Ricardo opina sobre as passagens da Gol

Provavelmente pegam todos os custos fixos locais (salário de funcionários de balcão, de pistas, entre outros) e dividem pela quantidade de voos que a companhia tem naquele aeroporto. Em Florianópolis, por exemplo, esses custos fixos são diluídos em muitos voos, o que representa poucos reais em cada passagem, aqui todos esses custos fixos têm que ser pagos por apenas 3 voos na semana.

Ricardo Rodrigues

2 comentários em “Ricardo opina sobre as passagens da Gol”

  1. A gente torce e quer que a coisa ande aqui na serra, mas mil reais contra 200 em Floripa fica impossível concorrer e já se visualiza que mais uma vez é voo só pra bonito mesmo, pensem se com azul que era mais barata a passagem a coisa já não deu certo como que vai dar certo agora com esse preço totalmente diferente de Floripa e isso com antecedência ainda fica bem complicado….

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  2. A base da precificação do voo é a capacidade de transporte (assentos) da aeronave. Os custos são rateados pelo número de passageiros. No caso da Gol por 138 passageiros.
    Nos últimos 05 anos, duas das três congêneres reduziram o número de aeronaves na categoria 130-150 passageiros em preferência a aeronaves de 180 a 230 passageiros que representarão 85% da frota nacional em apenas 07 anos, inclusive a Azul em recuperação judicial reduziu também a frota de turboélice de 70 lugares.

    Sendo repetitivo em meus comentários, a Secretaria de Portos, Aeroportos e Ferrovias de SC tem forte viés antiaéreo e visão curta do modal, se recusa a admitir e planejar aeroportos do século 21 no estado. O aeroporto em Correia Pinto deveria ter sido construído com pista de pouso de 2.200 x 45m de comprimento, a fim de, receber essas aeronaves maiores de até 230 passageiros sem nenhuma restrição operacional, e assim também receber voos de longa distância trazendo visitantes de todo o Brasil para o turismo de inverno, rural e vinho.

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