



Ofício expedido ainda em janeiro pelos responsáveis pela administração das unidades de saúde proibindo fazer as unhas e sobrancelhas durante o horário de expediente.

1. Portanto o que disse a enfermeira que fez a denúncia é verdadeiro. A secretária da Saúde disse no rádio que ela teria de responder pelo que disse. E mais, que estava denegrindo o corpo de funcionários da Saúde. Bastava dizer que tinha conhecimento e foram tomadas as providências necessárias.
2.O prefeito solicitou que se faça as denúncias todas através da Ouvidoria ao invés de ir para a imprensa. Mas como o próprio oficio comprova, a denúncia foi encaminhada à Ouvidoria. E, pelo visto, muitas vezes. Os fatos narrados pela enfermeira foram posteriores a isso. Portanto, apesar das denúncias na Ouvidoria e a orientação da Diretora de Atenção Básica, as práticas continuaram nas unidades.
Agora apareceu o contrato entre a prefeitura e o Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes que o prefeito disse que não existia.


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Matéria publicada em 26/03/2014 17:50
Obviamente que a administração anterior firmou o contrato tendo a data limite até 31 de dezembro de 2014. Só que agora parece que conseguiram gratuitamente? Não é o que dizem membros do sindicato. Este é o primeiro contrato, depois foi renovado. Há, dizem eles comprovantes de depósitos feitos na conta do sindicato. Sem contrato seria impossível a prefeitura fazer este depósito.
Por que vocês acham que o presidente do sindicato não quis se pronunciar a respeito? Há que se fazer esta pergunta. Acho que César Alves tem de esclarecer tudo.

Polícia Civil de Santa Catarina, através da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRACO e DEIC), mobilizou 230 agentes na manhã desta terça-feira (15) para uma operação de cumprimento de mandados de prisão, de busca e apreensão contra membros de uma facção criminosa.

A operação ocorre nas cidades de Florianópolis, Palhoça, São José e Águas Mornas, na Grande Florianópolis; Blumenau, Gaspar e Penha, no Vale do Itajaí; em Joinville e Corupá, no Norte; e em Lages, na Serra Catarinense.
Fotos: Jota Damasceno
O prefeito Ceron está hoje em Florianópolis. Disse que há 15 dias está tentando marcar uma audiência com o governador Pinho Moreira e não conseguiu. Vai lá pessoalmente bater à porta do governador.

Mas, segundo o que informou o vereador Amarildo Farias (PT) ele também está há três meses tentando marcar uma audiência com o prefeito Ceron e não conseguiu até agora.
O presidente da Câmara, Luiz Marin, disse que ele vá lá novamente e se o prefeito não receber, os vereadores e ele próprio vai interferir porque Ceron prometeu que as portas da prefeitura estariam abertas a todos os vereadores.

O vice prefeito, José Ivanil Branco da Silva, Zezo Pires, de Capão Alto registrou Boletim de Ocorrência de furto de documentos de dentro da prefeitura, informando que tais documentos foram encontrados com o repórter Daniel Goulart, da Rádio Clube.
Como se fosse tão simples assim fazer uma denúncia com documentos que estão no Portal Transparência e alegar que foram roubados. Um grande papelão para encobrir o absurdo dos gastos com diárias que totalizara, R$ 65 mil entre eles, o prefeito Tito e funcionários parentes de ambos, segundo o que Daniel denunciou.

Na Câmara o Caso Vone virou pizza, mas pelo visto no MInistério Público continuam as investigações. Há quem aposte que ai também vai virar em nada.

Em resolução expedida na sexta-feira, pela mesa da Câmara de Vereadores, o vereador Vone Scheuermann recebeu apenas uma advertência pública por ter realizado contrato com a prefeitura (Secretaria da Agricultura) no ano passado.
E, ainda, foi determinado seu afastamento de qualquer cargo que tenha na mesa da Câmara assim como das comissões. Como não tem cargo na mesa e nem preside comissão alguma, fica apenas na advertência. Não deu outra, era isso já o esperado.
O prefeito determinou a realização de contrato de cedência do espaço do Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes para a Secretaria de Turismo, já que, segundo o prefeito não havia nenhum contrato.
Quer se rasgue a Lei Orgânica do Município. Não serve para nada. Porque lá diz que não pode o vereador firmar contrato com a prefeitura sob pena de perder o mandato.

Colocada em votação na sessão desta segunda-feira a resolução foi aprovada por unanimidade. Vone e Jair não votam porque um é o denunciado e o outro o autor do pedido. Como presidente da casa, Luiz Marin também não vota. Deu 13 votos.
O prefeito determinou a realização de contrato de cedência do espaço do Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes para a Secretaria de Turismo, já que, segundo o prefeito não havia nenhum contrato.

O ex-secretário de Turismo, Flávio Agustini leu a informação postada e ligou dizendo que é mentira. “Como alguém vai instalar um órgão público num espaço particular e não faz contrato?”, disse ele. Desde 2014, quando foi cedido o espaço houve até um ato de assinatura do termo de cooperação, que é equivalente a um contrato e que passou pelo Procuradoria do Município, diz Flavinho.
“Foi feito todo um processo, seguindo a legislação porque a lei não permite que a prefeitura recebe algo de graça. Se o contrato não estiver lá na secretaria é porque eles perderam”, Diz ele.
O indaguei a respeito do valor do aluguel: “Ficava no valor de R$ 2.500,00 por mês, mas aí era feito um encontro de contas entre os valores que o sindicato devia do IPTU e os valores gastos com reforça do espaço, como recuperar o telhado e outras melhorias”, diz Flavinho.
Não pode emprestar para terceiros e particulares um imóvel onde tem todo o material público explica ele, pois o sindicato não tem sequer a chave do imóvel.