Calcagnotto diz que primeiro vai esperar para ver como fica o quadro de candidaturas. Por enquanto não retorna a Lages

“Com a saída do governador Raimundo Colombo, acho que o nosso compromisso com o governo também termina. É natural que quem assume coloque as pessoas de sua confiança. A minha função era de contribuir com o governador Colombo”, disse esta semana o secretário do Fundo Social, Celso Calcagnotto.

Na quarta-feira passada ele protocolou seu pedido de 10 dias de férias e no retorno, dia 14, estará se desligando definitivamente da função. Diz que já era para ter deixado o governo ainda no início do segundo mandato de Colombo, mas a pedido dele acabou ficando, apenas por este compromisso pessoal com o governador. Em dezembro do ano passado já estava saindo em férias para depois oficializar seu desligamento, mas foi chamado por Colombo e o próprio prefeito Ceron para resolver algumas pendências com relação às obras em Lages. Agora resolvidas todas elas, está liberado para seguir outros projetos.

No momento não deve retornar a Lages. Na realidade ele está comprometido com o deputado estadual e pré-candidato ao governo, Gelson Merísio. Ele mesmo admite que, se vigorar a candidatura de Merísio como cabeça de chapa, deve permanecer na Capital.

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“Primeiro quero ver quais serão os nossos passos – do governador e do partido -, para ver se é melhor ficar lá ou voltar para cá e de repente poder contribuir de alguma maneira com o prefeito Ceron, se for necessário”, diz Calcagnotto.  Lembra que da outra vez em que foi convidado pelo prefeito Ceron para integrar a sua equipe, no início de seu mandato, “ eu o convenci depois de muita insistência, de que era muito mais útil lá em Florianópolis do que aqui.”

Nos bastidores já se cogita a possibilidade de Celso assumir a pasta (caso seja desmembrada da Administração) ou atuar como executivo da Fazenda, hoje acumuladas nas mãos de Antônio Arruda. Na realidade esta decisão de Calçagnotto marca o início do desmantelamento da República Lageana, no Centro Administrativo.

Com a saída de Colombo, os lageanos que lá estão começam a voltar.

Troca de secretária e dos assessores de confiança

 

O comentário de quem conhece bem a estrutura da Secretaria da Educação é de que estão ocorrendo muitas mudanças com a nova titular da pasta.

Todos os que detinham cargos comissionados e são ligados à secretária anterior, Valdirene Vieira estão sendo substituídos. Isso é bastante comum no serviço público: sempre há uma caça às bruxas a cada troca de comando.

Desembargador Eduardo Gallo é afastado em decisão inédita do TJ-SC

Em decisão cautelar inédita do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, o Órgão Especial composto por 25 desembargadores decidiu por maioria de votos pelo afastamento do desembargador Eduardo Mattos Gallo Júnior, 52 anos, por 140 dias, em sessão realizada nesta sexta-feira (15). No julgamento, 16 desembargadores votaram pelo afastamento e sete foram contrários. Das quatro sindicâncias que o desembargador respondia, três viraram PAD (Processo Administrativo Disciplinar).

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O objetivo da continuidade da sindicância é desencadear mais diligências para apurar a denúncia do advogado Felisberto que acusou o desembargador de cobrar R$ 700 mil para julgar favoravelmente um processo sobre execução de honorários advocatícios. Na ocasião, o advogado chamou Eduardo Gallo de “vagabundo”, “safado” e “descarado”.

Já as outras três denúncias que viraram PAD estão relacionadas ao comportamento do desembargador fora e dentro do tribunal. Ele responde a violência doméstica, a um vídeo onde aparece sem roupa demonstrando agressões sofridas, auxílio jurídico a um servidor e influência na compra de um imóvel comercial.

Caso o PAD não seja concluído em 140 dias, os 25 desembargadores do Órgão Especial voltam a se reunir para decidirem sobre a continuidade do afastamento. Eduardo Gallo tem mais 20 anos de magistratura e tornou-se desembargador neste último ano.

Portal ND

Colombo não descarta a reedição da aliança com o MDB

Na entrevista feita pelo DC na edição de final de semana, o governador Raimundo Colombo se despediu do cargo, uma vez que no dia 16 deve se licenciar para fazer um curso na Espanha. A previsão é de que só volta para renunciar, no dia 7 de abril.

Perguntado se acredita na continuidade da aliança com o MDB, ele respondeu:

" Acho que tudo é possível. Temos que fortalecer o nosso partido, lutar para ter o nosso candidato, mas não podemos fechar as portas para as alianças."

Se nem o governador descarta essa possibilidade….quem somos nós para dizer ao contrário!

Leia parte da entrevista:

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Merísio se reúne com prefeitos e lideranças do PSD na Serra

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Deputado estadual Gelson Merísio realizou encontro em Lages, neste sábado. Reuniu prefeitos, vice-prefeitos e vereadores do PSD e aliados na região, em um almoço na chácara do Banespa.

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 Presentes o prefeito Antônio Ceron, o vice Juliano Polese, o deputado Gabriel Ribeiro.

Objetivo foi de mobilizar as lideranças em prol de sua campanha ao governo. Merísio trabalha para tornar irreversível a sua candidatura.

Fotos: Nilton Wolff

Hospital está sem remédio para tratamento do câncer

Matéria do Correio Lageano informa que desde dezembro, mulheres que fazem tratamento de hormonoterapia, contra o câncer, atendidas pela Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), do Hospital Tereza Ramos, estão com medo de a doença voltar.

Isso porque, elas precisam tomar o remédio Anastrozol e não podem, pois o órgão não está fornecendo. Segundo elas, a informação é que não há prazo para voltar a fornecer. Se fosse barato, até que elas poderiam comprar nas farmácias, porém, o valor do genérico é R$ 660 e o original chega a R$ 900 na rede privada. Esse é o valor de uma caixa com 30 comprimidos, suficientes para um mês de tratamento.

Para não deixar o tratamento de lado, uma dessas mulheres, que prefere não se identificar por medo de represália, contou ao Correio Lageano que sua irmã tem comprado o remédio na farmácia e parcelado no cartão de crédito. “Mas ela não pode fazer isso sempre. Não temos condições e eu não sei mais o que fazer. Tenho medo de o câncer voltar. Precisei tirar uma mama.”