Uma eleição não é decidida apenas por quem lidera as pesquisas. Ela é definida, sobretudo, por quem consegue crescer e, principalmente, por quem não consegue. Os dados mais recentes da pesquisa Genial/Quaest de abril ajudam a entender esse ponto com precisão ao analisar três dimensões fundamentais: conhecimento, potencial de voto e rejeição. Esse tripé revela não apenas quem está na frente, mas quem tem caminho e quem já encontrou o seu teto.
O primeiro filtro de qualquer candidatura é simples: ser conhecido. Sem isso, não há disputa real. Os dados mostram que nomes já consolidados nacionalmente concentram alto nível de conhecimento, enquanto candidaturas alternativas ainda enfrentam um problema básico de visibilidade.
O presidente Lula (PT) é conhecido por 98% dos eleitores, enquanto o senador Flavio Bolsonaro (PL), é conhecido por 91%. Por outro lado, nomes como o dos governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo); e de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD); são conhecidos apenas por cerca de metade da população. O desafio é ainda maior no caso de outros candidatos, desconhecidos por mais de 60% dos eleitores.
Mas o ponto mais importante não é quem é conhecido e sim o que deriva disso. Porque, na prática, há os conhecidos que têm potencial de crescimento; os conhecidos que já acumulam rejeição alta e os pouco conhecidos que ainda são uma “folha em branco”. São fatores essenciais para que o jogo se defina.
Guto Araujo
Publicitário e especialista em marketing político. Colaborou em 6 campanhas presidenciais no Brasil e América Latina
A VIDA PREGRESSA DO CANDIDATO TEM INFLUÊNCIA CRUCIAL NA HORA DE ESCOLHERMOS EM QUEM VOTAR. DITO ISSO, NÃO PRECISO ESCREVER MAIS NADA .
Faz parte da cultura do brasileiro votar na sua grande maioria……
1… Em quem fornece ajuda financeira
2.. Por ajuda física, ou seja com receita remédios, pagamento de dívidas
3 . Por influência de alguém que tem domínio e influência sobre o eleitor(cabo eleitoral.
Vocês podem entrevistar 100 pessoas. Em torno de 80 ou mais, nem lembra em quem votou nas últimas eleições.
Então, o eleitor no geral, não pensa no bem comum , e sim, no seu próprio bem.
Não leva em consideração os próximos 4 anos.
Só quer tirar proveito no momento, na hora.
E cá entre nós, elegemos cada um que não vale meio.
Bem isso, cada um pensa no próprio umbigo.
Levar vantagens é o principal da maioria dos brasileiros: bolsa família, vale gás, e outros benefícios é só uma das formas “legais” de comprar votos.
Quem recebe não deveria ter direito ao voto.
Enquanto o povo não pensar no coletivo o país continuará sendo essa nojeira que é atualmente.
MUITO BOM DIA, MORTADELAS!
O BESSIAS FOI UM PRESSÁGIO DA DERROTA DO NINE…
BJS DO HOLLA.
Os benefícios a população são previstos em lei e são perenes. Bolsão queria PG uma remuneração pelos profissionais que não puderam trabalhar na pandemia, ambulantes, profissionais liberais, pequenos comerciantes e subemprego no valor de R$ 200 reais, o congresso aumentou pra R$ 600. Resumindo na União há grana, 70% da arrecadação do país. Quanto ao pleito ser conhecido e virar votos é difícil, mas não é impossível pq há um cansaço da população por candidatos que estão 10,20,30,40 anos na política. Tem outros afastados pelas urnas, dobrando a aposta querendo voltar. Tudo pq o fundo partidário é “gordo” e as emendas parlamentares tbm são uma “bolada” que político nenhum rejeita. No ano de pleito vemos obras, manutenção da coisa pública, limpeza, restauração de praças, novas creches, etc. No ano seguinte volta tudo a estagnar ou regredir. É sempre o mesmo “samba de uma nota só “. Os jovens não se veem representados, nem os empregos melhorando, muito menos os salários aumentado, só inflação, e nomes nas urnas…..Propostas novas Never!!!! Com as novas tecnologias crescerá tbm o desemprego, pessoas no desalento, moradores de rua, etc isso já ocorre mundo afora até nós EUA