87% da população de Lages “adora morar aqui”

O prefeito Ceron disse que pesquisa realizada por uma empresa séria do Rio Grande do Sul – “e não é pesquisa realizada por qualquer blog,” diz ele –  levantou que 87% das pessoas que residem em Lages, adoram morar aqui e não pretendem deixar a cidade.

Acho que ninguém contesta que Lages oferece boa qualidade de vida. Mas…. não significa que se concorde em 100% com tudo o que acontece aqui.

4 comentários em “87% da população de Lages “adora morar aqui””

  1. As pessoas adoram morar aonde se tem empregos, estrutura e praias, os que adoram Lages são aqueles velhinhos que já não possuem espírito aventureiro, os jovens se não encontram colocação na cidade seguem para outros municípios, então se em Lages hovessem gestores mais conscientes e não brincalhões, quem sabe cem por cento ostariam de ficarem aqui. Eu já não teria saco de voltar a morar na cidade e ficar vivendo em um provincianismo retrógrado em pleno século XXI. Adorar Moro, Bolsonaro, Movimento Lages Livre, O sul é meu país, Vem para a rua, enfim é muito atraso.de vida.

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  2. Concordo Mauro. Governo retrógrado. Não pensa no funcionário público cortou auxílio pra faculdade. Não realiza concurso pra nível superior, ou seja, não prima por excelência. Não há incentivo na formação de uma geração de jovens programadores, técnicos em robótica, técnicos de novas tecnologias, em internet ou curso de tecnologia de ponta. Nada voltado para o futuro. Só mexem em prédios e praças, ficam maquiando o centro. Não olham pro futuro. Um pólo universitário e econômico como Lages deve ser a locomotiva da Serra. Contudo é sempre mandada por pessoas limitadas, apoiados por uma elite que cheira a mofo. O empresariado local quer apenas mão de obra barata, as
    grandes empresas apoiam a manutenção esse exército de desalentados, e apertadores de parafusos.

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    • Isso não é só culpa da prefeitura, mas de toda uma tradição escravocrata na serra, empresarios exploradores, povo imbecil e obediente nas eleições, tudo isso descamba para uma agonia econômica tremenda. E não aprendemos.

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