Presença de Amin em Lages pode influir na decisão do partido quanto a aliança com o PSD

 

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O presidente estadual do PP, deputado federal Esperidião Amim estará hoje em Lages, para o workshop do partido para repassar informações a respeito da campanha.

Na pauta das discussões internas está a coligação com o PSD.

O partido deu o prazo até amanhã, sexta-feira, para decidir se aceita ficar com a vice candidatura na chapa de Antônio Ceron (PSD).

 

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Pelo que corre nos bastidores, Arnaldo Moraes continua irredutível em sua posição. Não será candidato a vice.

Se o partido decidir pela coligação, não será então o Arnaldo que comporá a chapa.

 

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O PP tem na manga o nome do vereador Luiz Marin.  Mas, ainda aguarda um posicionamento final de Arnaldo.

 

 

Fechada a primeira coligação em Correia Pinto

O PR já definiu suas convenções em alguns municípios da região:

 

Em Correia Pinto será no dia 30

E lá, será formada uma coligação entre o PP,  PSDB e PSB e o PR

 

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Ontem ficou definido o apoio a candidatura do médico Machado. Entre os três nomes que os partidos tinham como opção: vereador Pierre e Celso Rogério, o médico foi o que apresentou maior densidade eleitoral.

Amanhã, sexta-feira, será definido o candidao a vice- prefeito.

 

Neste sábado, dia 23, acontecerão as convenções do PR em Bocaina do Sul e Palmeira.

 

Em Palmeira será às 9 horas

 

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Lá o PR terá candidata a prefeito. Será a vereadora Fernanda Córdova, com o vereador Sandro Masselai, do PP, de vice.

 

Em Bocaina do Sul a convenção

acontece às 14 horas.

Neste município, o vereador do PR, Márcio Coelho será vice do tucano Osni Flávio de Oliveira.

 

Gaeco vai em busca de mais documentação

 

 

Há informação de que o Gaeco retornou hoje (20) a Otacílio Costa, em busca de mais documentação.

Retornou ao setor de licitação da prefeitura, na Secretaria de Saúde e também na Câmara de Vereadores.

Pelo visto as investigações continuam, tanto que o vice-prefeito, Silvano Cardoso permanece em prisão domiciliar, assim como também estão detidos o presidente da Câmara, Lindomar Alves de Souza e o dono da empresa Infinity que realizou o concurso no legislativo, Altair Luiz Roling.

13 restaurantes integram o Festival de Inverno com os Sabores de Lages

O Festival Sabores de Lages, que ocorria em novembro, foi antecipado para julho e ganha ainda mais charme por ser realizado na estação mais fria do ano. Inserido no Festival de Inverno, a terceira edição do evento gastronômico conta a participação de 13 restaurantes e é organizado pelo Sebrae e apoiado pela Fundação Cultural de Lages.

 

O Sabores de Lages acontece de 22 de julho e 14 de agosto. Na lista das deliciosas de pratos, oferecidos pelo preço único de R$ 24,90.

 

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Uma caravana gastronômica com comunicadores, jornalista e formadores de opinião estará visitando os 13 estabelecimentos para degustar os pratos ofertados no festival. A avaliação de cada um deles será disponibilizada no site do evento para consulta de quem ainda tem dúvida em qual ir primeiro. O festival ganhou uma página no Facebok (Sabores de Lages) e será lançada uma campanha no Instagram.

As 13 fotos com a #saboresdelages mais curtidas no Instagram serão presenteadas com um jantar para duas pessoas nos estabelecimentos participantes.

Os primeiros mil clientes que pedirem pratos do Festival ainda levarão para casa um imã de geladeira como recordação do evento e os chefs um avental confeccionado com a identidade visual do evento.

Fotos e informações: Catarinas

 

Preso porque caçou um tatu

 

 

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O vereador Vone disse que está contatando com as demais Câmaras da região, no sentido de que se prepare um documento para entregar aos deputados estaduais, cobrando a mudança na legislação.

Também entende que a lei precisa ser mudada, porque enquanto os bandidos estão soltos…

"um senhor de 78 anos, está preso no presídio de Lages, porque caçou um tatu"

Não há Patrulha Rural que dê conta!

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Fonte: Correio Lageano

 

Até foi criada uma patrulha rural da PM para atender o interior. Mas, se está dificil o policiamento na área urbana, imagina no extenso interior do município. Não podemos esquecer que Lages continua sendo o  maior município, em extensão, do estado.

 

Bom dia Olivete, 

Além da patrulha rural outra medida seria a fiscalização no comercio da carne. Há uma grande demanda por parte de lanchonetes, pastelarias e mercados que elaboram seus produtos com esta carne sem nenhuma fiscalização. E é de conhecimento dos órgãos responsáveis mas nada é feito. Uma campanha de conscientização da população sobre a origem da carne na hora do consumo destes "produtos" seria de grande importância.

Silvério Parizzoto

Panfletagem: promotor sugere nova legislação e que avance e se modernize

 

A proibição da distribuição de panfletos no centro da cidade, assim como a propaganda em carros de som, levou os vereadores, entre eles Elói Bassin, a solicitar a presença do promotor Renée Braga e o secretário do Meio Ambiente, na Câmara de Vereadores, na semana passada. Segundo Bassin, são cerca de 200 pessoas que vivem disso e agora estão proibidas de trabalhar.

 

Proibição se sustenta nas 300 queixas protocoladas

Na realidade, conforme explicou o secretário do Meio Ambiente, Adilson Panek, a proibição foi resultado de mais de 300 queixas de pessoas que se sentiram incomodadas com a abordagem dos que trabalham com a panfletagem que chegaram ao Ministério Público. E, o Meio Ambiente foi expedida a recomendação pela proibição.

 

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Segundo o promotor Renée nada mais foi feito do que determinar que se cumprisse a lei municipal de 2004, que estabelece inclusive multa para quem transgredi-la. Se existe a lei, somente quem tem licença especial está isenta dela, mas não há ninguém que tenha tal licença. Observou que o município tem a opção de cumprir ou não a lei, concedendo licença especial, mas já alertou que não são para todos os casos.

 

Secretaria pode conceder licença especial

 

É preciso analisar caso a caso. Diante dos fatos ficou clara a necessidade de que se faça uma nova legislação para regulamentar tais serviços. Contudo, ao fazer uma nova lei, o promotor alertou de que não pode ser uma simples reedição, terá de se estabelecer uma política, e “se já vai ser feito isso, porque não avançar, dar um passo além para que Lages seja conhecida com uma cidade melhor. Hoje, qualquer cidade desenvolvida não tem esse tipo de atividade”, disse ele.

De fato, não lembro de nenhum outro local em que haja tanta abordagem para entrega de panfletos tanto quanto havia no centro de Lages.

 

Sugerida a elaboração de nova lei

Outro questionamento feito pela promotoria e, que serviu até como um puxão de orelha aos vereadores, foi o fato de que chamaram para a Câmara todas as pessoas que trabalham na panfletagem e propaganda de som, mas não tinha nenhum morador da área central para falar do desconforto por qual passam com as práticas em questão.

“Ou mudamos a lei ou vamos viver em um mundo sem lei”, disse o comandante geral da PM

 

Não é de hoje que a Polícia Militar se queixa de que, por mais que atue não consegue reduzir a criminalidade, porque “a polícia prende e a judiciário solta”. Mas, a crítica que até então era velada, no final de semana veio a público através de um vídeo publicado na internet pela PM, reagindo contra a decisão de um juiz que colocou em liberdade jovens que tiraram a vida de um comerciante em São José.

 

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Para o comandante geral da PM em SC, coronel Paulo Henrique Hemm, foi um grito de alerta “porque as leis não atendem hoje o ciclo de violência. Essa lei nefasta não nos protege,” disse ele.

 

É que na medida em que prendem os bandidos e no mesmo dia já estão na rua, a vida dos policiais que detiveram tais marginais corre risco. A lei acaba protegendo o bandido e expondo a polícia que está aí para nos proteger.

Sabemos que a lei é para ser aplicada, não há dúvida. Mas, também sabemos que o juiz está aí para aplica-la, não de forma cega e insensata. Há que analisar todo o contexto e fazer a justiça. E para isso não precisa negar ou ignorar a legislação: basta interpretá-la de forma a beneficiar o maior número de cidadãos.

Um marginal soltou é uma ameaça à sociedade, só por isso já justifica que o mantenha em prisão. Não devemos ser hipócritas em achar que alguém que já roubou e matou várias vezes vai mudar de comportamento só porque a justiça foi boazinha e o deixou livre.

  “Ou mudamos a lei ou vamos viver em um mundo sem lei”, sentenciou o coronel. Isso é fato.

Mas o que me deixa mais intrigada é o fato de que, nossos políticos, a quem cabe mudar a lei, fazem de conta que não têm nada a ver com isso. Qual deles já trabalhou para mudar essa realidade?

E quando, eventualmente tocam no assunto, o fazem como se a solução dependesse de outros que não eles. Preferem tratar de questões mais abertas com resultados mais imediatos nas urnas.