Mais de 30 propostas entram em tramitação na Alesc

Com o fim do recesso de julho e a retomada das atividades legislativas no Parlamento catarinense, 31 projetos entraram em tramitação na Alesc nesta semana. São oito matérias encaminhadas pelo governador do Estado e 23 elaboradas por deputados.

Entre as proposições do Executivo, estão alterações no Corpo de Bombeiros Militar e na Procuradoria-Geral do Estado (PGE), além da autorização para que o Estado ofereça as garantirias necessárias para um empréstimo a ser feito pela Celesc.

Já nas matérias apresentadas pelos deputados, propostas de programas estaduais e políticas públicas diversas, como acolhimento de estudantes migrantes, enfrentamento da dislexia e do Burnout, uso das escolas nos fins de semana, incentivo a intercâmbios estudantis e combate a crimes sexuais, entre outras iniciativas.

2 comentários em “Mais de 30 propostas entram em tramitação na Alesc”

  1. Já o TARIFAÇO que afetará principalmente o Estado de SC, segundo especialistas, nada! Estão “cochilando” a hora que a “arrecadação baixar” e o “desemprego aumentar”, além de empresários e o agro “faturarem menos” a conta virá aos políticos c/ mandato! Imaginem qual é a região mais pobre de SC, e que será mais atingida pelo Tarifaço? Complicado, estão todos os 40 deputados “seguros em seus mandados”, pelo jeito estarão! Serão reeleitos automaticamente??? – A reeleição do executivo já caiu, se esses aí , não mostrarem serviços serão os próximos….
    Está na hora de acordar e cuidar mais da economia pq sem ela o resto perece. Já há cursos na Udesc de Lages sobrando vagas, a população não acredita mais em faculdade, sem primeiro ser criado os “postos de trabalho. ” (acordaram)
    – Quando o Brasil começa a acreditar que os estudos constroem uma nação, sobram trabalhos braçais, ou sem especialização, além de vagas em faculdades federais. Acendeu o alerta!!!!
    Mesmo com um grande “exército de reserva”, aqueles desiludidos, desempregados, a massa pra pagar pouco, ou seja, mais de 30% da população brasileira e serrana, estão refugando o salário mínimo.
    Já a economia brasileira e serrana, precisa de modernização, profissionalização, industrialização, novos mercados, produtos.
    – SC está atraindo gente de todo lado, já infraestrutura e serviços públicos não estão a contento, e logo a qualidade de vida cairá rapidamente principalmente em Itapema(dobrou a população), Itajaí e imediações, e cidades industrializadas do Vale Alemão (Joinville e entorno).
    Esperamos que 80 % de SC que deu certo, tirando a Serra e o Planalto Norte, que são pobres, se alinhem e considerem estudar e resolver o “tarifaço”, pq o mundo globalizado é “dinâmico”. Deixar baixar a régua e SC na qualidade de vida, cultura, e economia que está bem devido ao ótimo planejamento de décadas, acertando, o Estado sentirá o que é a vida sem qualidade, lazer, e com muita desigualdade social, que o serrano vive há décadas….Garanto-lhes que o manezinho, a população do Oeste, Vale Alemão, Litoral e Sul de SC não acostuma com a pobreza, podem anotar….

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  2. Muito bem meu caro Branco, você abordou os principais aspectos de Santa Catarina, um estado de direita. Aqui na capital muita população e transporte estrangulado, esqueceram de planejar algo para essa migração. Ninguém mais fica a noite no centro e os shoppings superlotados. Todos querem morar nas praias e consumir e os ditames modernos. E o que a serra tem para oferecer a esta população litorânea que aluga kitinetes superfaturadas e adoram morar aqui.

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