João Rodrigues não é mais candidato. Desistência foi articulada entre Bornhausen e Kassab

O ex-governador Jorge Bornhausen reuniu a imprensa, em Florianópolis, para anunciar que o prefeito de Chapecó, João Rodrigues, não é mais o candidato do PSD ao Governo do Estado.

Esta notícia marca uma reviravolta significativa no cenário político catarinense, expondo uma crise profunda na cúpula do PSD. Abaixo, sintetizo os pontos centrais do anúncio feito pelo ex-governador Jorge Bornhausen:

O anúncio de que o prefeito de Chapecó, João Rodrigues, não é mais o pré-candidato do PSD ao Governo do Estado baseia-se em dois fatores principais:

  • A “Questão Topázio”: A crise foi desencadeada pela postura do prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, que, embora filiado ao PSD, estaria agindo contra o projeto estadual da legenda.

  • Conflito Interno: Bornhausen revelou descontentamento com o tom das discussões com Rodrigues, que teriam se agravado em um grupo de WhatsApp do partido, onde o prefeito de Chapecó condicionou sua candidatura à saída de Topázio.

A decisão de retirar o nome de Rodrigues foi selada após um jantar entre Jorge Bornhausen e o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, na noite anterior à coletiva.

Novos Nomes no Horizonte

Apesar do afastamento de João Rodrigues, Bornhausen garantiu que o PSD manterá uma candidatura própria ao Governo do Estado e citou três alternativas:

  1. Júlio Garcia: Atual presidente da Assembleia Legislativa (ALESC).

  2. Napoleão Bernardes: Deputado estadual e ex-prefeito de Blumenau.

  3. Raimundo Colombo: Ex-governador, que recentemente foi visto em eventos com lideranças do MDB, como o aniversário de Carlos Chiodini.

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