TJ nega o pedido de ordem do governo de SC

O deputado estadual Marcos José de Abreu – Marquito (Psol) declarou, nesta sexta-feira (20), que a recente decisão do Tribunal de Justiça (TJ) negando o pedido de ordem do governo de SC, “representa mais uma vitória na luta pela manutenção das cotas”. Foi indeferido o pedido do governo para suspender a ação que questiona as cotas raciais e de gênero nas universidades públicas estaduais e em instituições que recebem verbas públicas nas universidades estaduais.
Em 27 de janeiro, a desembargadora Maria do Rocio Santa Ritta suspendeu a lei sancionada pelo governador Jorginho Mello, que proíbe cotas raciais e ações afirmativas em SC. Essa decisão foi uma resposta à ação protocolada pelos mandatos do deputado Marquito, dos vereadores de Florianópolis Afrânio Boppré, Ingrid Sateré-Mawé e Leonel Camasão, em parceria com os Diretórios Estadual e Nacional do Psol. Agora, a magistrada reforçou que não há decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que justifique suspender a medida.
Marquito defendeu que “cotas não são privilégios, são instrumentos de justiça social e enfrentamento às desigualdades históricas”. E destacou: “Seguimos defendendo educação pública inclusiva, constitucional e comprometida com a diversidade do povo catarinense”.

2 comentários em “TJ nega o pedido de ordem do governo de SC”

  1. Mas para a população bolsonarista e fascista de nosso Estado tudo que a esquerda paga são privilégios, o negacionista abunda em um Estado que já é antisocial representado por seu próprio governador e capitaneado pelo PL. As cotas são avanços sociai e não devem retrocederem jamais.

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  2. Sou negro e posso afirmar que cotas por cor é a coisa mais racista que existe.

    Cotas tem que ser por renda familiar.

    Esse negócio de cotas racistas e LGBT só aumentou o ódio entre os estudantes de baixa renda.

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