O clima entre o governador Jorginho Mello e a deputada federal Carol De Toni, mudou de figura após um encontro em Balneário Camboriú. Se antes as críticas sobre a disputa ao Senado davam o tom, o momento agora é de “bandeira branca”. O desenho aponta para uma chapa pura do PL ao Senado, unindo a deputada a Carlos Bolsonaro.
Essa definição, porém, aperta o sapato do governador no projeto de reeleição. Com o Senado “fechado” para o PL, sobra apenas a vaga de vice para atrair aliados de peso como MDB, PSD e União Brasil/PP. Para acalmar os ânimos de quem quer protagonismo, a moeda de troca deve ir além da chapa majoritária: as negociações já miram o comando da Alesc e futuras indicações para o Tribunal de Contas do Estado (TCE), cujas vagas de conselheiros abrem em 2030, mas serão decididas pela próxima legislatura.
O Bolsonaro já virou chacota nacional, o filho vereador em Balneário Camboriú não sabe nem quando é dia. Só se os Catarinense e políticos Catarinense forem burro dr votar em Carlos Bolsonaro
Fico abismado quando vejo o teor destas negociações entre Jorginho e seus aliados, de honestos não tem nada. A questão da indole do catarinense também não é uma das mais éticas, então se aceita as piores coisas e com a anuência dos que se dizem éticos. Vamos fazer o que seja safadeza e depois dizemos que quem faz isso é o PT.