Cinco candidatos a prefeito para dividir 4.212 votos em Ponte Alta

 

Que absurdo: um município com 4.212 eleitores, como Ponte Alta ter cinco candidatos a prefeito.

Até essa semana eram quatro – Paulo Farias (PT), Lauri Antunes da Silva (PMDB), Itamar Meurer (PTB), Antônio Carlos Coelho Souza (PSB) – e agora  o PRB e o PSD decidiram também concorrer.

O quinto candidato a prefeito é Junior Cesar da Silva (PRB, que tem como vice o Professor César do PSD.

A grande maioria dos municípios conta com apenas dois candidatos, com exceção de Lages e Painel e…. Ponte Alta.

Capão Alto também tinha três candidatos, mas um deles, Luiz Freitas, do PPS) acabou por desistir da disputa.

Patinadores terão encontro estadual em Blumenau

 

Neste dia 17 (sábado), o grupo de Rollers Lages, juntamente com mais seis grupos de patinadores, estará participando de um encontro estadual, em Blumenau.

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Será realizado neste lugar espetacular, chamado parque Ramiro Ruediger, na Vila Germânica.

“Vale salientar que este encontro, qual já tem confirmada a presença de aproximadamente 300 pessoas, era para ser realizado em Lages, mas como NÃO temos espaço adequado, tivemos que pedir "emprestado" o parque de Blumenau”, cita uma das integrantes do grupo, Cris Hermle.

Foto: Sérgio Filho

Juliano usou Andreia para fazer insinuações

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Como mulher, me sinto ofendida pelo que fez o candidato a vice-prefeito, Juliano Polese, que utilizou parte do debate na Band FM, se aproveitando da condição de Andréia Strasser ser mulher para fazer insinuações contra o adversário.

Só tenho a lamentar:

Durante o debate, questionou Andreia Strasser se ela votaria em um candidato que tenha agredido uma mulher? Obviamente que ela disse que não.

Embora constatando que usou Andreia como escada para sua insinuação, não levei em conta pois seriam circunstâncias de campanha.

Mas, o fato passou a ser constangedor quando levou este trecho do debate para o horário de propaganda do rádio e TV. Será que se fosse seu oponente um homem teria feito tal insinuação? Obviamente que não. Andreia é educada demais para fazer qualquer contraponto e está fazendo sua campanha sem agredir ninguém. O respeito pela mulher começa por ai.

Se há candidato que bate em mulher, Juliano tem obrigação de dar nomes aos bois e formalizar a denúncia.

 

Vânio dá uma força para a candidata Fernanda em Palmeira que está sendo intimidada pelos adversários

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Olha aí o prefeito de Correia Pinto, Vânio Forster com o 22 no peito.

Calma, na estamos falando na campanha em Correia Pinto, onde ele é Marcos Beffort, mas em Palmeira.

Lá ele está apoiando a candidata Fernanda Córdova (PR) e Sandro Masselai (PP) a prefeita e vice.

Olha aí o prefeito de Correia Pinto, Vânio Forster com o 22 no peito.

Calma, na estamos falando na campanha em Correia Pinto, onde ele é Marcos Beffort, mas em Palmeira.

Lá ele está apoiando a candidata Fernanda Córdova (PR) e Sandro Masselai (PP) a prefeita e vice.

soube essa tarde que a candidata Fernanda esta sendo intimidada pelos adversários.

Além de estar sendo seguida, um de seus cabos eleitorais foi agredido e até sua perna foi quebrada. Foi registrado Boletim de Ocorrência.

Segundo Fernanda, chegaram a bater em alguns carros de sua coligação.

Essas são as dificuldades que as mulheres encontram ao participar do mundo machista da política

Os candidatos estão financiando suas próprias campanhas

 

Até agora os próprios candidatos estão financiando a campanha.

Roberto Amaral já doou para a campanha R$ 163.509,20 e é com esse dinheiro que está cobrindo os gastos.

Antônio Ceron também se autofinanciou a campanha em R$ 110 mil.

Já a campanha de Marcius Machado conta com os recursos do próprio Marcius, que entrou com R$ 1.800,00, e da vice, Andréia Strasser que participou com R$ 30 mil e mais R$ 132.500,00 doados pelo marido de Andreia, Alvidio.

 

Último dia para o parecer sobre registro de candidauras

 

Hoje é o último dia para a Justiça Eleitoral dar seu parecer sobre os registros de candidaturas, nas instâncias ordinárias. Restarão apenas pendentes os recursos junto ao TRE e STE.

É também o último dia para os tribunais regionais eleitorais tornarem disponíveis ao Tribunal Superior Eleitoral, para fins de centralização e divulgação de dados, a relação dos candidatos e todas as informações necessárias.

Oito candidatos a vereador ainda aguardam julgamento, que deverá ser feito até hoje

 

Candidatos a vereador que aguardam julgamento:

Anderson Varela – PV

Henrique Beling – PV

Ezequiel de Souza Pimentel – PTC

Giselle Floriani a Silva – PcdoB

Ivani Ramos Vieira – PPS

Fabrício Flores Bratti – PSDB

Karoline da Rocha – PSDB

Fábio Correa de Andrade – PRB

 

Hoje é o último dia para a Justiça Eleitoral se posicionar a respeito.

 

Foi indeferida candidatura de

Marcinha Bem Dez – DEM

 

E renunciaram a candidatura:

Lenoir Pereira – PTC

Orlei Correia – PTN

 

 

“Temos independência para enxugar a máquina”, disse Marcius Machado.

 

Entrevista de Marcius Machado, no DC de hoje:

 

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Leia a íntegra de sua entrevista:

 

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DC – O senhor foi o vereador mais votado da história de Lages, mas foi impedido de continuar o mandato. Isto não atrapalha sua candidatura no momento?

Marcius – Não atrapalha porque a comunidade entendeu que foi um boicote. Quando saí do meu mandato de vereador, ganhei um documento assinado em cartório dentro da resolução do Tribunal Superior Eleitoral. Esta resolução me garante sair do partido sem perder o mandato, a chamada justa causa por perseguição partidária. Só que, na contestação, o presidente solicita meu mandato. Com esse documento consegui permanecer no cargo até pouco tempo. Se eu não tivesse esse documento, no final de 2013 eu já teria saído. Os desembargadores entenderam que a perseguição partidária não se caracterizou porque eu queria concorrer a deputado e tinha de esperar as convenções. Mas, interna corporis, a gente sabia que havia perseguição partidária. O presidente do partido reconheceu isso e foi pressionado a contestar. Ele mesmo comentou para mim. Usou de características positivas… Fui presidente da Comissão de Justiça por três mandados consecutivos, fazia parte também da mesa-diretora. Então ele usou isso na contestação informando que o partido sempre me agraciou – na realidade foi por méritos próprios – e assim solicitou o mandato. Nem entrou na tese do documento. Existe esse documento, assinado em cartório, me liberando do partido. A população percebeu que foi uma jogada política, partidária, para buscar me desqualificar e me tirar do jogo político. Então eu creio que não venha a me prejudicar nesse sentido.

DC – Os outros dois candidatos são notadamente mais velhos. O que sua juventude pode mostrar como diferencial?

Marcius – Tem a diferença de ser determinado e qualificado. Sou formado em Ciências Políticas pela Univali, sou pós-graduado em Ciências Políticas na Ulbra, e sou advogado formado em Direito na Uniplac. Tive uma sucessão de grandes vitórias na minha carreira política. Na minha primeira eleição, em 2004, fiz 1.033 votos. Na segunda, em 2008, fiz 2.057 votos. Em 2013, foram 3.808 votos, sendo o mais votado da história. Em 2014 saí para deputado estadual, sou segundo suplente, fazendo 17.248 votos. Tenho a independência de contratar o secretário que for competente porque nós estamos com apenas dois partidos na coligação. Foi por escolha própria. O primeiro partido a entrar em contato comigo pediu secretarias e cargos. Com o PDT, que coligamos, a proposta foi auditoria das contas públicas do começo ao fim da gestão. Quando se faz um grupo de coligação muito grande, todos os cargos estão loteados e há necessidade de aumentar o número de cargos para poder beneficiar essas pessoas. 

DC – O governador Raimundo Colombo apóia um dos seus adversários. Isto pode atrapalhar no diálogo caso o senhor seja eleito?

Marcius – O governador tem compromisso com a cidade. Qualquer gestor que assumir a prefeitura em 2017, ele vai contribuir com os recursos necessários para que possamos desenvolver nossa cidade. Ele tem compromisso ético e moral com a cidade. Ele deve cumprir isso porque o povo não vai aceitar que não venha colaborar com o próximo gestor. Porque o gestor foi escolhido pelo povo e ele foi escolhido pelo povo também. Creio que teremos um canal muito bom com o governador. 

DC – Não sendo eleito, o senhor concorreria novamente à Prefeitura?

Marcius – Temos que esperar o momento. Caso não eleito, vou aguardar para ver qual será a definição e o que vai acontecer. Vou continuar minha carreira como advogado. Ministro cursos de oratória e desenvolvimento pessoal, então vou ampliar minha atuação nesse setor e me aprofundar nas especializações que eu faço.

DC – O senhor sempre descartou ser candidato a vice, alegava posição decorativa. Que papel terá sua vice caso eleito?

Marcius – A minha vice, Andréia Strasser, está do meu lado dia a dia, no corpo a corpo. No nosso horário eleitoral ela aparece como autora nesse processo. Ela tem um papel de protagonista comigo. Tenho confiança de que ela é a melhor vice e que, quando eu precisar me ausentar do município, ela vai ter responsabilidade e assumir porque tem tecnicidade. E ela vai assumir uma secretaria, não vai ser uma vice de gabinete. Vamos economizar com cargo de secretário R$ 100 mil ao ano.

DC – Se não tiver sucesso nesta eleição, aceitaria compor o governo eleito?

Marcius – Não. Vou focar na minha profissão, a advocacia. Quero contribuir com a cidade como prefeito. Caso não dê certo, quero me especializar mais na minha profissão para trazer resultado na advocacia e nos meus cursos.

DC – O senhor é entusiasta da programação neurolinguística. Há espaço para esta ciência na prefeitura?

Marcius – Eu, pessoalmente, vou ministrar cursos de programação neurolinguística, de coach, mecânica quântica, para que a gente possa melhorar o nosso servidor público. Para que ele possa dar o salto quântico necessário, que é um salto qualitativo, de atendimento. Sou entusiasta, apaixonado por programação neurolinguística, e quero contribuir sendo o próprio gestor disso.

DC – Há uma gordura de cargos a serem cortados na prefeitura?

Marcius – Sim. Cargos não estão loteados, temos independência para enxugar a máquina. O secretário da Saúde será indicado pelos próprios profissionais da Saúde. O de Desenvolvimento Econômico será indicado pelo Fórum das Entidades. Precisamos trabalhar como se fosse na iniciativa privada. 

DC – O senhor também fala em investir em técnicas alternativas de medicina. Como isso poderia ser aplicado na saúde municipal?

Marcius – A cultura oriental já aplica muitas alternativas em relação à medicina. Precisamos ter um envelhecimento com saúde. Então precisamos trabalhar com superalimentos, ensinar a comunidade a fazer um alimento saudável para que tenha longevidade. Se o cidadão coloca babosa na água, elimina grande chance de ter câncer. Depressão, como atuar nisso? O maior índice está no interior do Estado porque não praticam esporte, não tem vida saudável. Precisamos incentivar isso através de orientações. As técnicas normais vão continuar e vamos otimizar, mas precisamos que se tenha consciência do que ele é o que ele come.

DC – O senhor propõe concurso para a Guarda Municipal. Isto não vem a suprir uma deficiência que o Estado deveria cumprir?

Marcius – Não podemos ficar omissos nesta questão. O Estado não consegue suprir toda essa demanda. O sistema carcerário é falido, os presos saem sem expectativa. Temos várias frentes. Uma é a Guarda Municipal. Queremos também colocar câmeras de segurança em todas as entradas da cidade. Vamos iniciar também um programa de instalação de câmeras nas áreas rurais. Porque aumentou o furto de animais e roubos. Temos proposta também do Conselho Comunitário de Segurança para o homem do campo. 

DC – Tem chamado atenção sua presença em semáforos, nas ruas, entregando panfletos. É reflexo da falta de recurso ou estratégia?

Marcius – Como eu venho do movimento estudantil, minha militância sempre foi em sala de aula, nas ruas, nas praças. Também não tenho toda a estrutura que nossos concorrentes têm. Quando concorri pela primeira vez a vereador existia a crença popular de que, para ser eleito, precisava de R$ 100 mil. Conseguimos fazer com R$ 10 mil. Material de qualidade e estratégias eficazes. Não dou churrasco, não pago gasolina. 

http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2016/09/precisamos-trabalhar-como-se-fosse-na-iniciativa-privada-diz-marcius-machado-candidato-em-lages-7413906.html