Jorginho lança pacote emergencias para apoiar o setor da economia

O governador Jorginho Mello anunciou nesta quarta-feira, 13, um pacote de R$ 435 milhões em medidas emergenciais para apoiar os setores da economia catarinense mais prejudicados pela nova tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos aos produtos importados do Brasil.

As ações do Governo de Santa Catarina têm como objetivo preservar empregos, garantir a competitividade das empresas e assegurar a manutenção das operações das indústrias mais atingidas pela nova política tarifária norte-americana. Cerca de 73 mil postos de trabalho devem ser protegidos pelas medidas. 

O pacote será dividido em três frentes de ação:

  • Liberação do crédito acumulado de exportação dividido em três meses 
  • Postergação do pagamento do ICMS por 60 dias durante três meses 
  • Financiamento emergencial por meio do BRDE

“É hora de manter os pés no chão e agir com firmeza para proteger quem está gerando emprego e renda em Santa Catarina. Vamos estar ao lado de quem mais precisa para continuar produzindo, investindo e fazendo a nossa economia girar”, afirmou o governador Jorginho Mello.

O anúncio das medidas ocorreu em Florianópolis, durante coletiva realizada na FIESC, que participou ativamente da construção das propostas nos últimos dias. O presidente Gilberto Seleme reconheceu que as medidas representam uma resposta fundamental do governo catarinense em favor do setor produtivo num momento grave.

5 comentários em “Jorginho lança pacote emergencias para apoiar o setor da economia”

  1. Pois é.. Enquanto isso, o pupilo dele Eduardo Bolsonaro está nos EUA procurando mais sanções ao país… Ah Luciano, mas é contra o sistema político.. Pois é, mas será que esse bocaberta não vê que prejudica todo mundo?
    Esse inútil de uma figa.

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    • Meu amigo defender o canalha do Eduardo não é possível, já custou mais de 10 milhões dos contribuintes para fazer politicagem, um bandido, se fosse americano estava condenado a morte, aqui ficam batendo palmas para um sujeito desses

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      • Se o Lule tivesse conversado com o Trump (assim como todos os demais países já fizeram), certamente não teria a tarifa.

        Até a China j a abandonou a ideia da moeda do Brics.

        Mas não, o lule prefere o caos, prefere o povo empobrecido para que consiga se reeleger e perpetuar no poder a troco de bolsa família.

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  2. Esses acomodados da FIESC se mobilizam só quando os seus lucros são ameaçados. Vão ser esmagados pela própria ideologia que pregam. Deveriam se manifestarem contra o Trump e não ficarem boicotando o Lula. Mas esta é a indole deste pessoal, sempre explorando o trabalhador em nome da Democracia.

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