Boa tarde Olivete,
sobre a nota "Obras da SC-114 continuam paradas e assessor nega que o consórcio tenha abandonado a obra", solicito esclarecimento, uma vez que você me perguntou se "é verdade que a empresa havia abandonado a obra?".
Boa tarde Olivete,
sobre a nota "Obras da SC-114 continuam paradas e assessor nega que o consórcio tenha abandonado a obra", solicito esclarecimento, uma vez que você me perguntou se "é verdade que a empresa havia abandonado a obra?".

Em função de algumas informações que circularam na imprensa, como esta acima entre elas, a Câmara de Vereadores de Otacílio Costa decidiu encaminhar um pedido de informação à direção do Hospital Santa Clara.

Neste pedido, a bancada do MDB está perguntando sobre a relação dos funcionários e os gastos da unidade com o corpo clínico. Também quer saber se existe alguma ação trabalhista contra o hospital.
Aliás, o vereador Jean da Silva (MDB) também é funcionário da Secretaria da Saúde de Otacílio Costa. Atua como motorista. Ele também solicitou informações à gerência de transporte, a respeito da troca de pneus das ambulâncias. Diz que se não houve providências imediatas, os servidores ameaçam paralisar as atividades.

Nesta terça-feira o secretário Regional, João Alberto Duarte desceu para Florianópolis. Agora à tarde tem audiência com o secretário da Infraestrutura, Paulo França, para discutir a questão das rodovias da região. Dentre os assuntos a tratar está a questão da SC 114, entre Lages e Otacílio Costa, cujas obras estão paradas há mês.
O consórcio responsável pela revitalização das rodovia está aguardando um aditivo para retomar os trabalhos. Há quem diga que a empresa abandonou a obra.
Sobre isso, olha o que disse a respeito o assessor de imprensa da ADR, Cristiano Rigo Dalcin:
“Não procede. Basta se perguntar como uma empresa (no caso, um consórcio) que está para receber recursos devidos vai abandonar a obra?”
Então o consórcio não só está aguardando uma posição quanto ao pedido de aditivo como também aguarda pagamentos atrasados. Pelo menos é isso que o assessor dá a entender.

Na quinta-feira passada foi concluído um processo que se arrastava por anos e que determinou o abandono total do antigo prédio da Casan em Lages.
Finalmente ele foi passado ao patrimônio do estado.
Quando da desativação da Casan em Lages, com a municipalização do sistema de abastecimento d’água, na administração de Raimundo Colombo, há mais de 15 anos, as instalações passaram para a Associação dos Funcionários da Casan.
Esta associação não teve interesse na edificação e transferiu para o estado. Mas, durante todo este tempo o imóvel não havia sido repassado ao patrimônio do governo – o que ocorreu só agora – portanto não poderia ter destinação alguma até que isso não acontecesse.
Agora a ADR deverá fazer a limpeza e isolamento do local, hoje transformado em abrigo para usuários de droga. E, esperar para ver qual será a destinação.
O melhor é passar para o município reformar e instalar ali uma creche.
Daniel – Quais foram os critérios usados para elaborar o relatório?
Chagas – Primeiro eu ouvi a defesa dele, mais dois advogados e dai vi o que diz o regimento da casa e o regimento do município.
– O que diz a defesa do vereador Vone?
– Diz que foi de emergência, de urgência e então ele participou do pregão com três firmas. Emergência porque a cidade estava um caos naquela época ali. Que não tinha maquinário e não tinha nada. Mormal, normal normal…. Foi convidado a participar do pregão e participou. A outra firma com R$ 115,00 a hora, a outra com R$ 112,00 e pouquinho e ele R$ 87,50 a hora da caçamba e retro.
– Quais foram os valores pagos pelo município?
– R$ 7 mil
– Há informações de que o assessor do vereador Vone também estaria envolvido neste contrato?
– Não. Só entrou a denúncia do vereador Vone. Não existe denúncia contra o assessor.
– Durante este período da relatoria o senhor conversou com o contratante do serviço, no caso, a prefeitura de Lages representada pelo secretário de Agricultura, Osvaldo Uncini?
– Sim. Eu chamei ele para depor, como também o Arruda.
-Quais foram os relatos deles?
– Relataram que, quem fez a contratação de emergência foi o assessor dele, o Polaco. Foi quem contratou o serviço. Foi dentro das normas, tudo certinho. Não teve problema nenhum. Como o Arruda também. O Arruda simplesmente comunicou que: como passa muitos, passa 200 licitações por dia, ele não percebeu esta contratação no nome do Vone.
– E o que fala o secretário Osvaldo Uncini?
– Ele fala que também foi feito o pregão, também não percebeu que – ele não estava na cidade – tinha feito a contratação com o vereador Vone.
– O senhor fala de pregão. Que tipo de pregão foi este?
– Pegão que entraram três firmas.
– Foi feito uma compra direta?
– uma licitação emergencial. Ele ganhou a licitação. Só, a única coisa que eu acho é que o Vone não poderia participar deste pregão. Em nome dele. O sócio dele não teria problema nenhum. Mas o vereador Vone participou normal. Fez uma licitação. Participou junto com três firmas. Foi chamado duas firmas. A segunda que negou não quis. A terceira que pegou com R$ 115,00 a hora.
– O que diz a lei a respeito: um vereador pode ou não pode prestar serviço para o município?
– Conforme o artigo 40 da Lei Orgânica do Município, o vereador não pode participar.
– Quais as sanções que a lei prevê para este tipo de ação?
– A lei prevê o seguinte: pode ter uma simples advertência até a cassação que é isso que o Jair está solicitando.
– O vereador Jair nem está pedindo a advertência. Está pedindo direto a cassação?
-Exato.
–Como relator, qual é a sua opinião?
-Ontem eu passei para a mesa sobre o mandato do Jair. Solicitei que seguisse a denúncia do Jair. Pare que seguisse em frente. Que daí pode ir até a cassação.
– Mas, o que o senhor sugeriu em seu relatório?
– Não posso falar. É a mesa que vai dizer agora.
– Mas o senhor não entregou o relatório ontem?
– Não. Eu entreguei um simples pedido, este que estou te falando.
– O senhor não tinha de entregar o relatório?
– Não! Porque a mesa primeira tem de aceitar a denúncia. Tem de passar pela mesa. Aceitei a denúncia e passei para a mesa. Agora a mesa é que vai decidir se leva ao plenário ou não. Dai eu vou apresentar o relatório.
– Mas o seu relatório já não está pronto?
– Ainda não. Ei vou chamar mais gente para depor. Eu parei pelo seguinte: não adianta eu continuar a coisa se a mesa não aceitar.
– O senhor como relator do processo não fez o relatório ainda?
– Não, não terminei o relatório ainda. Está semiterminado. Quase terminado. Não posso terminar porque a mesa tem de dizer se aceita ou não aceita. Não adianta eu fazer um relatório se a mesa não aceitar. Todo o trabalho que eu fiz foi porque eu consultei. Eu não sou leigo muito em leis. Consultei pessoas especialistas.
– Quem o senhor consultou?
– Eu consultei um promotor público.
– Consultou o Ministério Público?
– Não, um promotor público. Não posso dizer quem. Só depois eu mostro pessoalmente a vossa excelência o que que ele fala. Porque eu não posso falar nada. Até gostaria de vir na outra semana, porque ai eu poderia abrir total o jogo. O que foi e o que não foi colocado. Não adiante eu colocar uma coisa se a mesa não acatar.
– Explica como vai funcionar a partir de agora: O senhor acatou a denúncia do vereador Jair. O que o senhor encaminhou à mesa?
– Encaminhei a mesa os artigos a que se referem à cassação, a advertência, tudo, conforme os artigos 16 a 18 que nós devemos… que a mesa devia acatar. Pode acatar a denúncia só. Conforme os artigos 1, 2 e 3. Porque eles foram convidados. Olhe bem: não foram convocados para participar… porque nós não podemos convocar. O que nós precisamos é seguir como manda….
– O senhor acredita que isso vai resultar em cassação para o vereador Vone?
– Não sei te dizer porque tenho de terminar o relatório primeiro.
– Mas o relatório já não está quase pronto?
– Mas, eu não posso falar sem a mesa aceitar. A minha opinião hoje não vale nada. Temos de esperar o relatório. Eu não posso falar nada. Até peço desculpa. Não posso falar nada. Eu tenho de seguir a lei. Seguir o regimento.
– O senhor já foi relator em quantos processos na Câmara de Vereadores?
– Em três outros. Do Bugre, da Ainda e do David. No caso do piá dele que estava com o celular da Câmara de Vereadores.
– Naquele caso do vereador David Moro. O filho do vereador David tinha um celular da Câmara que foi apreendido. Inclusive foi caso de polícia. O Sr. Foi relator deste caso. Qual foi seu relatório na época?
– Meu relatório foi o seguinte: que fosse devolvido o celular para a câmara e as ligações feitas pelo celular- dois mil e 400 e pouquinho – fosse pago pelo David Moro. E ele pagou. E ai foi mandado à promotoria e quem deu a pena para ele foi a promotoria. Não sei dizer qual foi a pena porque não participei. Mas, na Câmara ele teve de pagar.
– Qual foi a punição recomendada pelo senhor?
– Devolver o celular e pagar os R$ 2.400,00. Só! Mais nada porque o piá dele tinha roubado o celular dele e ele não sabia. A promotoria… porque houve uma pena que até hoje o menino está pagando pena. É um caso separado, particular!
– Quais foram os serviços que o vereador Vone prestou na época e qual foi a localidade?
– Salto Caveiras, Santa Terezinha, aquela região toda lá, com máquina, e retroescavadeira e caçamba para abrir bueiro, rio e valeta. Como é feito no mutirão nos bairros.
– Circula uma conversa que o Sr. consultou também um magistrado. É verdade?
– É verdade.
– E qual foi a opinião dele?
– A mesma minha e que não posso falar
– Falando francamente, independente do relatório ou não: acredita em cassação? Todo mundo está dizendo que não vai dar cassação.
– Não sei. Vou esperar o relatório. Assim que meu relatório estiver pronto… Está quase pronto, não preciso mais do que cinco dias para entregar. A gente recebe muita pressão.
– O senhor tem uma assessoria que escreve?
– Tenho. Tem a advogada Talita, o dr. Tiago e o dr. Sandro, da casa E tem um outro advogado da… o meu assessor é advogado também.
– O sr. Já pode dizer para a comunidade que na segunda-feira vai ter o posicionamento da Câmara?
– Segunda-feira na Câmara.
– Na terça o sr. Já pode abrir o relatório?
– Até posso abrir o relatório, sim. Pede para cinco dias mas, não vou mais…. não adianta ficar enrolando. Eu tenho uma comigo: se tem de fazer, tem de fazer. Tem de cumprir. E, se não for como eu quero também não adianta a pessoa se envolver. Eu recebo muita pressão, principalmente da comunidade. Estão me ameaçando. Não importa, eu sigo a lei.
O relator do processo do pedido de cassação do vereador Vone Schneuermann, o vereador João Chagas (PSC) disse hoje ao repórter Daniel Goulart que apresentou nesta semana seu parecer à mesa da Câmara para que acate a denúncia contra o vereador feita por Jair Júnior. O relatório propriamente dito só será entregue se a mesa acatar a denúncia. A mesa tem então, mais cinco dias para dizer se acata ou não a denúncia.
“Não adianta eu entregar o relatório se a mesa não acatar a denúncia”, diz ele.
Situação é bastante confuso. Uma vez que a função do relator é apresentar um relatório recomendando a mesa para que acate a denúncia ou a arquive.
Neste parecer ele coloca as quatro alternativas para o caso fazendo algumas observações sobre as condições do ocorrido que pode reduzir a sanção. Sendo assim as alternativas de pena são :
– simples advertência
– Advertência pública
– Advertência com suspensão de 30 dias
– Cassação do mandato.
Então, está ai a charada!
Ele pede que a mesa acate a denúncia e coloca todas as atenuantes – a situação de emergência e a realização de pregão com três empresas participantes – recomendando as penas que vão de simples advertência à cassação.
Mas, diz ele que este não é o relatório, onde ele ouviu as partes com a ajuda de dois advogados. Este só será entregue se a mesa der continuidade ao processo. Tudo conduzido para chegar somente a advertência, pois sequer o empenho do seu sócio consta no processo.
Diz Chagas que isso não vem ao caso, pois Jair só apresentou o empenho.
Vereador Jair comprova que o empenho e comprovação da relação societária com o assessor foram anexados ao pedido. Mas, parece que Chagas ignorou este material. Chagas diz que "isso não vem ao caso"
Um processo mais irregular, impossível!
A entrevista foi uma piada.
O repasse do Fundo de Participação dos Municípios só vem caindo nos últimos meses e as prefeituras estão passando por um problema sério que pode comprometer a administração e enquadrar os prefeitos na Lei de responsabilidade fiscal.
Em função da queda da arrecadação e o aumento vegetativo da folha de pagamentos, acaba ultrapassando o índice de comprometimento legal que é de 54% (limite prudencial de 51,3% e máximo de 54% da receita).
A prefeitura de Correia Pinto, por exemplo tem recebido, em média R$ 200 mil a menos do Fundo de Participação dos Municípios desde o início do ano. De outro lado o IBGE estiva uma redução do número de habitantes de 13.591 para 134.385 (-233). A queda da receita e o crescimento vegetativo da folha já fez com que no mês de fevereiro o comprometimento com a folha já atingisse o índice de 58,95%, 4,95% acima do permitido em lei.

“Ainda por uma questão legal nos obrigamos a aumentar o salário dos servidores em 2,95% e o piso do magistério em 6,81%. A situação está ficando insustentável”, relatou Celso Rogério.
Como resolver este problema para os prefeitos não serem, penalizados e não terem de aplicar os dispositivos do Artigo 16º da Constituição Federal e reduzir cargos, salários e demitir servidores ou mesmo reduzir os contratados pelos programas federais?
Uma saída para resolver esta questão foi levada aos prefeitos da Amures, pelo prefeito de Correia Pinto, Celso Rogério Ribeiro, na reunião de sexta-feira. Ele propôs que se desencadeie um movimento para a retirada dos programas federais da folha de pagamentos. Não significa acabar com os programas ou despedir funcionários.
A ideia é não incluir os valores e os contratados por conta dos programas federais da folha de pagamentos da prefeitura. Manter uma contabilidade a parte ao que se refere à ESF, CRAS, Fundeb e do pagamento das fundações (Hospitalar, esportes e cultural). Não deixa de ser uma manobra contável e que pode encontrar resistência junto ao Tribunal de Contas, por isso a necessidade de envolver todas as prefeituras do estado.
A ideia agora será levada às demais associações de municípios para que o movimento tome corpo.
A Uniplac implantou o Observatório de Violência do Gênero.
Ele funciona junto ao Centro de Ciências Jurídicas e tem o objetivo de receber as denúncias de assédios sexuais e morais dentro da universidade. Uma bela iniciativa.
Vemos que a própria comunidade está lançando mãos dos recursos que dispõe para combater a violência contra a mulher.

O outono começa nesta terça-feira (20), às 13h15, e só abre espaço para o inverno no dia 21 de junho. Segundo o Inmet , a estação será marcada pela redução gradativa dos efeitos do La Niña, influenciando as chuvas no Brasil.
Vale lembrar que com o La Niña, as temperaturas deste verão se mantiveram abaixo da média – tivemos até geada nas serras do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Isso ocorreu porque as águas do Oceano Pacífico Equatorial estavam mais frias. Segundo o Inmet, isso já começou a mudar desde fevereiro e o fenômeno deve ser cada vez menos sentido neste outono.
Parte da região sentiu muito a influência do La Niña no verão, com bastante irregularidade e baixa precipitação – principalmente no Rio Grande do Sul, que teve volumes inferiores a 400 mm. O contrário foi observado no Paraná e em Santa Catarina, que apresentaram chuvas acima da média.
O começo do outono deve ter uma diminuição nas chuvas, com índices próximos aos esperados para os três estados, com exceção do norte do Paraná. Quanto mais perto do inverno, maior será a queda nas temperaturas. Poderão ocorrer geadas nas áreas serranas.

Gabriel com Jairo Brincas e o deputado Ismael
Uma sessão solene da Assembleia Legislativa homenageou pessoas e instituições envolvidas na criação e incentivadores do Proerd em SC 20 anos atrás, em Lages. A solenidade, presidida pelo deputado Gabriel Ribeiro (PSD) ocorreu no Clube Caça e Tiro, nesta segunda-feira à noite.
O programa nascido em Lages deixou de ser de governo e passou a ser uma ação de Estado. Policiais militares treinados atuam em sala de aula com a missão de capacitar crianças, adolescentes e adultos para resistirem às drogas e à violência.
HOMENAGEADOS COM PLACAS
– 6º Batalhão da PM: responsável pela implantação do programa.
– Raimundo Colombo (representado): incentivador como prefeito e governador.
– Eduardo Pinho Moreira (representado): incentivador do programa.

– Subtenente PM Alcione Donisete Mota: primeiro instrutor do Proerd em sala de aula.

– Décio da Fonseca Ribeiro: prefeito de Lages em 1998 quando o programa foi criado. O filho homenageando o pai que também foi deputado estadual.
– Sandra Ribeiro: Secretária de Assistência Social em 1998, pasta que obteve o apoio ao programa.
– Polícia Militar de SC: Idealizadora e mantenedora do programa.
– Jairo Brincas: Mesmo com parecer contrário do Confen ao programa, defendeu-o junto a seus pares no Conselho Estadual de Entorpecentes.
– Tenente subtenente Cláudio Wolff: um dos primeiros instrutores do Proerd em SC.
HOMENAGEADOS COM CERTIFICADOS
– Miriam Farias Batista: gerente regional de Educação em 1998.
– Terezinha Zancheta: Presidente do Comen (Conselho Municipal de Entorpecentes) em 1998 e lutadora da causa de prevenção às drogas.
– Clóvis Marin: empresário e um dos primeiros parceiros e patrocinadores.
– Klabin S/A: empresa apoiadora em SC.
– Mauren dos Passos: professora da Escola Pedro Cândido, anfitriã do Proerd em 1998.
– Prefeitura de Lages: Deu o aporte financeiro.
– Câmara de Vereadores de Lages: aprovou as iniciativas que deram a estrutura do trabalho desenvolvido pelos policiais.
– Coronel Cláudio José Barros: comandante regional da PM no início do programa.
– Juarez Paulino: voluntário e patrocinador do programa.
– Jane Salete Bender: Diretora da escola Pedro Cândido na época da implantação do programa.
– Edemar Santana de Liz: articulou o setor privado para o apoio ao programa.
– Neide Bunn Gugelmin: Presidente do Núcleo das Escolas Particulares em 1998, que abraçou a ideia.
– Elenice Borba da Silva: secretária da Educação de Lages em 1998, peça-chave na implantação do programa nas escolas.
– 3º sargento PM Paulo da Silva Ribeiro: um dos primeiros policiais instrutores.