Marcius sugere suspensão de tombamento do Colégio Industrial de Lages

O deputado estadual Marcius Machado (PL) protocolou na tarde desta sexta-feira (27), uma indicação na Assembleia Legislativa de Santa Catarina solicitando ao Governo do Estado que não seja realizado o tombamento do Colégio Industrial de Lages. A proposta também é direcionada à Secretaria de Estado da Educação.

A medida leva em consideração o papel fundamental da instituição na formação profissional de jovens e adultos da região. Segundo o parlamentar, o possível tombamento pode comprometer a realização de melhorias estruturais necessárias para atender às demandas atuais da educação, especialmente diante das exigências do Novo Ensino Médio.

Entre as preocupações apontadas estão possíveis limitações para reformas, ampliações e adequações do espaço escolar, incluindo a construção de novas salas de aula, ambientes pedagógicos, além de melhorias em acessibilidade e segurança. Para o deputado, essas intervenções são essenciais para garantir a qualidade do ensino ofertado.

5 comentários em “Marcius sugere suspensão de tombamento do Colégio Industrial de Lages”

  1. Olha como o mundo da voltas, engraçado que quem começou essa história e brigou para o colégio ser tombado foi o atual gestor da CRE, inclusive fez uma grande manifestação pra proibir a pintura da escola na época que era gestor daquela Unidade escolar, acredito que ele fez isso naquela época só pra aparecer, pois agora ele quer desmontar o que ele próprio criou, essa história de tombamento ele sempre defendeu, mas agora que é comissionado fica calado.

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  2. Política vive de oportunismo, qd vc é janela é contra a pedrada k, qd vc é pedra é contra a janela! O que é mentor dele na CRE TB era contra o sistema que defende atualmente! Agora é patriota, conservador fervoroso

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  3. O Tombamento do Colégio Industrial de Lages impede a modernização?
    Existe um mito de que tombar um prédio histórico como o Colégio Industrial significa “congelá-lo” no tempo, impedindo o uso de novas tecnologias ou reformas. Isso não é verdade. O tombamento busca preservar a identidade e a memória da arquitetura, mas ele não proíbe a evolução funcional do espaço. Veja como a modernização e o patrimônio podem caminhar juntos, tecnologia nas salas de aula: É perfeitamente possível instalar lousas digitais, fibra óptica, novos sistemas de som e climatização. O que o órgão de proteção exige é que essas instalações sejam feitas de forma planejada, sem destruir elementos estruturais históricos (como fachadas ou ornamentos originais). Aproveitamento do terreno: Como o Colégio Industrial possui uma área ampla, o tombamento do prédio principal não impede a construção de novos anexos ou blocos modernos no mesmo lote. Esses novos espaços podem abrigar laboratórios de última geração e centros de inovação. Acessibilidade e Segurança: Reformas para acessibilidade (elevadores, rampas) e prevenção de incêndio são obrigatórias em prédios públicos e são sempre autorizadas em bens tombados, desde que o projeto respeite a harmonia do conjunto.
    Revitalização Garantida: O tombamento, na verdade, é um selo de qualidade que facilita a captação de recursos específicos para restauro, garantindo que o colégio não seja demolido ou descaracterizado por gestões futuras. Preservar o Colégio Industrial não é olhar apenas para o passado, mas garantir que o futuro de Lages seja construído sobre uma base sólida de respeito à sua própria história. Modernizar o ensino é um dever; preservar o patrimônio é um direito da comunidade.

    OBS.: Não precisa ir a outra cidade para um exemplo muito bem empregado, a restauração é adaptação do Centro Cultural Vidal Ramos!!!!

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