Disputa ao governo ganha um polarização real e ameaça Jorginho Mello

O anúncio da aliança entre a Federação União Progressista (PP e União Brasil), o MDB e o PSD em torno de João Rodrigues altera drasticamente o tabuleiro político de Santa Catarina para 2026.  Até então, o governador Jorginho Mello (PL) trabalhava com a ideia de aglutinar quase toda a direita e o centro sob o seu comando. Com este movimento, ele perde o apoio de três das maiores máquinas partidárias do estado (MDB, PP e PSD). A eleição deixa de ser um “passeio” da situação e ganha uma polarização real dentro do campo da direita.

João Rodrigues agora lidera uma frente que detém: O maior número de prefeituras em Santa Catarina (o PL tem 30% das prefeituras). Um tempo de televisão e rádio significativamente maior que o do PL. Capilaridade em todas as regiões, unindo a força do Oeste (Rodrigues), do Sul e Vale (PP/MDB) e da Serra (MDB/PSD).

A adesão do MDB é o golpe mais duro no governo estadual. Embora existam lideranças emedebistas com cargos no governo Jorginho, a estrutura oficial do partido decidiu que é mais vantajoso ter um candidato a vice-governador com João Rodrigues do que ser apenas um “coadjuvante” no PL. Isso garante à chapa de Rodrigues a maior militância do estado.

Em resumo: A eleição de 2026 em Santa Catarina não será mais uma discussão sobre “quem é o candidato do Bolsonaro”, mas sim um embate de estruturas. Jorginho Mello aposta no sentimento e na imagem nacional, enquanto João Rodrigues agora possui a maior base partidária já montada contra um governador em exercício na história recente do estado.

6 comentários em “Disputa ao governo ganha um polarização real e ameaça Jorginho Mello”

    • Amin não engana mais, vai perder e vai se aposentar.
      Só alguns velhos ele ainda engana.
      Esse tá fora, capaz de ficar atrás até do PT kkkk

      Carlos Bolsonaro e Carol Detoni serão os senadores por SC

      VamoQvamo

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