Cláudio passa a membro emérito do Instituto Histórico de SC

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Durante a sessão do Instituto Histórico e Geográfico, o historiador Cláudio da Silveira, foi elevado a sócio emérito do IHGC. Com direito a diploma e colar. Instituto conta com cerca de 120 membros, mas não mais de 40 eméritos.

Além dele, somente o jornalista e escritor Paulo Ramos Derengoski participa deste seleto grupo. Aliás, Paulo foi quem fundou o Instituto Histórico e Geográfico de Lages, sendo seu primeiro presidente.

Agora, Paulo será elevado à sócio benemérito do IHGC. Um grupo ainda mais seleto.

Sessão em homenagem aos 250 anos de Lages foi memorável

Sessão conjunta realizada pelo Instituto Histórico e Geográfico Catarinense e Instituto Histórico e Geográfico de Lages, na quinta-feira, no espaço do hoje Centro Cultural Vidal Ramos, será talvez o ato mais importante no programação das comemorações dos 250 anos de Lages.

Rico em conteúdo e informação.

 

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Na mesa vemos o jornalista Moacir Pereira, o procurador de justiça e escritor Gilberto Callado da Silveira, o procurador Nazareno Wlff, o presidente do IHGC, Augusto César Zeferino, o historiador Cláudio da Silveira, presidente do IHGL, o prefeito Toni Duarte, o secretário Regional, João Alberto Duarte, secretária da Academia Catariense de Letras e nosso ilustre jornalista  e escritor, Paulo Ramos Derengoski

 

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O jornalista Moacir Preira, como o jornalista Névio Santana e o arquiteto Rogério Macedo.

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A sessão foi presidida por Cláudio da Silveira que apresentou documento, que seria a certidão de nascimento de Lages.

Nele Mogado de Mateus determina  a Antônio Correia Pinto o povoamento de Lages, ou melhor da povoa de Nossa senhora dos Prazeres das Lagens

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Que até estaria bem conservado a considerar seus 250 anos.

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Outro documento exibido pela primeira vez, onde contém as orientações para a fundação e designando Correia Pinto para a tarefa.

Cláudio convidou várias pessoas, membros do Instituto Histórico e Geográfico de Lages para falar sobre Lages.

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Uma delas foi o Pecuarista da fazenda Ferradura, do Cajurú,  Benjamin Kuse de Faria, o Tio Beja.

Destacou sobre a atividade da pecuária no desenvolvimento de Lages, na economia e costumes de seu povo. 

Lembrando que hoje há pecuaristas que ainda preservaram aquele primeiro gado, o franqueiro. Mas independente disso a pecuária se modernou e "temos hoje aqui o melhor gado do mundo", diz Tio Beja.

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A professora e apresentadora, Cida Hack falou sobre as comemorações dos 200 anos de Lages. Além de várias solenidades em praça pública também ocorreu um grande jantar no Serrano Tênis Clube.  

Fez um relato detalhado da juventude da época: como os jovens pensavam, agiam, como se divertiam… 

 

O empresário Cândido Maria Bampi, com vasto conhecimento sobre o setor madeireiro, contou como seu pai, veio para Lages, inicialmente como fotógrafo, depois proprietário de serraria.

Disse ele que Lages viveu vários ciclos econômicos.

No grande ciclo da madeira, observou que o "governo de SC dependia da chegada da remessa dos impostos de Lages para pagar a folha dos servidores"

Ou melhor: "O pagamento do funcionalismo só saída após a chegada do dinheiro arrecadado em Lages".

Portanto, Lages não foi importante apenas no campo político, fornecendo oito governadores, mas também na economia do estado.

Narrou também algo que desconhecia: seu pai, João Maria Bampi, foi suplente de deputado pelo PRP, e participou do movimento que deu origem ao Código Florestal de 1961.

Lembrou também da participação de Lages na construção de Brasília, pois grande parte da madeira usada na construção foi adquirida aqui.

Disse ele que só nesta fase do pinus, que aos poucos foi ocupando espaço na região…

teve quatro fases:

1ª – De plantação do pinus que começou lá no final dos anos 50, quando da implantação das fábricas de papel

2ª – quando as madeireiras investiram no plantio do pinus

3ª –  quando proprietários de terra em parceria com a indústria plantaram suas florestas

4ª – quando produtores independentes investem no plantio de florestas.

 

Outra coisa interessante que disse:

"sempre foi dito que somos uma região deprimida. Mas isso ocorre pela sua gênese".

E, explica: As atividades desenvolvidas só empregavam a mão de obra masculina. Portanto, o problema sempre foi de renda familiar. Observando que as regiões onde se empregava também a mão de obra feminina teve um desenvolvimento econômico diferente.

Por fim, Cândido Bampi observou que Lages precisa criar seu Museu da Madeira, para fazer jus a sua história.

Comissão ouvirá taxistas para submeter as reivindicações ao Ministério Público

Na audiência pública realizada nesta quarta-feira, na Câmara de Vereadores, para discutir a regulamentação do serviço de taxi em Lages, ficou decidida a formação de uma comissão para ouvir os taxistas e levantar suas reivindicações. Essa comissão se reunirá na segunda-feira (15h) e já no dia seguinte deverá submeter o posicionamento dos taxistas ao promotor que está cuidando do caso, Jean Pierre Campos.

Esta comissão contará com representantes da Câmara, do  Progem e taxistas.

 

Já quanto o projeto que tramita na Câmara desde o início do ano, terá como relator o vereador Elói Bassin.

 

Na realidade, os taxistas não querem perder os pontos, que hoje são adquiridos, e por valores bastante altos. Com a nova regulamentação eles serão licitados. Este porém é o ponto cruscial que levou o Ministério público a se envolver no processo. 

 

Outra questão pela qual protestam, é de que não será permitido que cada um tenha mais do que um taxi em operação. Hoje há proprietários com até 14 taxis.

Mas, como esta é uma exigência do Ministério Público, será possível fazer alguns ajustes de percurso, mas a licitação será feita e precisa acontecer de forma rápida.

 

E, para que seja realizada a licitação, precisa a aprovação de sua regulamentação (trata-se de uma atualização da regulamentação muito antiga ainda em vigor)

 

Hoje a Câmara discute em audiência pública a regulamentação do serviço das funerárias, também com o mesmo objetivo.

Além dos Ceims, ladrões e vândalos atacam também postos de saúde

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Foto: Alex Silva

Ceim Marieta Camargo Dos Santos foi saqueado mais uma vez.

Isso já está virando rotina e me parece que não há nenhuma providência tomadas pelos órgãos competentes.

De outro lado, as comunidades em que essas unidades estão inseridas, pouco o nada fazem, além de denunciar o ocorrido. Mais que isso, têm de colaborar para que isso não aconteça, denunciando os autores, vigiando o bem público…

Além dos Ceims, agora os larápios estão agindo nos postos de saúde, como ocorreu no posto do Bairro São Miguel.

Puro vandalismo!

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Publicado no Correio Lageano de hoje

Agora vai levar cerca de um mês para a unidade estar pronta para reabrir, pois imagina o prejuízo: levaram até os prontuários. 

Moradias praticamente prontas aguardando as famílias reassentadas

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A prefeitura pensa em começar a entregar as 200 casas do Condomínio Ponte Grande –nome era Gralha Azul e já foi alterado – ainda antes do Natal. Pelo menos é o que adianta o secretário da Habitação, Caetano Palma.

Contudo, a julgar o ritmo de trabalho da administração, não deverá acontecer. Mais uma tarefa para a equipe de Ceron. Isso que nem terá secretário nesta área.  

Mas, é bom lembrar que as famílias que ocuparão essas moradias estão em aluguel social, quanto antes se mudarem, melhor para todos. 

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Realmente este condomínio parece ser de melhor qualidade. Contém toda a infraestrutura, com esgoto, pavimentação, passeios e outras estruturas das próprias moradias como sistema de energia solar.

Certamente os moradores que residiam ao longo da Avenida Ponte Grande e serão reassentados aqui, bem desejam passar o Natal em suas novas casas.

Agradeço as fotos de Jota Damasceno

Spuldaro lembra que as taipas da Coxilha Rica não foram feitas pelos tropeiros

O pecuarista Rui Spuldaro leu o artigo publicado a respeito do projeto elaborado pela Sec.do Turismo e apresentado na Câmera pelo vereador Hampel, pedindo o "Tombamento do Corredor das Tropas" e, na defesa dos que ele chama de "interesses coletivos dos produtores e moradores de Coxilha Rica", fez a seguinte ponderação:.
 
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Prezada Olivete,

 

                           Cumprimentando-a cordialmente, venho ressaltar que as taipas erguidas na região de Coxilha Rica, a margem dos caminhos utilizados pelos tropeiros que transportavam mercadorias para serem  comercializadas desde Viamão/RS até Sorocaba/SP no Sec. XVIII, foram construídas pelos proprietários das fazendas daquela época, para protegerem os seus rebanhos e estabelecerem os limites das suas propriedades; pratica que ainda é utilizada pelos atuais fazendeiros que exploram a pecuária  de corte em campos nativos naquela região.   

                           Insta frisar que as taipas erguidas no interior das fazendas e também as que foram erguidas para delimitarem as propriedades das estradas públicas e o antigo caminho dos tropeiros, foram construídas com recursos particulares. Não tem nenhum registro de que a Coroa Portuguesa que dominava o Brasil naquela época, tenha mandado construir aquelas taipas, muito menos os tropeiros que por ali transitaram…!!!. Portanto a afirmação de que os corredores das tropas é de patrimônio público é no mínimo absurda e infundada…!!!

                            Na minha avaliação, o tombamento de uma propriedade particular, da forma que esta sendo realizada no Brasil; sem indenização ao proprietário e sem recursos públicos para a conservação do bem tombado, é uma descarada usurpação do patrimônio particular, uma ação anti – democrática que viola o direito de propriedade; uma verdadeira "EXPROPRIAÇÃO” e  que contempla apenas os interessados em dividir o que não lhes pertence.

Rui Spuldaro

105 vagas de emprego para a unidade do Stock Center da Humberto de Campos

A empresa stock center que está em processo de instalação em Lages, na rua Humberto de Campos e que deve abrir em abril, está oferecendo mais de 100 postos de trabalho junto ao Banco de Emprego.

Ontem colocou mais cinco vagas à disposição de interessados que possuirem ensino médio completo, experiência em mercearias, e preferencialmente que saibam operar empilhadeira.

 site www.lages.sc.gov.br/banco_do_emprego.

 

A agricultura teve avanços, mas ainda é preciso melhorar a infraestrutura rural

Dados da Secretaria de Agricultura mostram um índice de crescimento do setor que gira em torno de 79,8% nos anos 2013, 2014 e 2015. Esse número se baseia no movimento econômico agropecuário.

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Em 2012 esse valor era de R$ 80,97 milhões e em 2015 chegou a R$ 145,59 milhões, tendo, portanto, um crescimento de quase 80%.

“Esse dado é muito importante, especialmente por estarmos em um período de crise econômica. Os agricultores, faturando mais, têm condições de comprar mais produtos na cidade e auxiliar o comércio e a indústria”, destaca o secretário Moisés Savian.

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Um ponto importante para o incentivo a produção são as condições das estradas. 

Ouvi outro dia um produtor que estava sem condições de levar os insumos para a produção porque dependia de uma pequena ponte que, quebrada, não permitia o acesso à propriedade. Se viu obrigado a comprar as pranchas de madeira (pagou R$ 3 mil) e a Secretaria da Agricultura disponibilizou, então, a equipe para fazer a troca e deixar a ponte em condições de tráfego.

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Uma segunda questão que vejo imprescídivel para o avanço das atividades do campo é a falta de comunicação. 

Infelizmente o sinal de telefonia é um problema para aqueles que atuam na área rural. E hoje não se pode conceber que alguém fique isolado  do mundo. São muito raras as pessoas capazes de se submeterem a ficarem sem telefone e internet. Contudo, não vejo nossos governantes preocupados com isso.

 

 

 

R$ 800 mil de emendas estão sendo liberados

Na última semana os Ministérios realizaram a liberação de mais uma etapa de emendas indicadas pela deputada federal Carmen Zanotto, para as áreas de saúde, infraestrutura e implementação agrícola.

Os municípios beneficiados são: Lages, Cerro Negro e Palmeira. No total, os valores ultrapassam os R$ 800 mil.

Lages recebeu os recursos de três emendas. Sendo que R$ 355, 376 mil destinado para a Atenção Especializada em Saúde, R$ 147,650 mil para a pavimentação em vias públicas urbanas e mais R$ 97,500 mil para a aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas.

Cerro Negro recebeu o valor de R$ 122,925 mil para a implantação de calçamento e revitalização de passeio.

Palmeira recebeu R$ 97,500 mil para a aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas.

 

Muito bom!