Remendo na pista da SC 114 não resolveu

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O remendo não adiantou.

A fissura na pista da SC 114, trecho entre Lages e São Joaquim, recém inaugurado, parece que só aumentou depois do remendo feito na semana passada.

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E, pelo visto a fissura só está aumentando. Esta foto foi tirada ontem.

 

Pela informação do CL, hoje os técnicos farão uma vistoria para levantar as causas do problema. Suspeitam de que a causa pode ser uma cascalheira que funciona próximo.

Foto: Reginaldo Heine

 

Braços cruzados: Hoje não tem em Lages quem faça a manutenção da rede de energia

 

Os 70 funcionários da empresa Eletro Delta cruzaram os braços hoje porque estão há seis meses sem receber seus salários.

A empresa é a principal prestadora de serviço da Celesc e as informações é de que a estatal não está repassado os pagamentos por isso chegou a esta situação.

É a única empreiteira da Celesc em toda a região: se cair um poste ou o fornecimento de energia aqui ou no interior, não há ninguém para fazer o serviço.

O sindicato da categoria já comunicou ao Ministério do Trabalho solicitando que se faça uma sindicância na empresa.

Lucas apresenta projeto para proibir o nepotismo imobiliário

 

 

Na sessão de ontem, segunda-feira (22) o vereador Lucas Neves apresentou Projeto de Lei que proíbe a prefeitura de alugar imóveis pertencentes a políticos ou parentes de pessoas detentoras de mandato eletivo. 
 
O projeto foi lido em plenário e agora seguirá para as comissões da Câmara de Vereadores, onde será analisada a constitucionalidade da proposta. Se passar pelas comissões e for aprovado em plenário (pela maioria dos vereadores), se torna Lei. Para o vereador Lucas é um mecanismo de moralidade pública.
 
De fato, pois sabemos que há situações que se encaixam neste caso, com aluguéis bastante elevados. 
 
 

PROJETO DE LEI Nº

Dispõe sobre a proibição da Administração Pública Municipal de adquirir ou alugar imóvel cujo proprietário seja detentor de cargo eletivo ou comissionado na Administração Pública Municipal, ou cônjuge, companheiro ou parente em linha reta ou colateral, por consanguinidade ou afinidade, até o terceiro grau do detentor do cargo eletivo ou comissionado.

 

LUCAS NEVES, Vereador com assento nesta Casa legislativa pela Bancada do PP, no uso de suas atribuições legais e regimentais, apresenta o seguinte:

 

PROJETO DE LEI

 

Art.1º – Os órgãos e entidades da Administração Pública Direta e Indireta do Municipio de Lages estão proibidos de adquirir ou alugar imóvel cujo proprietário seja detentor de cargo eletivo, comissionado na Administração Pública Municipal, ou cônjuge, companheiro ou parente em linha reta ou colateral, por consanguinidade ou afinidade, até o terceiro grau do detentor do cargo eletivo ou comissionado.

 

Parágrafo Primeiro – Aplica-se a vedação somente ao imóvel adquirido ou alugado por intermédio de licitação dispensável prevista no artigo 24, inciso X, da Lei nº 8.666/93;

 

Parágrafo Segundo – A presente Lei não se aplica aos contratos já firmados. Entretanto, a vedação contida no caput incide sobre possíveis renovações destes contratos.

 

Art. 2º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

 

Art. 3º – O Poder Executivo regulamentará a presente Lei no prazo de 90 (noventa) dias a contar de sua publicação.

 

Sala das Sessões, 16 de maio de 2017.

LUCAS NEVES

Vereador – PP

Reação de Gavazzoni e Colombo às delações do diretor da JBS

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"Ao invés de ficar esperando virem me perguntar, vou atrás esclarecer".

Antônio Gavazzoni

Está declaração foi feita pelo ex-secretário da Fazenda, após as delações da JBS que envolve seu nome. Ele estava em viagem a Espanha quando soube da delação e ao retornar a primeira medida foi pedir a exoneração.

Esta declaração define o homem e o que transmite só me provoca admiração. É um homem com brios a zelar.

 

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Já o governador Raimundo Colombo, pela primeira vez, ontem (22) tocou nas acusações feitas pelo delator da JBS, e pela primeira vez na história perdeu a paciência, chamando o diretor da JBS Ricardo Saud de VAGABUNDO.

 

Para ele, Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais e governo na holding J&F, que controla a JBS, não tem provas sobre as afirmações que fez.

"Um delator, sob pressão, ele vende a mãe. E foi exatamente o que esse sujeito fez. Não há nenhuma prova, é de uma irresponsabilidade absurda. Eu espero que seja tratada com a responsabilidade que nós merecemos", disse Colombo.

Na gravação da delação, feita no dia 5 de maio, o delator afirma que foram pagos R$ 10 milhões em propina para a campanha de Colombo nas eleições de 2014. O objetivo, segundo Saud, era obter facilidades na licitação para comprar a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan).

Colombo lembrou que a Casan não foi vendida e, se fosse, seria através da Bolsa de Valores.  Disse ainda que que tem 40 anos de vida pública e nunca sofreu um processo sequer.

Nesta última pegou mal. Qual é o administrador público que não sofreu alguma ação ao longo da vida? E sabemos que Colombo como, os demais, teve de responder algumas questões na justiça, sim.

Reação de Gavazzoni e Colombo às delações do diretor da JBS

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"Ao invés de ficar esperando virem me perguntar, vou atrás esclarecer".

Antônio Gavazzoni

Está declaração foi feita pelo ex-secretário da Fazenda, após as delações da JBS que envolve seu nome. Ele estava em viagem a Espanha quando soube da delação e ao retornar a primeira medida foi pedir a exoneração.

Esta declaração define o homem e o que transmite só me provoca admiração. É um homem com brios a zelar.

 

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Já o governador Raimundo Colombo, pela primeira vez, ontem (22) tocou nas acusações feitas pelo delator da JBS, e pela primeira vez na história perdeu a paciência, chamando o diretor da JBS Ricardo Saud de VAGABUNDO.

 

Para ele, Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais e governo na holding J&F, que controla a JBS, não tem provas sobre as afirmações que fez.

"Um delator, sob pressão, ele vende a mãe. E foi exatamente o que esse sujeito fez. Não há nenhuma prova, é de uma irresponsabilidade absurda. Eu espero que seja tratada com a responsabilidade que nós merecemos", disse Colombo.

Na gravação da delação, feita no dia 5 de maio, o delator afirma que foram pagos R$ 10 milhões em propina para a campanha de Colombo nas eleições de 2014. O objetivo, segundo Saud, era obter facilidades na licitação para comprar a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan).

Colombo lembrou que a Casan não foi vendida e, se fosse, seria através da Bolsa de Valores.  Disse ainda que que tem 40 anos de vida pública e nunca sofreu um processo sequer.

Nesta última pegou mal. Qual é o administrador público que não sofreu alguma ação ao longo da vida? E sabemos que Colombo como, os demais, teve de responder algumas questões na justiça, sim.

Gavazzoni já tem substituto

unnamed_31.jpg Almir Gorges, auditor fiscal com quase 40 anos de experiência, assume o lugar de Antonio Gavazzoni

Profundo conhecedor do fisco catarinense,Gorges nasceu em 1º de janeiro de 1956, em Imbuia, no Alto Vale do Itajaí, e reside em Timbó. Graduado em Direito e Administração, com especialização em Contabilidade, foi auditor fiscal da Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina por 39 anos (1978-2016). Em dezembro passado, decidiu se aposentar depois de cinco anos no cargo de secretário adjunto da pasta.
 

Gavazzoni deixou o governo

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Hoje pela manhã, o secretário da Fazenda, Antônio Gavazzoni se exonerou do cargo.

Não há informações detalhadas ainda quando a sua saída do governo. Tido como um dos homens fortes do governador Colombo, sua saída enfraquece a equipe de resistência e o núcleo duro do poder.

Ele estava com Colombo desde o primeiro mandato.

 

Nota à imprensa
 
Nesse tempo em que fui secretário de Estado e presidente de estatal me concentrei sempre em enfrentar problemas e crises. Nunca fui seduzido por assuntos que gerassem publicidade positiva, como inaugurações ou festas políticas.
Zelei cada dia pelo interesse público, trabalhei dando toda minha força, energia, conhecimento e capacidade para enfrentar grandes problemas públicos, desde a crise econômica e climática de 2008, depois à frente do grupo Celesc e, sobretudo, na Secretaria da Fazenda nestes últimos anos da pior crise econômica que o país e o Estado já viveram em toda sua história. Vencemos por não aumentar impostos nem atrasar salários.
Se isso tivesse ocorrido, a Segurança, a Saúde e a Educação teriam entrado em colapso, como aconteceu em vários estados. O progresso econômico e social estaria severamente comprometido.
Porém, apesar de todo meu entusiasmo pelas missões públicas, neste momento não tenho forças para seguir comandando os homens e mulheres de grande capacidade técnica que pertencem aos quadros da Fazenda.
Não vou descansar, mas me dedicar a mostrar a cada pessoa que confiou em mim ao longo desses 11 anos, que nada do que foi dito por criminosos confessos é verdadeiro. Todos os encontros narrados foram presenciados por terceiros que testemunharão para esclarecer a verdade. Os heróis brasileiros em que se transformaram os Procuradores da República e os Magistrados sabem e saberão julgar aqueles com quem lidam. Esses criminosos confessos, que buscam a qualquer preço montar versões que justifiquem a troca de penas alongadas por liberdade e vida milionária no exterior, não podem vencer.
Na nossa vida tudo tem um limite. A minha enérgica disposição para enfrentar problemas no Estado encontrou o seu: os dois fatos envolvendo questões eleitorais, injustas e improcedentes quando citam meu nome e, por isso, doloridas. Abro mão do foro privilegiado porque nada temo. Agradeço ao governador Raimundo Colombo pela confiança e amizade recíprocas, bem assim a todos os colegas de Governo.
Tenho Deus por testemunha de minhas palavras e, mesmo passando por tudo isso, só agradeço às amizades e simpatias que conquistei.
 
Antonio Marcos Gavazzoni

 

22 de maio de 2017

David quer a volta do Fundo Municipal de Habitação

O vereador David Moro está pedindo que a prefeitura restitua o Fundo Municipal de Habitação e também do Conselho Municipal de Habitação que existiam até a gestão passado.

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Segundo ele, para este fundo iam todos os recursos de doações, auxílios e contribuições de terceiros, que agora não existindo passa para a Secretaria da Assistência Social a qual a Habitação está ligada administrativamente.

Obras da delegacia regional já estão sendo finalizadas

 

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Ainda não há previsão para a inauguração do novo prédio da Delegacia Regional. Até questionei esta semana para saber o que exatamente estaria faltando para isso. Segundo o assessor da ADR, Pablo Gomes, falta a conclusão de apenas 3% da obra. O que seria?  O cercamento externo e instalação dos aparelhos de ar-condicionado. Os móveis e demais equipamentos já estão sendo adquiridos, diz ele.

 

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Uma das reivindicações é a abertura desta rua, ao lado do prédio da delegacia, que daria na altura do Colégio Santa Rosa, servindo como uma via de escoamento do trânsito central.

Desta vez ainda não deu mas, quem sabe, mais adiante…..