Nota de esclarecimento da prefeitura a respeito da derrubada do veto

A jornada de trabalho de 30h a todos os profissionais supramencionados afeta diretamente a manutenção dos serviços de saúde prestados à população, pois contraria as bases do Sistema Único de Saúde – SUS. Apesar disso, os vetos foram rejeitados pelo Poder Legislativo, impondo ao Município de Lages a obrigação de cumprir a jornada reduzida dos profissionais da saúde de nível superior em detrimento de outros servidores de nível superior e os de nível médio, fazendo com que não apenas o serviço público de saúde, mas também toda a população seja diretamente afetada.

Esse prejuízo ocorrerá porque todos os programas que recebem recursos do Governo Federal exigem a jornada de trabalho dos profissionais da saúde de 40 horas semanais (Unidades Básicas de Saúde, CAPs, PAPs, CEREST e as Coordenações de Saúde da Mulher, Saúde da Criança, Saúde do Idoso, NASF e Academia da Saúde), afetando também os demais serviços prestados à população que contam com esses profissionais, como os do Pronto Atendimento. Ao todo, 232 profissionais de saúde terão a jornada de trabalho reduzida.

Com a rejeição do VETO pelos Vereadores e para que o Município possa manter funcionando seus serviços de saúde com qualidade, o Município seria obrigado a contratar outros profissionais, o que viola a legislação eleitoral considerando que essas vagas não estão previstas na legislação municipal e teriam que ser criadas.

Assim, com as emendas do Vereador Juliano Polese, as obrigações que foram impostas ao Município, além de gerarem aumento de despesas, trarão prejuízos à população, em um momento que o País exige que os gestores tenham cautela e ainda mais responsabilidade no trato da coisa pública, considerando que se cumprido o teor da emenda, restaria inviabilizada a execução dos Programas do Governo Federal, cujos repasses ao Município giram em torno de um milhão de reais/mês e que poderiam ser reduzidos ou suspensos.  Sem tais repasses não haveria condições de manter as Unidades de Saúde abertas para atendimento da nossa população, considerando ainda que a redução dos horários comprometeria a qualidade do serviço prestado.

A Prefeitura respeita a posição do Poder Legislativo, mas, no entanto, reafirma que buscará o apoio do Poder Judiciário para anular a decisão e seus efeitos, corrigindo o vício constitucional existente e também para preservar os direitos da população em geral.

 

       Resumo de possíveis consequências:

1)      Redução de horário de atendimento à população;

2)      Impossibilidade da realização das atividades do profissional de nível médio, uma vez que estará sem supervisão;

3)      Descumprimento da legislação dos Conselhos profissionais, vez que o técnico não pode ficar sem a devida supervisão;

4)      Possível redução de repasses por parte do Governo Federal e Estadual, num montante de R$ 17.352.458,00/ano;

5)      Redução dos Serviços e Programas oferecidos à população;

6)      Redução do número de atendimentos por Serviço de Saúde;

7)      Agravamento na fila de espera por atendimento;

8)      Possível redução da Cobertura da Saúde da Família;

9)      Aumento da procura pelos Serviços do Pronto Atendimento Municipal Tito Bianchini, Policlínica, Central de Atendimento, Sala de Vacina Central, ou seja, CENTRALIZAÇÃO DO ATENDIMENTO;

10)  Possível redistribuição das Unidades de Saúde;

11)  Possível realocação dos Profissionais de Saúde;

12)  Retrocesso na Atenção à Saúde do Município;

13)  Possível perda da qualificação do Município no Programa de Melhoria da Qualidade de Acesso na Atenção Básica – PMAQ, com a redução de cerca de R$ 3.300.000,00/ano;

14)  Não permanência no PMAQ, devido a necessidade de cadastramento e atualização regular, por parte dos gestores, de todos os profissionais das Equipes no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), assim como o cumprimento da carga horária de acordo com o informado;

Lombadas eletrônicas para conter motoristas apressados

 

A Diretran decidiu instalar duas lombadas eletrônicas na Avenida Duque de Caias, para disciplinar motoristas, ciclistas e pedestres que a utilizam.

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Ficarão em frente às empresas JZago e Citröen, de forma paralela (uma em cada faixa e sentido de trânsito).

“Na semana que vem as lombadas deverão estar visíveis nestes locais. Por enquanto o que se realiza são as obras de base e instalação elétrica que passam despercebidas dos usuários da via”, explica o diretor de Trânsito, Gustavo Oliveira.

Segundo o chefe da Diretran, o limite de velocidade dessas duas novas lombadas será de 40Km/h, enquanto que o limite de velocidade de pista é de 50km/h.

Foto: Sandro Scheuermann

Feirantes dizem que nunca foram tão humilhados

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Os feirantes que vieram para Otacílio Costa, semana passada para realizar o Feirão do Bras estão ainda acampados no salão da igreja São José e dizem que não têm dinheiro nem para retornar para casa.

"Nós realizamos feiras no Brasil inteiro e nunca fomos tão humilhados como fomos aqui", diz uma das feirantes.

Depois de tentarem uma queda de braço com a prefeitura, comerciantes locais e até com a justiça, no sábado, a Polícia Federal esteve no local e levou todas as mercadorias. E, dizem os feirantes que ainda tiveram de ajudar carregar as mercadorias apreendidas.

 

Segundo esta mesma feirante, o que os comerciantes tinham medo é da concorrência, porque "percorremos as lojas e vimos que vendem o mesmo produto que vendemos com preços muitas vezes maior. Uma mochila que compramos no Bras por R$ 60,00, ví uma loja daqui oferecer por R$ 279,00. Um preço absurdo, lesando o cliente.Essa foi a revolta deles: que a população se desse conta de que estão sendo lesados", disse ela.

Não poupou críticas ao prefeito que depois de conceder licença para que a feira acontecesse no final de semana, voltou atrás.

 

Lei regulamenta as feiras

 

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Segundo o prefeito Tio Ligas, existe uma lei municipal específica que determina que, para a  feira acontecer, a empresa tem de ser sediada no município, o que não ocorreu nesse caso.

"Com vista nisso eu cancelei o alvará que havia sido dado", explicou o prefeito

Novos membros do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência

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Na primeira reunião dos novos conselheiros da Pessoa com Deficiência foi realizada a eleição da mesa diretora.

A presidência ficou com a representante da Associação Serrana dos Deficientes Físicos (Asdef), Analeia Terezinha Levitte; a vice-presidente é Caren Aparecida Oliveira da Silva, da Secretaria Municipal de Assistência Social; a primeira-secretária é Priscila Rafaeli Florinai, da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae); a segunda-secretária é Menar Terezinha Córdova da Rosa, da Secretaria Municipal de Educação.

Foto: Ari Júnior

Alexandre vai falar sobre empreendedorismo e inovação

Nesta terça-feira (26) a CDL de Lages realiza no Centroserra (as 19h30min) a Palestra do Ano: com Alexandre Costa, Presidente e Fundador da Cacau Show.

A temática abordada por Alexandre será de Empreendedorismo e Inovação.

“Sabemos se sua história de sucesso e empreendedorismo. Acreditamos que nossa classe empresarial precisa ouvir histórias de pessoas bem sucedidas, que enfrentaram riscos e assumiram desafios como todos nos enfrentamos no dia a dia”, comenta Rosani Pocai, Presidente da CDL.

Serra precisa de mais equipamentos turísticos, diz Walendowsky

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O presidente da Santur, Valdir Walendowsky, esteve em São Joaquim para debater o turismo e observou que as pessoas precisam criar a cultura de acreditar que o turismo é benéfico para região.

“O turismo é o setor da indústria que só cresce. A Serra ainda precisa de mais equipamentos de hospedagem e entretenimento. Mas tivemos um avanço com investimentos público e privado” disse ele.

Ainda bem que não veio repetir o que certo especialista em turismo disse uma vez a respeito do turismo rural: “turista não gosta de dormir em pelegos”

Bassin diz que Lages não é mais provinciana

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Não sei se foi em função da discussão a respeito da reforma do calçadão ou não, mas o vereador Elói Bassin, reafirmou na Câmara de Vereadores, essa semana, da necessidade do calçadão receber melhorias, lembrando que “Lages não é mais uma cidade provinciana”.

 

Ele também pede que a prefeitura fiscalize de forma criteriosa para que os proprietários de casas, lojas e edifícios revitalizem as fachadas, conforme a proposta do Sebrae e CDL.

Elói diz que para o fortalecimento do comércio e o turismo, estas mudanças são necessárias.