Instrumento instalado no aeroporto regional é ultrapassado diz especialista

Eu vejo que Lages terá um grande problema até que o aeroporto de Correia Pinto construa a sua carta de aproximação, pouso e decolagem baseada em informações do GPS, hoje, o GPS está em uso no aeroporto de Lages, a qual permite o voo por instrumento com teto e visibilidade restrita. Infelizmente, em Correia Pinto foi instalado um rádio farol não direcional, também conhecido como NDB, do inglês Non Directional Beacon. Tecnologia desenvolvida em 1923 e banida da moderna aviação, mas como estamos no Brasil, alguém comprou e pagou a instalação desse equipamento temeroso para o campo de aviação de Correia Pinto. A cidade de Lages irá sofrer muito com o aeroporto de Correia Pinto sem voo por instrumento GPS.

Saudações,

Claudio Lemos Louzada

Cláudio atuou na Gol e na Rio Sul Linhas Aéreas e hoje atua em uma empresa de consultoria, a C&L Engenharia e Soluções Empresariail

A Azul diz que transfere os voos para o aeroporto regional “se oferecer uma melhor infraestrutura para as operações da companhia”

Do ato realizado na quinta-feira, para oficializar a transferência da administração do aeroporto regional à Infraero, me chamou atenção um detalhe: a duração do contrato de apenas um ano, embora a vigência possa ser prorrogada.

Obviamente que a Infraero tem experiência nesta área porque administra cerca de 55 outros aeroportos. Se estabeleceu este prazo porque é o tempo necessários para colocá-lo em operação, aproveitando a expertise da Infraero para a questão da homologação do mesmo que é sempre um processo complicado.

Para isso o governo do estado pagará mensalmente a ela R$ 127,9 mil para que cuide desse processo. Não é uma concessão porque o aeroporto não tem ainda lucro operacional. A previsão é de que neste primeiro semestre, o aeroporto conseguirá a homologação apenas para receber aeronaves da aviação geral diurnos.

Somente depois serão instalados os equipamentos para os voos por instrumentos. Para isso serão necessários novos investimentos e que não serão baratos. Vamos depender novamente da boa vontade do governo em investir ainda mais no aeródromo.

A ideia tanto do governo como da Infraero é transferir os voos da Azul para lá.

 

Segundo o assessor de imprensa da Azul, Bruno Tortorella, “ainda não há nenhuma tratativa ou acordo consolidado sobre possíveis mudanças em Lages. A Azul está acompanhando as obras do novo aeroporto de Correia Pinto e acredita que uma migração dos voos comerciais regulares para a cidade possa acontecer caso este venha a oferecer uma melhor infraestrutura para as operações da companhia”.

Bem entendido! É preciso oferecer uma melhor infraestrutura.

 

Além dos voos da Azul, o aeroporto de Lages tem uma intensa movimentação. Segundo os administradores cerca de 300 aeronaves pousam ali todo o mês. Há dias que o aeroporto recebe até 10 aviões entre particulares, de taxi aéreo e transporte de enfermos. Estes voos dificilmente serão transferidos para o regional. Há ali instalada uma empresa de serviço de taxi aéreo. O transporte de enfermos também não será feito por aquele aeroporto: não iriam pousar a 30 quilômetros de distância se pode descer a poucos minutos de uma unidade de saúde.

Se temos hoje um aeroporto regional, o mínimo que podemos esperar é que se obtenha outras linhas aéreas para ali operar. Trazendo a Gol ou a TAM, fazendo a ligação com outros centros do país e até voos internacionais. Apenas transferir a única linha que temos para lá, não somará absolutamente nada. É trocar seis por meia dúzia.

Não há mais recolhimento dos vidros e agora estão sendo jogados na natureza

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Alguém que estava indo para a região do Guará, se deparou ontem com este monte de vidros ao lado da estrada. O local está servindo para a desova de cacos de vidro já que a cidade não dispõe mais da empresa que fazia o seu recolhimento.

Desde a época do prefeito Renatinho, em função de um ajuste de conduta firmado com o Ministério Público, foi contratada uma empresa para fazer o recolhimento deste lixo reciclável.

Mas, infelizmnente, no ano passado o contrato não foi renovado sob o argumento de que precisaria fazer licitação. Mas esta não foi realizada até agora. Portanto, não tem quem recolha este lixo. Sabemos que ele vai parar erm algum lugar. E…. aí vemos onde!

 

Caça e Tiro tem de colocar câmeras para acompanhar a ação dos seus frequentadores

Segundo relato de uma mãe que levou seu filho na piscina do Caça e Tiro neste sábado (20), tinha cocô boiando na piscina infantil.

Constatado a presença do cocô na água foi providenciada a imediata retiradas das fezes e colocaram cloro. Sabemos que um clube com tantos associados, como o Caça, está sujeito a inúmeras situações, porque nem todos têm a mesma educação.

Acredito mesmo que já esteja na hora de colocarem câmeras em vários setores especialmente na área das piscinas para haver monitoramento.

Voos da Azul sairão de Lages mais tarde a partir de fevereiro

A partir do dia 19 de fevereiro os voos da Azul da linha Lages-Campinas sairão de Lages mais tarde.

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O avião pousa em Lages às 19h05 e decola de volta às 19h35min. Se o aeroporto de Lages não tivesse instrumentos para poupo e decolagem não seria possível. No inverno, neste horário, já é noite.

Esta troca aconteceu após um estudo feito e o resultado é que este horário é o mais viável para quem vai a São Paulo a negócios, voltando mais no final do dia.

Se estivesse operando no aeroporto regional já não seria possível.

Governo de SC tem 54 mil servidores aposentados

O governo do estado está informando o cronograma de pagamento dos servidores neste ano de 2018.

Confira as datas de pagamento dos salários: 

JANEIRO

 31

FEVEREIRO

 28

MARÇO

 29

ABRIL

 30

MAIO

 30

JUNHO

 29

JULHO

 31

AGOSTO

 31

SETEMBRO

 28

OUTUBRO

 31

NOVEMBRO

 30

DEZEMBRO

 28

 

 

O que me chamou atenção foi o total dos funcionários públicos: hoje são 142.582, e destes:

  • Ativos: 56.545
  • Inativos: 54.050
  • Pensões Especiais: 2.801
  • Admitidos em Caráter Temporário – ACT’s: 29.124
  • Celetistas: 62

 Vejam que o número de servidores aposentados do serviço público está chegando perto do total de efetivos.

ADR esclarece a respeito do aditivo solicitado pelo consórcio no caso da SC 114

Boa tarde Olivete, conforme combinado, seguem informações sobre o termo aditivo que julgo serem esclarecedoras para seus leitores.

A ADR Lages esclarece que o termo aditivo foi solicitado pelo Consórcio SBS Dalba porque alguns serviços necessários não estavam previstos no projeto contratado pelo Deinfra e elaborado pela empresa Sotepa, datado de setembro de 2013, quase três anos antes do início da referida obra (10 de agosto de 2016).

Na ocasião da elaboração do projeto, não havia ainda a decisão de realizar a obra utilizando novas tecnologias, como o Cimento Portland, material que fez o pavimento ganhar altura (25 centímetros), em relação ao antigo pavimento asfáltico deteriorado pelo tráfego de veículos pesados na SC-114 (Rodovia Estadual Aristiliano Ramos). Uma prova disso, por exemplo, é que o projeto inicial prevê pintura acrílica, comum em pavimento asfáltico, mas não ideal para o concreto, pois descasca, razão pela qual será substituída pela pintura eletrostática, com maior durabilidade.

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Um dos principais custos deste termo aditivo é o aterro necessário para a utilização e passagem da pavimentadora de concreto na área concretada. Somente para tal serviço, já realizado, a empresa solicita R$ 2,2 milhões, de acordo com planilha do consórcio SBS Dalba.

Para o aterramento dos bordos, que é o nivelamento das laterais da rodovia, também não previsto no projeto inicial, serão R$ 500 mil.

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Também estão previstos valores para diferentes níveis de desmatamento – supressão de mato fechado tem um custo diferente da supressão de vegetação rasteira, por exemplo. Esses serviços, por exemplo, estão em andamento, e foram solicitados pelo Deinfra.

Além disso, há o custo de reparos provocados pela deterioração da rodovia nestes três anos que separaram a elaboração do projeto (2013) ao início das obras (2016), pois alguns problemas que não foram verificados durante as sondagens realizadas pela empresa projetista em 2013 acabaram impactando na realização da obra, como sistemas de drenagem e, remendos na rodovia que, com a degradação, estiveram sujeitos à infiltrações. Para completar, o termo aditivo também contempla serviços de meio ambiente, como plantio de grama e hidrossemeadura. 

 

Agradeço pelo espaço para esclarecimento dos leitores do referido blog.

 

Cristiano Rigo Dalcin

Gerente de Comunicação – ADR Lages 

Ainda sobre as leis do queijo artesanal

Boa tarde!
Encaminho uma breve explicação sobre a diferença entre as leis do deputado Gabriel Ribeiro e do deputado João Amin:
A Lei do Queijo Serrano regularizou apenas um tipo de queijo, deixando de fora os demais produtores catarinenses e os diversos tipos de queijo produzidos a partir de leite cru;
– A Lei do deputado João respeita os modos de saber fazer dos produtores, sem aceitar normas higienistas industriais;
– Nessa Lei houve simplificação das estruturas de fabricação, permissão para uso da madeira, estabelecimento dos regulamentos técnicos de identidade e qualidade;
– O objetivo dos produtores de queijo artesanal não é ter Identificação Geográfica e sim poder comercializar o produto legalmente.
 
Rodrigo Viegas
Assessor do deputado João Amin

CPI ouvirá mais cinco pessoas no dia 31 de janeiro

 

A CPI da Infelicidade já marcou novas oitivas para o dia 31 de janeiro, uma quarta-feira, para tentar desembrulhar a história que mesmo depois de 13 oitivas ainda há inconsistência nas informações.

A comissão tem até o dia 14 de março para concluir os trabalhos, mas quer terminar antes.

Nesta oitiva do dia 31 serão ouvidas cinco pessoas, visando esclarecer alguns pontos em que houveram depoimentos contraditórios.

Quem a CPI ouvirá:

Lúcia Poffo

Moacir Oliveira

Edson Medeiros

Paulo Souza Ribeiro

Alberto Sanson

Provavelmente estas serão as últimas oitivas a serem realizadas

Consórcio pediu aditivo de 11% do valor da obra para cobrir serviços não previstos

 

O Consórcio SBS Dalba, responsável pela obra de reconstrução da SC 114 no trecho entre Lages e Otacílio Costa, já está solicitando um aditivo, porque, segundo consta, são necessários alguns serviços que não estavam previstos no contrato inicial.

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Um dos serviços não previsto é o aterramento das laterais da pista. O que não dá para conceber que engenheiros tenham projetado uma obra com 25 centímetros de altura da pista e não previsse que precisava nivelá-la nas laterais. Você imaginam que um profissional tenha feito isso? 

Resultado, o aditivo deverá corresponder 11% do valor da obra que está orçada em R$ 78 milhões.

Segundo o que foi repassado à assessoria, o valor do aditivo solicitado é de R$ 8,6 milhões