Justiça seja feita: Vone conseguiu resolver o problema do São Miguel

 

O vereador Vone Schueuermann disse que ele conseguiria pôr fim aos alagamentos em Lages e até comentei aqui o que falou na sessão da Câmara de que foi impedido de solucionar o problema na Avenida Brasil.

Mas uma coisa se faz necessário dizer: ele prometeu e quando foi secretário de Obras conseguiu eliminar os problemas do Bairro São Miguel. Justiça seja feita!

Liberação do FGTS. Semasa só vai cobrar pela taxa média

 

Entre as sugestões para ajudar as vítimas das cheias, há quem esteja sugerindo que o prefeito Ceron solicite a liberação do FGTS.

O FGTS das contas inativas já foi liberado e as pessoas estão podendo sacar atendendo um cronograma pré-fixado. Os demais, muito pouco teriam a receber, a considerar o fato de que o FGTS dos atingidos pela chuva de granizo, em 2014, já puderam retirar. Os valores dos últimos três anos seriam inespressivos, acredito.

 

Taxa de água

Ontem o secretário da Semasa, Jurandi Agostini já antecipou que vai cobrar apenas pela média de gastos dos últimos meses e não pelo volume consumido neste período.  É que vão precisar de muita água para fazer a limpeza de suas casas. É justo!

 

Ajuda na festa

 

Especialmente o vereador Jean Pierre Ezequiel está solicitando que a empresa Gaby Produções, também se engaje ao clima de solidariedade e faça uma ação de ajuda aos atingidos pelas cheias, pedindo a doação de alimentos para cada um que tiver acesso ao parque Conta Dinheiro em alguns dias da festa, especialmente no domingo.

 

Donos de boxes vão ajudar

 

Pelo que sei, os donos de boxes instalados dentro do Parque Conta Dinheiro, que são cerca de 50, já se comprometeram a doar um percentual do que arrecadarem com as vendas para ajudar as famílias atingidas pelas cheias.

Estudantes de jornalismo da Uniplac pedem o retorno do professor Ivan

Sra. Jornalista e colunista Olivete Salmória, nós alunos de jornalismo da Uniplac viemos pedir que nos auxilie na publicidade de atos arbitrários da instituição contra um de nossos professores e também contra a estrutura de nosso curso. Tanto na parte física, como acadêmica e docente, pois o nosso paraninfo emérito do curso (homenageado em todas as turmas formadas), o prof. Ivan Cláudio Siqueira de Moraes, foi desligado da Uniplac de forma covarde e injusta. Um professor dedicado a carreira, dedicado aos alunos e dedicado a Lages (pois é um paulista de Santos/SP que trouxe para nossa cidade três prêmios jornalísticos e reconhecimento – um Lageano de coração).

Já pedimos em forma de abaixo assinado com mais de 95% dos alunos a favor a sua volta e reintegração as aulas, porém a instituição não dá resposta aos nossos pedidos. Temos que lembrar a Uniplac que acima de alunos, somos consumidores de um produto (educação), e desde a saída de nosso professor Ivan Cláudio o tal produto educação está em último plano, sendo vergonhoso o ENADE nota 5 sem o principal articulador desta façanha.

Além do descaso da instituição e reitoria como um todo ao nosso curso, a nós alunos e principalmente ao nosso querido professor Ivan, soubemos que a juíza da 2ª Vara do trabalho de Lages/SC, Karem Mirian Didoné, negou tutela antecipada ao nosso professor a fim de antecipar o retorno pra sala de aula causando indignação na população acadêmica, pois perdemos muito sem a transmissão de seus conhecimentos comprometendo o ensino-aprendizagem, e principalmente da falta de isonomia da justiça quando se trata de pessoas distintas em causas iguais – queremos dizer que quando um vereador é demitido da Uniplac a justiça é feita sob tutela em questão de semanas ou dias, mas quando é demitido um “simples” professor sem respaldo político a justiça é lerda, omissa e covarde.

Por fim, pedimos seu retorno para 2017/2 indiscutivelmente, pois 2017/1 já quase está acabando e as perdas e danos já são irreparáveis. Ou a Uniplac valoriza os profissionais corretos ou nos inclinamos a Facvest e aplaudimos por sua gestão ( que pelo menos é direta, justa e sem politicagens).

 

Alunos de jornalismo Uniplac 3ª, 5ª e 7ª fase.

Tio Ligas: “esta enchente só é comparada a de 1983”

 

Otacílio Costa está entre as várias cidades na serra – Bocaina, Anita Garibaldi, Correia Pinto, Capão Alto e Lages entre outras – que decretaram situação de emergência.

Na manhã desta quinta-feira o rio Canoas já estava acima dos nove metros.

 

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“Esta foi a segunda maior enchente da história de Otacílio Costa. Igual a esta somente a que ocorreu em 1983”, disse o prefeito Luiz Carlos Xavier, Tio Ligas.

Duas pontes, da perimetral norte e a ponte dos Trabalhadores, foram interditadas e hoje, no final da tarde também deve ser interditada para a passagem de veículos a ponte que dá acesso ao bairro Fátima, deixando-o isolado.

Tio Ligas também pediu ao comando do Águia 4 para sobrevoar o interior do município porque a prefeitura estaria com dificuldade para obter informação, pois a destruição de pontes e os alagamentos impedem o acesso.

O prefeito se reuniu com o comandante da 1º Batalhão Ferroviário, o Tenente Coronel de Engenharia, Luiz Carlos Tomaz da Silva,  para orientação diante desta situação de emergência.

 

Ele está aguardando que a Defesa Civil Estadual reconheça a situação de emergência porque depende disso para se fazer uma série de encaminhamentos.

 

Prefeito de Bocaina cancela festa prevista para 15 de julho

O Prefeito de Bocaina do Sul vem respeitosamente comunicar a toda população o cancelamento do evento que aconteceria no dia 15 de julho de 2017.

No mês de julho Bocaina do Sul comemora seu aniversário de emancipação político administrativa. Como de costume, a Administração Municipal estava preparando a programação festiva, composta por vários eventos e principalmente show e Baile do Município, no entanto, o bom senso pediu que reavaliássemos todos os eventos. Mesmo sabendo da importância e da tradicionalidade da comemoração, com muito pesar optou-se pelo cancelamento do mesmo. 

A decisão foi tomada após reavaliação da atual situação que nosso município enfrenta devido as chuvas que danificaram nossas estradas vicinais, pontes, bueiros dificultando a vida dos nossos produtores rurais e da população como um todo. Decretamos situação de emergência de acordo com o decreto 2304, de 05 de junho de 2017, em decorrência de prejuízos estimados de obras e infra estruturas públicas na ordem de R$ 650.000,00, na agricultura R$ 430.000,00  e pecuária gado de corte R$ 550.000,00.

Diante desse cenário, e considerando a situação de crise econômica nacional,além da necessidade de investimentos em recuperação de estrada e outras situações que estão exigindo investimento de recursos públicos é prudente a contenção de gastos para possibilitar a otimização dos serviços públicos.

 É com tristeza que anunciamos o cancelamento do aniversário do Município este ano, e pedimos também através deste meio de comunicação. Porém ressaltamos que vamos programar para o ano de 2018, um grande evento. Nos desculpamos também e agradecemos a disponibilidade da Associação dos Produtores Rurais, Epagri, Cidasc que estariam atuando como parceiros na realização do seminário .

A Administração gostaria de realizar um grande evento com várias atrações, pois uma população trabalhadora também merece momentos de lazer, descontração e cultura. Porém, diante das circunstâncias, esse ano não iremos realizar o aniversário de nossa amada terra Bocaina do Sul.

LUIZ CARLOS SCHMULER

Prefeito Municipal

Queda de árvores na avenida Carahá

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Foto: Jota Damasceno

Com a chuva desta manhã de quinta-feira, houve a queda de algumas árvores ao longo da avenida Carahá.

 

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Foto: Becker

Defesa Civil teve de ser rápida para desobstruir a pista.

Todo o cuidado é pouco pois o solo está encharcado.

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Foto: Vantuir Rech

Esta outra árvore caiu no bairro São Miguel, em frenta a empresa Idaza.

É preciso pensar em solução…..

Tanto os prefeitos Paulo Duarte, na década de 1983, como Décio Ribeiro em 1997, assim como Antônio Ceron agora, iniciaram suas administrações enfrentando situação de cheias, com todos os problemas decorrentes que já conhecemos.

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Os alagamentos em Lages não são de hoje. Já foram feitas algumas tentativas de retirada das famílias residentes nas áreas de risco. Inclusive, o bairro Gralha Azul já resultou da retirada das famílias do Morro Grande. Mas, os alagamentos vão muito além das áreas comumente mapeadas e se espalham por muitos bairros. Sem contar que tirando uma, outra família ocupa seu lugar.

 

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Mais que a retirada, o importante é impedir sua ocupação. Vários prefeitos também tentaram pôr fim às cheias retificando o Rio Caveiras, onde as águas represam, como os prefeitos Fernando Coruja no início de 1993, como depois o Renatinho em 2010, e foram obras grandes e caras, mas que se mostraram igualmente insuficientes. É preciso compreender que na medida que a cidade cresce, a tendência é aumentar também o problema, com a ocupação desordenada.

 

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De fato, já é tempo de se mobilizar por medidas mais eficazes. A começar pela revisão do plano diretor levanto em conta o problema. Não conheço, mas dizem que já existe estudo na Semasa, resultante do esforço de oito engenheiros; há ainda o projeto defendido pelo vereador Gerson dos Santos e o engenheiro Caetano. É hora de se tomar todos eles e se focar em uma única e eficaz solução. O que se teme é que, passado o susto e a volta das famílias às suas casas, a questão seja tomada como não tão urgente e a medidas vão sendo adiadas até caírem no esquecimento ou até que uma próxima enchente venha reaviar a memória dos governantes.

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A julgar pelo discurso de alguns vereadores, na sessão de segunda-feira, as soluções parecem fáceis. O vereador Vone, por exemplo, diz que “nem precisa ser engenheiro para saber do que precisa”. Que só não acabou com os alagamentos na Avenida Brasil porque não deixaram, “por pura inveja”, porque os tubos já estavam lá , mas acabaram sendo retirados.

Garante que com R$ 1 milhão e duas semanas de serviço resolve o problema do Sagrado Coração de Jesus, um dos primeiros bairros a ser atingido nas chuvas fortes. “Salvador da Pátria” que já teve oportunidade de fazer e não fez. Mas, quem sabe, na audiência pública que está sendo proposta na Câmara, pode ser o começo de um movimento que nos leve a medidas mais concretas. Se não ficar apenas no campo do discurso.