
A formalização da parceria entre a Prefeitura, ACIL e CDL é o “selo de garantia” que faltava para o novo modelo da Festa do Pinhão. Ao trazer as entidades empresariais para o núcleo da organização e comercialização, a gestão de Carmen Zanotto divide a responsabilidade e, ao mesmo tempo, blinda o evento contra críticas de amadorismo na execução.
A transferência da organização e comercialização dos espaços internos para as entidades remove o peso político das escolhas e profissionaliza a ocupação do Parque Conta Dinheiro. Isso garante que o critério de seleção seja técnico e focado na viabilidade econômica, priorizando quem gera emprego e renda na cidade.
O destaque para os núcleos setoriais (Gastronomia e Cervejarias) dentro dos pavilhões transforma a festa em uma feira de negócios de 10 dias. A estratégia é clara: em vez de apenas “vender espaço” para grandes redes de fora, a festa quer consolidar as marcas de Lages, aproveitando o fluxo de turistas para fortalecer o PIB local. A gratuidade no parque, agora chancelada pelas entidades, indica que o cálculo financeiro foi refeito. A aposta é que o aumento no volume de consumo interno (alimentação, bebidas e artesanato) compense a ausência da bilheteria geral. Com mais gente circulando por causa da entrada franca, o ticket médio gasto dentro do evento tende a subir, beneficiando diretamente os lojistas e restaurantes parceiros da CDL e ACIL.
Kkkkkk está Prefeita é Arrogante
Vendeu a Festa em troca de Prejuízo
Inadmissível Lages estar Passando por isto a festa vai ser entregue a forasteiro
Anos anteriores já eram feitos por forasteiros.
Ano passado foi feito por pessoas daqui e a oposição reclamou.
Esse ano então a prefeita cedeu e foi voltado como era antes, para empresas tocarem a festa, e a oposição continua reclamando?
Ou seja, do jeito que vai ser a festa pouco importa, a oposição sempre vai reclamar kkkk
A questão dos espaços sempre foram comercializados pela Acil. NOVIDADE , NENHUMA!