólar por dívidas em reais e, ao mesmo tempo, acumular um grande volume de reservas cambiais. Note-se que entre 2002 e 2015 as reservas cambiais aumentaram mais de 20 vezes, tendo passado de US$ 16,3 bilhões, para US$ 368,7 bilhões.

    Com a redução da dívida externa pública bruta e a elevação das reservas cambiais, a dívida externa pública líquida — dívida bruta menos reservas —, que era de 37% do PIB em 2002, passou a ser negativa a partir de 2007. Ou seja, o Brasil passou a ser credor em moedas estrangeiras, fato que acontecia naquele momento, pela primeira vez em toda a história econômica brasileira. Passou a ser credor, inclusive, do FMI, ao qual emprestamos US% 15 bilhões de dólares para seus programas de assistência financeira aos países em desenvolvimento.

    Dessa forma, também no caso das reservas cambiais e da dívida externa líquida, os fatos demonstram que é mentirosa a narrativa da qual se servem os protagonistas da farsa do impeachment. Com base nos dados apresentados, cabe a pergunta: o Brasil estava quebrado em 2013-2015? Ou estava quebrado em 2002?

    Com o golpe parlamentar, o Brasil só não voltou a quebrar, nos governos Temer e Bolsonaro, por conta das reservas cambiais acumuladas pelos governos do Partido dos Trabalhadores. Esse legado dos governos Lula e Dilma permitiu ao Brasil absorver o impacto cambial da crise mundial 2008/09 — a maior desde os anos 30 do século passado — ​e atravessar a atual depressão econômica, sem problemas de escassez de divisas e dificuldades no balanço de pagamentos. Ao contrário. Graças ao legado dos governos petistas, a situação externa da economia brasileira ainda é bastante sólida.

    Pela primeira vez na história do Brasil, não somos constrangidos pela restrição de divisas, para planejar o nosso futuro. Afastamos esse obstáculo externo ao desenvolvimento, mesmo que ​nos anos recentes ​outros permaneçam e tenham-se acentuado, em particular no​s campos social, ​produtivo e tecnológico.

    Esse legado dos governos petistas é o alicerce sobre o qual deve assentar-se qualquer projeto futuro de retomada do desenvolvimento.

    No próximo artigo dessa série, demonstraremos, com mais fatos e números, que o Brasil quebrou em 2002 — pela segunda vez em menos de quatro anos —; que o governo do Partido dos Trabalhadores salvou o país, reduzindo, também, de forma substancial, a dívida pública interna bruta e líquida.

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  15. Jj. Agora como explicar isso pro gadoo. Na verdade os simpatizantes do Minto!! São iludidos facilmente.. maioria se realiza através dele.. o Bozo apenas acionou, seus desejos reprimidos..Sigmund Freud explica isso!!!

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