
O novo modelo da Festa Nacional do Pinhão, apresentado nesta segunda-feira (16) aos empresários da ACIL, marca uma ruptura com o formato dos últimos anos, focando no resgate da identidade serrana e na valorização da economia local. O evento ocorrerá de 22 de maio a 7 de junho.
Aqui estão os pontos centrais da reformulação conduzida por Samuel Ramos (CCO), Ana Vieira (Turismo) e Malek Ráu (Planejamento):
A mudança mais impactante é a adoção de acesso gratuito ao Parque Conta Dinheiro em todos os dias da festa. A cobrança de ingresso ficará restrita apenas à Arena Pinhão (onde ocorrem os shows nacionais), permitindo que o público circule livremente pelas áreas de gastronomia e pavilhões sem custo de entrada no parque.
Regionalização da Gastronomia e Economia: Prioridade Local: As vagas para gastronomia serão destinadas prioritariamente a empreendedores de Lages. Festival Sabores de Lages: Os pavilhões Tito Bianchini e Affonso Ribeiro abrigarão restaurantes e cervejarias artesanais locais, além de produtos com Indicação Geográfica (IG) e vinhos de altitude.
Reestruturação dos Palcos
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Recanto do Pinhão: Mantém-se como o coração do tradicionalismo, sediando a 32ª Sapecada da Canção Nativa e a 24ª Sapecada da Serra Catarinense.
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Mercado Público (Palco Entrevero): Espaço para diversidade de estilos musicais.
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Arena Pinhão: Foco exclusivo nos grandes shows nacionais no Parque Conta Dinheiro.
Planejamento de Longo Prazo
O novo modelo não é apenas para esta edição, mas faz parte de um planejamento de três anos estruturado em parceria com as entidades empresariais. O objetivo é reverter o diagnóstico de “desgaste” do modelo anterior e consolidar a festa como um patrimônio cultural sustentável e rentável para a região.
Uma Administração que vive de Pão e circo Para ludibriar atual Situação Caótica de nossa Cidade não vai muito longe !!
Já está na Hora do nosso Vereador Jonathan Acabar com está festa e mostrar o estado caótico da Cidade bora Vereador 🙏
Kkk aí tu brincou né ??? O q ele fez de útil até agora mesmo ? Na sua opinião .. pode dizer pois devo estar bm por fora
Pena a joca neves totalmente abandonada, gestão após gestão, esta lá um peso morto…
Parte da elite só vê seus próprios interesses, esqueceram que Lages não é uma ilha, muito menos a capital. Pagaram caro! Será quase impossível manter o atual aeroporto, o que eles mais usam, assim como o desenvolvimento da cidade. Tiveram que apelar p/ outras regiões. E exercitar o que mais “odeiam ” a “humanidade”, principalmente em convidar outros municípios pra “levantar peteca” pq senão o aeroporto “não decola”. O governador lavou as mãos, calculem! A sorte que não somos nós “os remediados”, em ter essa incumbência. E tbm, não precisamos convencer a ninguém de nada. Não tratamos c/ esse grupo fechado (retrógrado) de Lages
Essa nossa associação empresarial com pessoas que não tem empresa, outras fálidas, outras encostadas em insituições, junto com a gestão é um prato cheio para quem gosta de fezes…