A definição da chapa expõe dois modelos de articulação política dentro da base governista:

A tese de Camilo Martins (2+2 anos)
Camilo consolidou musculatura interna dentro do PL nos últimos dias, ganhando viabilidade para articular uma chapa em que o próprio partido retenha a totalidade da presidência da Alesc durante os quatro anos da legislatura.

A tese de Ana Campagnolo (4 presidentes em 1 ano cada)
Apoiada em sua votação expressiva e com forte inserção externa, Campagnolo defende o fatiamento da presidência em mandatos anuais. A fórmula permitiria ao Palácio do Agronômica usar o comando do Legislativo para atrair e acomodar siglas aliadas estratégicas, como o MDB e o Progressistas (PP).
