Cadeados não impediram arrombamento

O repórter Jota Damasceno entrevistou o secretário de Serviços Públicos e Meio Ambiente, Euclides Mecabô, a respeito dos roubos ocorridos no cemitério da Penha. Os ladrões levaram desde carrinhos de mão até computadores.

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O repórter então perguntou se não havia vigias no cemitério.

O secretário respondeu que não tem vigilantes, mas cadeados "bem grandes".

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Tuca disse adeus ao Leão Baio

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Nem mesmo a garantia da permanência do Inter na Série A do campeonato catarinense fez com que Tuca desistisse de remunciar a condição de marcote oficial, o Leão Baio do clube.

Não deu explicações! No final do jogo com o Avai, no domingo, anunciou que estava tirando a pele do leão para assumir um lugar de torcedor, na arquibancada.

Foto: Milton Wolff

Ex-prefeito foi ouvido pela Justiça do Trabalho

Ontem teve audiência na Justiça do Trabalho com relação ao pagamento das recisões dos funcionários das CPPs. Mais de 80 funcionários que atuam nas escolas e foram despedidos em função do Marco Regulatório.

 

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O ex-prefeito Elizeu Mattos foi umas das pessoas chamadas para depôr.  

segundo soube, ele informou que a prefeitura sempre pagou a recisões dos funcionários contratados pelas CPPs.

Lembrou também que a sua administração "não quis gerar o caos encerrando todos os contratos, mas estava buscando uma forma de transição. Estávamos estudando um modelo e o mais conveniente que encontramos era o adotado pela prefeitura de São José. Só não licitamos porque era final de mandato"

 

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Os 85 funcionários demitidos fizeram uma manifestação em frente ao fórum, ontem.

Depois da audiência, a justiça deu cinco dias para a prefeitura se manifestar

Unidades de saúde têm de virar ambulatórios

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O prefeito Antônio Ceron não está mais visitando os postos de saúde? Seria bom que retornasse

Porque tem aumentado sobremaneira a questão da falta de médicos nas unidades.

Ele mesmo já informou da dificuldade para a contratação destes profissionais e que já chamaram mais de 30 que acabam se demitindo em seguida, por acharem que não vale a pena financeiramente.

Mas, será então preciso resolver o problema, talvez cancelar este tipo de atendimento nas unidades. Ficar apenas com o serviço de ambulatório. 

A comunidade também deve compartilhar a busca por soluções

Quando a empresa Azul reduziu os voos semanais entre Lages e São Paulo alegando que tinha de deslocar suas aeronaves para atender a demanda do nordeste, aproveitando a alta temporada de turismo, até entendemos.

Mesmo se estendendo para além da alta temporada. Mas, o anuncio feito esta semana passada da redução dos oito voos iniciais para quatro por semana, de 8 de maio a 3 de setembro, em função das questões climáticas do inverno que dificultam as operações, nos deixou desconfiados. Parece estar apenas buscando desculpas para reduzir os voos desta linha. Tanto que o próprio gestor do aeroporto local, Klaus Ramos Klinger fez questão de deixar claro que “é uma decisão da empresa, que atinge não somente Lages, mas vários aeroportos da região Sul. No inverno passado não houve alterações e a aeronave pousou todos os dias, evidenciando que não há problemas com o nosso aeroporto”.  A desculpa parece mesmo esfarrapada e, se for assim, já começamos a temer que venhamos a ficar sem os voos dentro de algum tempo.

O poder público e a sociedade precisam intervir de alguma maneira para impedir que isso ocorra e voltarmos a ter dois aeroportos e nenhum voo.

Aliás, temos de nos unir para evitar também outras perdas. Com os episódios que culminaram com a dispensa de quatro jogados do Internacional, e mesmo o fraco desempenho do time nesta temporada – venceu o jogo contra a equipe B do Avai e graças a isso se mantece na série A- , se encaminha para mais uma destas perdas.

Sem contar o caso das instituições que por conta do marco regulatório estão fechando suas portas. Instituições de décadas, como a Alteri e a ASDF- Associação Serrana dos Deficientes Físicos – estão encerrando as atividades e vendendo seus espólios e a Samt e a Alam estão indo para o mesmo caminho se não receberem um socorro imediato.

A situação extrapola o poder público e chama toda a comunidade para o debate e busca de solução.

Até mesmo o Fórum das Entidades, tão atuante em todas as questões importantes para a cidade, parece ter se recolhido. Creio que este é o momento de ser parceiro do poder público para buscar algumas saídas para as questões aqui colocadas

Até o laboratório para exame do DNA sofreu quebra de convênio

Na sessão da Câmara desta segunda-feira o  vereador Lucas Neves apresentou requerimento a ser enviado ao secretário estadual da Saúde, Vicente Caropresio, a respeito da renovação do convênio com o Estado para a realização dos exames de paternidade.

Justificativa do vereador:

Dado ao fato que os exames pararam em Lages, pelo fato da Secretaria de Estado da Saúde não renovar o convênio 36/2007 que expirou em 11/04/17.

Considerando que o Laboratório de Análises Genéticas juntamente o Instituto Paternidade Responsável é quem fazia a logística dos testes repassada pela Comarca de Lages, oriundos das Comarcas de Santa Catarina

Considerando que muitas pessoas não possuem condições financeiras para pagarem de forma particular o exame de DNA;

Considerando que o serviço é de grande importância para o Município de Lages, haja vista que é um dos únicos laboratórios públicos do Estado que faz testes de paternidade pela análise do DNA. São feitos, em média por ano, mais de 13 mil laudos.

Considerando que o serviço prestado é de qualidade (Recebeu certificado internacional de Controle de Qualidade, fornecido pelo Grupo Ibero-Americano de Trabalho em Análise de DNA, da Universidade de Granada, na Espanha).

Considerando que antes do DNA UDESC, os exames eram realizados por laboratórios particulares, que realizavam em média 600 exames por ano, que eram agendados pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Estado (Lacen/SC) e, às vezes, levavam dois anos para o agendamento e muitos não se realizavam;

Considerando que o tempo para a entrega do laudo era reduzido significativamente, que demonstra o sucesso efetivo do convênio e do programa. Por meio deste venho pedir encarecidamente para que se renove o convênio com o Laboratório de análises de DNA da UDESC/Lages-SC.

Sala das Sessões, 24 de abril de 2017

Lucas Neves – Vereador/PP

O manejo da araucária será tema de workshop

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O evento vai aconteceu na CDL, mas a realização é do CAV e apoio da Amures e Fatma.

 

Objetivo: discutir o Manejo Sustentável da Araucária. A proposta é baseada em estudos científicos realizados pela Universidade que demonstram a necessidade de manejo da araucária. Para o professor André Hess, o manejo é uma garantia de sobrevivência da espécie, pois hoje as árvores estão crescendo menos e as mais velhas estão morrendo, dessa forma o manejo permitirá a renovação da floresta.

 

Mudanças na Legislação

Atualmente o corte da araucária é permitido em caso de risco a vida ou patrimônio ou é autorizado o aproveitamento da madeira quando ocorre a derrubada de árvores pela ação da natureza. Para o Professor de legislação agrária do CAV, Moisés Savian, a proposta defende que em casos específicos a legislação autorize os proprietários a tirar uma parcela das árvores de uma refloresta retornando depois de 15 a 20 anos para fazer um novo corte. A quantidade de árvores, explica o professor, dependerá de estudos técnicos, mas sempre será dimensionada de acordo com a capacidade da floresta regenerar.