Duas novas propostas serão apresentadas hoje na Câmara

 

Vereadores já estão protocolando duas novas propostas para estabelecer o número de cadeiras para a próxima legislatura

Uma das propostas é para 16 cadeiras e outro de 14. Pelo visto a oposição vai abraçar essa segunda.

A Câmara tem 10 dias (02/04) para decidir a respeito, não o fazendo que irá definir é o Tribunal Regional Eleitoral ou o Tribunal Superior Eleitoral (Câmara ainda está fazendo consulta para saber a qual deles caberá a tarefa)

Como a legislação estabelece que nos municípios entre 160 a 300 mil habitantes pode ter até 21 cadeiras, Lages com 159 mil habitantes nem está nessa faixa. Poderia ter no máximo 19, mas está muito longe dos 300 mil habitantes, portanto, se estabelecer 15 já estaria demais.

Não sei se são seria melhor deixar a Justiça Eleitoral decidir. Pelo menos estabeleceria o justo. Do contrário vai passar o de 16 cadeiras, reduzindo apenas três cadeiras da atual composição. Particularmente acho que deveria ficar em 15, mas essa proposta não passou.

 

 

Estradas rurais precisam de melhorias para escoar a safra de grãos. Tem muitos pontoscríticos

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Representantes da Associação Rural de Lages e de cooperativas  estiveram  com o prefeito Elizeu e o secretário Moises Savian para traçar estratégias voltadas à manutenção das estradas vicinais, visando garantir rapidez e agilidade no escoamento da produção.

A reunião definiu o mapeamento de pontos críticos que precisam de ações emergenciais para assegurar a trafegabilidade.

O prefeito lembra que o descumprimento às normas que regulamentam a pesagem dos caminhões vem causando transtornos ao meio rural, pois o excesso de peso danifica as vias.

O presidente da Associação Rural, Márcio Pamplona, reconheceu o trabalho desenvolvido rotineiramente para conservar as estradas vicinais. O município concentra 1.517 quilômetros de vias rurais. A conservação é feita por equipes da prefeitura com máquinas adquiridas em 2013.

Foto: Toninho Vieira

Lages está entre os municípios que se destacam no setor florestal

 

 

Em 2014 o setor florestal e madeireiro de Santa Catarina criou 92.616 empregos diretos.

“Do total, 43% são da indústria madeireira e 29% são da fabricação de móveis. Caçador, São Bento do Sul, Lages, Rio Negrinho e Três Barras são, respectivamente, os municípios que mais empregam no setor.  A estimativa é que em 2015 foram geradas 669 mil vagas. O último ano apontou leve queda geral para Santa Catarina, com estimativa é de 91 mil vagas. Mesmo assim é o número muito significativo”.

 

Quem informa isso é  o diretor executivo da Associação Catarinense de Empresas Florestais, o engenheiro florestal Mauro Murara Junior

Prefeitura de Curitibanos faz esclarecimento a respeito da Expocentro

 

A Administração Municipal de Curitibanos, a propósito de informações veiculadas pelo Portal Via Pública, vem esclarecer aos veículos de comunicação e a quem mais interessar possa que não haverá nem sequer foi convocada qualquer entrevista coletiva para a terça-feira (22 de março) a respeito da Expocentro ou de outro assunto relacionado ao evento. Da mesma maneira não haverá divulgação dos shows nessa data porque tampouco o contrato com a empresa promotora do evento foi firmado, tendo em vista que o prazo para apresentação dos contratos definitivos entre a licitante e os artistas findará no dia 28 de março de 2016.
Com relação ao concurso para Rainha da Expocentro faz-se necessário esclarecer que as propostas do processo licitatório para contratação de empresa que prestará os serviços exigidos em edital para realização do concurso não foram abertas em 14 de março, e sim somente publicado o edital nesta data.
Por respeito à população curitibanense, aos procedimentos legais e à verdade, a Administração de Curitibanos e sua Coordenadoria de Imprensa tem por princípio divulgar informações apenas após a conclusão dos processos licitatórios e/ou às assinaturas de contratos. 

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PREFEITURA DE CURITIBANOS
Assessoria de Comunicação e Imprensa

Polese quis convencer que derrubar o veto seria inconstitucional

 

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O vereador Juliano Polese foi tão convincente ao tentar reverter a votação do veto do prefeito ao projeto de reajuste dos vencimentos dos vereadores, que o vereador Gerson dos Santos quase acreditou que estava sujeito a ir preso caso votasse pela derrubada do veto.

 

Isso que o parecer jurídico foi elaborado por alguém diretamente interessado em que o veto fosse derrubado.

O assessor jurídico estava em defesa de causa própria: o reajuste de seu próprio salário.

 

Mais estranho foi o vereador Juliano se abster de votar o veto.

É coisa de quem: ou não tem opinião ou não quer se comprometer

Cobertor está muito curto para a PM

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Acha que a PM mandou todo o seu contingente para guardar a Câmara de Vereadores ontem (o aparato não foi pequeno), tanto que não houve nenhum registro de ocorrência Policial.

Não houve ocorrência ou a polícia não registrou? Eis a questão!

 

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É que o efetivo policial anda tão pequeno que se cobre uma parte deixa a outra em descoberto.

Há quem diga que será muito complicado o policiamento da Festa do Pinhão desse ano. Ou atende a festa ou a cidade.

Fotos: Zé Rabelo

Câmara mantém o veto do prefeito ao reajuste dos vereadores

 

 

Por pressão da plateia presente na Câmara o veto do prefeito ao decreto legislativo foi à votação nessa sessão de hoje (21).

 

Juliano Polese foi voto contrário a tramitação do projeto.

Parecer jurídico da assessoria da Câmara: pela derrubada do veto ao projeto de lei.

Diz que o projeto não deveria ir à sanção do prefeito

A votação:

Gerson – pela manutenção do veto

Enio – pela manutenção

Marião – pela manutenção

Pastor Mendes – pela manutenção

Padeiro – pela manutenção

Elói Bassin – pela manutenção

Aidamar – pela manutenção

Chagas – pela manutenção

Marcius – pela manutenção

Marin – pela manutenção

agessander – pela manutenção

Appolináio – pela manutenção

Freitas – pela manutenção

Rodrigo – Pela manutenção

Thiago – pela manutenção

Domigos – pela manutenção

Felício – pela manutenção

 

Polese – se absteve

 

David – pela derrubada – "porque sou um homem, não sou um rato"

 

17 votos pela manutenção do veto, uma abstenção e um voto pela derrubada do veto

 

Sessão da Câmara nessa segunda-feira inicia com o plenário lotado

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Plenário Nereu Ramos da Câmara de Vereadores está lotado, mas não há a manifestação esperada fora do recinto do legislativo.

 

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Lá fora, apenas a faixa do Pelé e seu pessoal. Não houve a manifestação esperada.

Isso é Lages, as pessoas têm muita dificuldade em se manifestar, tomar posição.

Quanto ao veto do prefeito ao Decreto legislativo que reajusta salários de funcionários e vereadores, será apenas lido nessa sessão, porque a Câmara tem 30 dias para votar.

A estratégia, ao que parece é deixar os ânimos se acalmare e, quiça, derrubarem em um cochilo nosso.

 

O vereador Elói Bassin tenta adia a apreciação do veto do prefeito, alegando que tem um mês para analisar e faz menos de 24 horas que entrou na casa.

 

Vereador Marcius Machado usa a palavra para defender seu projeto para redução para 13 vereadores.

Argumenta que reduzindo o número de vereadores não significar reduzir a representatividade, pois o vereador representa os interesses na cidade e não dos bairros.  Se fosse assim teria de haver mais de 60 vereadores.

 

Marião

O vereador  propôs que reduzisse para 15 cadeiras e disse que a Câmara tinha de reduzir o total de funcionários do legislativo, de 97 para 60, que ainda seria muito. Diz que com a redução para 15 já haveriam oito assessores a menos. "Deveríamos estabelecer que para cada vereador houvessem apenas quatro funcionários"

 

Enio do Vine

 

Entrou com uma moção propondo a redução em 30% dos valores dos vencimentos do prefeito, do vice, secretários e vereadores.

Em defesa dos vencimentos dos vereadores ele argumentou sobre a redução dos cargos comissionados.

Votação do proposta para reduzir para 15 vereadores:

Projeto foi rejeitado

Veja a votação:

Marcius – contra 

Enio – contra

Marin – Contra

Belezinha – contra

Polese – Contra

Chagas –  contra

Padeiro – contra
Domingos – Contra
 
 
Aidamar – a favor

Marião – a favor

Pastor Mendes – a favor

Bassin – a favor

Appolinário – a favor

Anilton Freitas – a favor

Gerson – a favor

Felício – a favor

David – a favor

Rodrigo – a favor

Thiago – a favor

 

11 a favor e oito contra

 

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votação do projeto para

19 vereadores:

 

Aidamar – contra

Marcius – contra

Marião – contra

Mendes – contra

Bassin – contra

Gerson – contra

Thiago – contra

David – contra

 
Marin – a favor

Enio – a favor

Belezinha – a favor

Appolinário – a favor

Polese – a favor

Freitas – a favor

Chagas – a favor

Felício – a favor

Padeiro – a favor

Rodrigo – a favor

Domingos – a favor

11 a favor e oito contra

Rejeitado

Adilson Padeiro disse que não votou no 13, porque "o treze quase acabou com o nosso país" e no 15 porque"o quinze quase acabou com a nossa cidade. Quando arrumarem um número bom, eu voto".

 

O Marcius se desesperou com seu novo companheiro de partido: o padeiro. Mas, disse que ele veio para o PR de cima para baixo. Em suma: coisa de Jorginho!

 

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Diz Elói Bassin que havia acordo com 13 vereadores pelo 15 cadeiras e dois deles não cumpriram o acordo.

 

 

Votação da proposta para fixar

em 13 vereadores:

 

Marcius – a favor

Thiago – a favor

Aidamar – a favor

Bassin – favor

Gerson – a favor

 

Enio – contra

Marim – contra

Belezinha – contra

Marião – contra

Pastor Mendes – Contra

Appolinário – contra

Polese – contra

Freitas – contra

Chagas – contra

Felicio – contra

David – contra

Padeiro – contra

Rodrigo – contra

Domingos – contra

14 contra e 5 favoráveis

(teve vereador que assinou a proposta e não votou a favor da proposta. São eles: Polese e

Pastor Mendes)

Rejeitado

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Votação do projeto que fixa

em 9 cadeiras:

 

Marcius – a favor

Enio – a favor

Aidamar – a favor

Marin – a favor

Marião – a favor

Bassin- a favor

Polese – a favor

Gerson – a favor

Thiago – a favor

 

Domingos – contra

Rodrigo – contra

Padeiro – contra

David – contra

Felício –  Votou primeiro a favor e depois mudou – contra

Chagas – contra

Freitas – contra

Pastor Mendes – contra

Belezinha – contra

Appolinário – se absteve

9 votos a favor 9 contra e 1 abstenção

Rejeitado

 

Todos os quatro projetos foram rejeitados. Mas, como o número de cadeiras tem de ser decidido até seis meses antes das eleições, há tempo para que se faça novo projetos (não mais propondo 19, 15, 13 ou 9 cadeiras. Poderá ser 20, 18, 17, 16, 14, 12, 11 ou 10). Tem até 02 de abril. Cerca de 10 dias.

Se não for  decidido no tempo hábil, caberá a Justiça Eleitoral definir o número de cadeiras.