
Atualmente, o projeto de trabalho em unidades de saúde catarinenses disponibiliza 47 vagas para pessoas privadas de liberdade. Dessas, 26 estão ocupadas. A Penitenciária Industrial de Joinville se destaca com oito apenados em atividade, enquanto na capital, nove reeducandos já estão em atuação em unidades de saúde, com 30 vagas disponíveis — o que demonstra o potencial de expansão e o interesse crescente na ampliação do programa.
Os hospitais e maternidades que integram o programa são: Hospital Hans Dieter Schmidt e Maternidade Darcy Vargas (Joinville); Hospital Maternidade Tereza Ramos (Lages); Hospital Celso Ramos, Hospital Infantil Joana de Gusmão, Hospital Regional de São José e Hospital Governador Celso Ramos (Florianópolis); e Hospital Santa Teresa (São Pedro de Alcântara).
Por meio de um Termo de Parceria Laboral, dentro do Programa Trabalho pela Liberdade, a Secretaria de Estado da Justiça e Reintegração Social (SEJURI) tem viabilizado ações que promovem a ressocialização de pessoas privadas de liberdade em Santa Catarina. A iniciativa surgiu a partir de um contato direto entre as direções das unidades hospitalares e o sistema prisional. O diálogo evoluiu para uma parceria formal entre a Central de Execuções de Sentenças (CES) e a SEJURI, resultando em um projeto que alia ressocialização, qualificação profissional e benefício direto à saúde pública.
