Há quem concorde que as casinhas não são a solução

 

"Srª olivete, muito interessante suas colocações na matéria publicada nesta data "Será que é essa a solução", compartilho com mesmo pensamento de que a colocação de casa nas praças para proteger os cães abandonados jamais será a solução para o problema, acredito que esta alternativa é a  pior delas visto que além de constranger outras pessoas coloca em risco os transeuntes pois quando alguém desconhecido do animal chegar próximo a sua casa corre o risco de se atacado, principalmente crianças, pois estas não conseguem identificar o perigo que este animal poderá gerar. Outro problema que estas pessoas que colocaram ou patrocinaram estas casas não conseguem ver é que a praça e de todos e não só para que estes atinjam o seu ideal ou sua forma de pensar. A solução no meu entender é que urgentemente o poder público deixe de ser hipócrita e mande retirar estas casa da praça pública bem como o recolhimento deste animais, e para estas pessoas que tem o ideal de proteção dos animais que acho louvável, pois que façam campanhas para que não se abandone os animais e, se abandonados forem, levem para suas casas ou abrigos patrocinados por eles ou por quem os apóia.

Adolfo Hoeller de Souza

Casinhas para os cachorros na praça. Será que é essa mesmo a solução?

13315366_1334615213220809_8169013664996013292_n.jpg

Admiro as pessoas que amam os animais e lutam para lhes dar melhores condições especialmente àqueles que estão abandonados à própria sorte nas ruas. Merece elogio o trabalho que algumas instituições e mesmo pessoas isoladas fazem em Lages em prol deles. Nos últimos dias ganhou as manchetes a campanha empreendida por empresários para instalar as casinhas para os cães nas praças e principais pontos dos bairros.

 

São quase 90 mil animais vivendo

nas ruas de Lages

 

Reconheço que é preciso medidas urgentes para, não apenas cuidar dos animais que estão aí, mas deter o aumento dessa população canina.

 

Fontes das próprias instituições voltadas à proteção dos animais apontam que está chegando a casa dos 90 mil animais circulando nas ruas de Lages. Portanto, as 500 casinhas que estão sendo instaladas vão atender uma parcela muito pequena desse universo.

Se conseguirem sensibilizar a comunidade para atender a toda população desses sem-teto, Lages passará a ser conhecida como a “cidade das casinhas de cachorros”, ou virar um grande canil a considerar o fato que agora estão distribuindo comida e água pelas praças e ruas.

 

Além da casa… comida e água

Andando pela área central me deparei com vários pontos onde foi depositada ração. Em dias de chuva essa ração escorre pela calçada e meio-fio. Mas, será que é de teto que esses animais precisam?

Necessitam também de atendimento veterinário.

Alguns estão tão sarnentos que perderam até os pelos. Espalhar casinhas para os cachorros é encarrar o problema de uma forma muito simplista. E ninguém tem coragem de criticar porque não seria “politicamente correto”.

 

Não seria mais coerente construir um canil para tirar esses animais da rua?

 

Mas, como nós é que somos os animais racionais, cabe a nós apelar ao bom senso.

Será que ao invés de espalhar casinhas, esses mesmo empresários não poderiam construir um local para abrigar esses animais abandonados, alimentá-los e castrá-los? Em local mais apropriado que não seja as praças e ruas da cidade? Sabemos que há várias iniciativas para castramento, mas em volume tão pequeno em relação ao tamanho da população que, mesmo nos próximos 10 anos não se dará cabo ao problema.

 

Dar teto e comida para mantê-los nas ruas é atrair um maior número deles para o centro. Tanto que durante o Recanto do Pinhão ouvi muitas queixas a respeito da quantidade de cachorros circulando no calçadão. Algumas delas deixaram o local por causa disso. 

O Fashion Hair é um mega evento que leva o nome de Lages além fronteiras de SC

74b3ebcd_1e1c_495b_a466_7707ab464314.jpg

"O empresário Luiz Figueiredo mostra que é possível fazer um mega evento, fora dos grandes centros”, disse o prefeito Elizeu Mattos, na abertura da 21ª edição do Fashion Hair nesse domingo, no Lages Garden Shopping, na área de expansão que até agora  não havia ainda sido ocupada.

O evento reune em Lages, até terça-feira, quase três mil pessoas, entre cabelereiros, profissionais de salão de beleza, empresas ligadas a área de cosméticos e o pessoal que torna possível o evento acontecer.

Além de profissionais dos quatro cantos de SC, o Fashion Hair atrai muitos participantes  de outros estados, como Paraná e Rio Grande do Sul.

 

2df91f07_55ad_423c_a278_ee78835aaec1.jpg

Na abertura do evento, na tarde deste domingo (05), Luiz Figueiredo lembrou como tudo aconteceu há 22 anos atrás, quando ele foi em uma feira em são paulo e lá se deparou com os produtos da Alfa Parf, industria de cosméticos italiana, onde deixou um cartão. Pouco depois contactataram com ele e hoje a Lafi Cosmétidos é a maior representante da indústria no mundo.

 

399fd8ce_eb85_4564_9f0f_400a64ff9ee3.jpg

Um ano depois,ele fez a primeira edição do Fashion Hair e hoje, além de Lages, acontece em Curitiba e agora será feito também em São Paulo (está marcada para novembro deste ano),  onde também já instalou uma academia para formação dos profissionais de salão de beleza.

Luiz também já adiantou que no ano que vem estará levando os clientes da Lafi à maior feira de cosméticos do mundo, em Bologna e também para fazer "um tour de 10 dias pela Itália".

 

525ba60c_f00c_4ba0_b9cb_0e5cc0c5e69a.jpg

A primeira apresentação neste domingo, foi dos gêmeos cariocas Maurício e Roberto Martins e logo em seguida o hairstilyst lageano, Serginho Beauty deu um show de apresentação.

 

Um shopping dentro do shopping

 

43f0ec64_e87b_4c14_a9a6_9fa439d2a8c9.jpg

Figueiredo percorreu a área dos estandes para mostrar a estrutura ao prefeito Elizeu

Foi montada toda uma estrutura, das mais diversas empresas que estão presentes ao Fashion Hair, para comercialização de  produtos.

 

Durante três dias a movimentação é intensa, com feiras de produtos especializados, workshops, desfiles, circuitos de penteados e make ups, demonstrações de técnicas e inovações, podologia, manicures e apresentação de profissionais renomados. 

Aprasc expede nota oficial sobre a suspensão do curso de formação de soldados

Uma decisão judicial do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC), emitida pelo desembargador Luiz Zanelato suspendeu o curso de formação de 711 policiais militares que teve início na manhã da última quarta-feira, 1º de junho. A Aprasc acompanha o caso, discorda da determinação judicial e denuncia mais um episódio de descaso e desrespeito do Estado com a segurança pública. Com mais este adiamento, a convocação dos aprovados, prevista para setembro do ano passado, foi adiada pela quinta vez – somando nove meses de espera. 

Na quarta-feira, primeiro dia da formação, os alunos-soldados se apresentaram às 7h30 e tiveram atividades de instrução na parte de manhã, com apresentação de documentos, definição de nomes de guerra, divisão em pelotões e matrículas. Muitos souberam da suspensão no horário do almoço. Mesmo com a notícia, o curso seguiu durante a tarde com treinamentos. Somente às 20h é que eles receberam o comunicado oficial da suspensão e que estavam liberados nesta quinta-feira.

"Desde as 7h30 da manhã estavamos acreditando que, finalmente, depois de tantos meses de espera, estávamos nos tornando alunos policiais militares. Isso durou só até meio dia, quando começaram a chegar as notícias de que o nosso curso estava suspenso", conta o goiano Tiago Miguel da Silva, de 28 anos, aluno-soldado que havia sido integrado ao 5º Pelotão da 1ª Companhia.

A ação que suspendeu temporariamente o curso de formação é movida por candidatos que não foram aprovados no concurso. Eles alegam fraude em diplomas de ensino superior apresentados por candidatos classificados. O pedido foi indeferido em primeira instância, no Fórum de Florianópolis, na 5ª Vara Criminal da Capital, por decisão do juiz Marco Aurélio Ghisi Machado (ver aqui). No entanto, a decisão foi revista pelo desembargador Luiz Zanelato e emitida na última terça-feira, 31 de maio, pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina, e publicada em Diário Oficial Eletrônico de Justiça nesta quinta-feira, 2 de junho. 
A notícia de que o curso havia começado teve repercussão na mídia e foi publicada às 6h30 pelo jornal Diário Catarinense, mas logo foi substituída, às 14h28, com a matéria sobre a suspensão.

"Com toda essa situação e tempo de espera, muitos de nós já tivemos que encontrar local para morar e fechar contratos de aluguel em Florianópolis, porque a maioria é de fora: de Minas Gerais, Pernambuco, Roraima, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Ceará, Distrito Federal… Por isso, muitos se mudaram com a família, sem saber como irão arcar com os custos. Nós já gastamos uma média de mil reais cada só com o enxoval [documentos] para apresentação. A maioria pediu demissão de seus empregos e exoneração de cargos públicos, porque este é um pré-requisito para fazer o curso. E agora, mais uma vez, não sabemos como ficará a situação", explica ele.

O Governo do Estado lançou nota oficial sobre o assunto, por meio da Procuradoria Geral do Estado. O procurador-geral do Estado, João dos Passos Martins Neto, disse que determinação do desembargador "é muito prejudicial aos esforços da administração estadual de formar novos agentes em benefício da segurança pública catarinense e o mesmo tempo, repercute negativamente sobre toda a logística que envolve o curso de formação desses policiais".

Número de convocados não é suficiente

Com toda essa demora, o número de novos profissionais não irá cobrir nem os que se aposentaram desde a realização do concurso, em setembro de 2015. Esses novos policiais irão apenas amenizar um problema histórico de efetivo. Para se ter ideia, conforme apurou o jornal Diário Catarinense, o mesmo número do quadro a ser formado em fevereiro do ano que vem é o que deve se aposentar até o final deste ano. 

"É um número representativo quando se olha ele isoladamente, mas quando olhamos para o tempo em que eles deveriam ter entrado passa a ser insignificante. Ano passado foram 681 saídas", destacou o presidente da Associação de Praças de Santa Catarina, Edson Fortuna, em entrevista.
 

A Aprasc está prestando toda assessoria necessária aos futuros policiais e manifesta seu repúdio contra mais um descaso do Estado com a segurança pública, confira a NOTA OFICIAL:

A APRASC, em face da decisão judicial que refletiu na suspensão do curso de formação de futuros policiais militares, vem a público manifestar seu REPÚDIO.

Mais uma vez a sociedade fica à mercê da própria sorte quando o Estado falha na gestão do assunto Segurança Pública. São inúmeros os casos em que o Estado de Santa Catarina recorre de uma decisão para fazer valer seus interesses. No caso da suspensão do curso de soldados, vimos, perplexos, a conivência e desinteresse por parte de quem tem a responsabilidade pela gestão pública. 

A injustiça praticada com os cidadãos que pretendem defender a sociedade honrando a farda policial militar é semelhante ao descaso com o que o Estado tem buscado para prover a segurança de toda população que clama vitimada ou temerosa por toda Santa Catarina. 

Estamos, nós policiais militares, atentos e temerários dos reflexos dessa decisão. Tais profissionais deixarão de atender, de proteger a sociedade catarinense, de minimizar o tão precário déficit de efetivo policial.

Não podemos, cidadãos trabalhadores e defensores dos direitos, acatar silentes que uma classe que se propõe a nos defender seja tratada com tamanho descaso e desrespeito. 

Vejam, catarinenses, que estes 711 futuros policiais estão ávidos, dedicados e empenhados apesar de todo o desconforto e desrespeito com eles praticado. Foram 10 meses com quatro adiamentos de chamado até o tão esperado momento de integrar as fileiras da corporação. Foram 10 meses de sacrifícios daqueles que foram induzidos a largar seus empregos para iniciar o curso que durou menos de 24 horas. Não pode ficar por isso.

A APRASC reitera que está buscando extinguir os efeitos dessa medida judicial exorbitante visando fazer valer desde sempre os direitos dos futuros policiais militares.

Associação de Praças do Estado de Santa Catarina

 

21º Fashion Hair abre amanhã no Garden

convite.jpg

 

A coordenadora do Fashion Hair, Edilmara Vanderlinde, diz que Fashion Hair, que inicia nesse domingo no Garden Lages Shopping tem como pilares básicos as técnicas de corte, penteado e coloração de cabelos, além dos lançamentos de produtos e tendências de moda e estilo.

“Vamos receber os estilistas Ciro Panello (da Itália), Sérgio G (de São Paulo), Maurício e Roberto (do Rio de Janeiro) e o maquiador das estrelas (mulheres famosas), Dicesar (de São Paulo), dentre outros renomados profissionais do mundo da moda”, enumera.

 

O que mais haverá no evento?

 

Haverá ainda a feira que contará com a presença de dezenas de empresas e reunirá grandes marcas, produtos, acessórios, móveis, entre outros artigospara salões de beleza. “Entre profissionais, participantes, expositores e pessoal envolvido diretamente, serão mais de 1,5 mil pessoas, a partir de domingo até terça-feira da semana que vem”, conclui a coordenadora.

 

068cd365_1248_406c_8e92_89125b012be4.jpg

Nesses três dias, o Fashion Hair ocupará amplo espaço na parte leste do Garden Shopping, área reservada para a demanda de expansão comercial desse empreendimento.

Informações e fotos: Angela A. Borba

Cosme volta ao comando do PMDB local

Cosme.jpg

Foi nesta sexta-feira à noite que aconteceu a retomada de Cosme Polese do comando do PMDB local, uma vez que o presidente interino, o vereador Mushue Hampel entendeu que devia deixar o cargo para ficar em igualdade de condisções com os demais candidatos do partido.

Cosme1.jpg

"Noite gelada tipicamente normal nessa época do ano. Depois se acender o fogo e aquecer a chapa, assim se reúne a executiva da pelegada. Com uma avalição das ações e das conquistas da sigla de maior número de filiados, lideranças e simpatizantes de Lages. Agora, é partir pata se reorganizar administrativamente para o pleito que se avizinha. Cosme no comando!" , diz Hampel

 

Cosme2.jpg

Encontro contou com novos e velhos filiados da sigla que se prepara para a peleia, embora ainda não tenha candidato a prefeito definido ainda. Definição só no início de agosto.

Deputada explica porque pediu adiamento da matéria sobre castração química

 

Prezada Olivete, concordo plenamente com o sua afirmação de que não podemos ser complacentes com quem comete o estupro.
 
Nosso pedido de adiamento da matéria deu-se em função da proposta do PL 6.194/2013 no artigo 126, conforme segue abaixo, está propondo o uso do medicamento quando o detento está em regime fechado com remissão de pena. No meu entendimento não tem lógica o detento ter a remissão da pena fazendo o uso do medicamento, porque ele não está colocando em risco a integridade das mulheres enquanto está cumprindo a sentença em regime fechado. Nos demais regimes, a principio, entendo que o uso do medicamento deve ter o acompanhamento dos profissionais da saúde para garantir que ele esteja efetivamente usando a medicação, assim impossibilitado que o criminoso cometa novamente o estupro.
 
 

“Art. 126. O condenado que cumpre a pena em regime fechado ou semiaberto poderá remir, por trabalho, por estudo ou por administração de medicamento, parte do tempo de execução da pena.

 
 III – 1 (um) dia de pena a cada 5 (cinco) dias que estiver sob efeito de fármacos que inibam a libido. 
 
§ 9º A administração de fármacos a que se refere o inciso III deste artigo somente será oportunizada a detentos condenados por crimes definidos nos Capítulos I e II do Título VI do Decreto-Lei n.º 2.848, de 7 de dezembro de 1940. 
 
§ 10. O uso de fármaco inibidor da libido deverá ser continuo até o integral cumprimento da pena, e não poderá ser sobrestado em virtude de liberdade condicional, saída temporária, progressão de regime, ou outra forma de liberdade, assistida ou não, salvo prescrição médica específica. (NR)
 
Carmen Zanotto
Deputada federal do PPS

Entenda esse país….

 

Na contramão de tudo aquilo que se esperava de um governo interino, diante da imensa crise que o país atravessa, aprova um aumento de mais de 40% para o judiciário e cria mais 14 mil novos cargos no governo e estranhamento ninguém sai à rua para protestar. Não se ouve ninguém contestar.

Onde estão aqueles parlamentares que em nome de sua maezinha, de seus filhos, por amor à pátria e pela moralização desse país votaram pelo impeachment?