Na quinta-feira passada ocorreu a audiência pública, na Câmara de Vereadores, por solicitação do vereador Jean Pierre Ezequiel (PSD) com o tema: Violência Institucional e os impactos para os serviços de saúde do município. Segundo o vereador Jean “Não podemos mais permitir esse tipo de situação contra o servidor público, precisamos agir para conscientizar as pessoas”.
Durante a sessão houveram alguns relatos como da gerente da Farmácia Básica, Bruna Sviercowski. Ela contou que foi vítima de agressões – levou um tapa no rosto – porque não havia o medicamento solicitado.
Histórias como esta não são raras. Em 2010, um homem de 65 anos atirou em uma atendente da Secretaria da Saúde de Correia Pinto. É algo que deve entrar na agenda de preocupações dos governantes, pois a segurança das pessoas que atuam na área é de responsabilidade do poder público. Mas, não é difícil entender o que leva uma pessoa a este extremo de agredir os atendentes, embora não justifique. Nesta última segunda-feira, o caos no pronto atendimento do Hospital Seara do Bem, revoltou as mães que aguardavam por horas, para o atendimento de seus filhos.
É claro que o hospital também tem sua justificativa. A falta de médicos, especialmente pediatras, é crucial. Nos finais de semana e feriados também falta pessoal para atender na UPA24h e ali no Hospital Infantil faltam médicos. Vale lembrar que a emergência infantil também será transferida para a UPA 24h. Esperamos que até lá tenham superado esta falta de pessoal. Sabemos das dificuldades em suprir estas carências de mão de obra especializada, mas é uma questão de gestão. Há que se buscar alternativas. O gestor está lá em seu posto com este objetivo: resolver os problemas. E, se está lá é porque, supostamente, tem capacidade para tal. Se não consegue resolver, que dê espaço para outro.
Tragam venezuelanos e cubanos, esprezaram o mais médicos e agora a situação piorou nossos médicos mercenários não querem mais ir para o interior
O povo está cansado. Só que estão batendo nas pessoas erradas. Quem merece, fica sentado na cadeira, bem longe do povo. É o prefeito, secretários, diretores, vereadores etc e TAL…
O povo, também é culpado, quando esses políticos vão pedir o voto, só falta beijar o pé. Tinha que dar era um pé no traseiro deles, isso sim…
Trazer médicos Cubanos Névio? Capaz!! Nunca!! Vc quer dizer os “escravos” Cubanos, pois da remuneração que recebiam ficavam com apenas 20% os outros 80% era para o governo Cubano e para o PT da Sra. Dilma, então Presidente. Ainda bem que o Bolsonaro acabou com mais essa forma do PT ganhar dinheiro.
Marcio, você não conhece o modelo médico cubano, aqui no Brasil só as elites tem acesso a um curso de medicina, em Cuba os mais pobres tem direito ao curso, como também a toda a estrutura colocada a disposição para o pobre estudar. Preferem ficarcom essa sisma de pobres de direita do que basicamente interpretarem o problema, a questão é que os médicos brasileiros querem fincarem pés em cidade maiores de preferência turística.
Com asno, não se pode dialogar… Garanto, que quando precisa de médico, vai para fila.
Não adianta discutir. Com pessoas que no séc 21 acreditam em MITO. qd abrem a boca são pior que a família da casa 58. Cegos. Surdos. É se fazem da mudos. É Só olhar comi tá o Brasil após 10 meses desses ignóbeis.
João Machado graças a Deus qdo preciso de médico consigo pagar, mas qto às filas, vc quer dizer que elas existem só com o Bolsonaro? No governo do presidiário que quase ganhou o nobel (segundo o Névio), e no governo da Dilma que engavetava vento, não existiam filas? kkkkk Vocês me divertem!!
Caro Márcio, onde eu falei em bozo? Você deve deitar e levantar com esse sujeito, que é bandido, miliciano, torturador e ladrão , junto com sua família…
PS. Não citei o Lula e nem a Dilma. Esqueça eles…
Só para terminar, sabe Márcio, conheço muita gente que anda de carrão, faz pose de rico,etc e tal.
Na verdade, são os que mais devem, mais sonegam e se acham os tais… Se acham os éticos…
Frequentam restaurantes, Angeloni, compram um quilo de picanha, um litro de uísque.. Tudo no cartão… Mas devem até o pensamento…