Indicação geográfica para a maçã produzida em São Joaquim em debate

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A Epagri e o Sebrae realizam sexta-feira (6) o I Workshop de Indicação Geográfica (IG) para a Maçã da Região de São Joaquim. O evento acontece entre 8h30min e 13h, no auditório da ADR.

Esse será o primeiro contato oficial da cadeia produtiva da maçã com o conceito de Indicação Geográfica, explica Marlon Francisco Couto, gerente regional da Epagri em São Joaquim. A Indicação Geográfica é uma forma de valorização do produto de uma região ou território, cuja procedência adquiriu notoriedade em decorrência do modo de fazer, das características ambientais locais e outros fatores. O champanhe é um exemplo clássico de IG.

No ano passado a Epagri já iniciou análises científicas das maçãs produzidas na região. “É preciso provar que as frutas daqui têm características que as diferem das de outras regiões, para justificar o pedido de uma IG”, esclarece Marlon.

 

Santa Catarina já conta com a IG do Vales da Uva Goethe. Ainda neste ano deve sair a IG para a Banana Corupá. O processo para obtenção de Indicação do Queijo Artesanal Serrano depende apenas da avaliação do INPI. A Epagri também vem produzindo os estudos necessários para as IGs da erva-mate do Planalto Norte catarinense, dos vinhos de altitude e do mel de melato da bracatinga. O milho crioulo, o alho, a cebola a farinha de mandioca e o arroz são outros produtos apontados pela Epagri como potenciais Indicações Geográficas.

Máquina passou a noite no rio porque motorista não conseguiu retirá-la

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Uma escavadeira hidráulica foi deixada ontem dentro do Rio Ponte Grande e com as chuvas que cairam durante a noite, o rio encheu quase cobrindo o equipamento.  A prefeitura teve de enviar dois tratores para conseguir tirá-la de lá.

Como hoje estas máquinas são todas com tecnologia avançada, acredito que tenha tido danos em seu mecanismo.

O motorista entrou dentro do rio para fazer a desobstrução e acabou não conseguindo sair, por isso abandonou a máquina. Não previa que a chuva iria dificultar a retirada.

CEDUPS: a medida não pode ser tomada para todas as unidades

 

Para justificar o cancelamento das matrículas dos CEDUPs para este segundo semestre, a secretária da Educação, Simone Schramm, lembrou que em Tubarão, de 45 alunos iniciantes em um curso, restou apenas um. Neste caso, dar aula para um aluno realmente não justifica.

Mas, se este fosse o caso, poderia ter tomado a medida de cancelar as matrículas apenas deste CEDUPs de Tubarão, não o de Lages onde há uma lista de espera por matrícula.

Vereador pede que se instale um parque no espaço livre do Jockey Club

Depois de pedir informações a respeito do terreno doado ao Jockey Club em 1983, o vereador David Moro levou à Câmara a proposta para que a prefeitura faça uma parceria com o Jockey e ocupe parte desta área de 90.114 m² e ali instale o parque municipal.

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Disse que é um absurdo a prefeitura pagar R$ 20 mil por dia de aluguel para o Sindicato Rural para fazer a Fresta do Pinhão se existe esta área disponível e que comporta uma estrutura muito maior, agregando todos os eventos como os shows, gineteada, torneio de lanço e tudo mais….

Também lembrou que o governo do estado investiu R$ 2 milhões na reforma dos pavilhões e “mesmo assim, quando o município precisa tem de pagar aluguel”.

“Não significa que tenha de tirar o Jockey Club de lá, mas fazer uma parceria”, aconselha o vereador, lembrando que Lages é o único município que não tem seu Parque de Exposições próprio.

Chrisóstomo está em Rondônia onde se candidatará a deputado federal

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O Coronel Chrisóstomo é pré-candidato a deputado federal pelo estado de Rondônia. Integra o partido de Jair Bolsonaro, o PSL.

Em Lages ele não conseguiu levar em frente seu projeto político, quando se candidatou a prefeito na última eleição e acabou desistindo porque estava no PRB que por orientação do diretório estadual firmou aliança com o PSDB apoiando o candidato Roberto Amaral.

Panek vai atuar junto ao deputado Mariani

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O ex-secretário do Meio Ambiente, Adilson Panek, vai atuar como assessor pessoal do candidato do MDB ao governo, o deputado federal Mauro Mariani.

Ele é especialista nesta área. Quando esteve em Brasília na Força Nacional, fez parte da equipe de segurança pessoal do presidente Lula, em seu primeiro ano de governo.

Vone critica os “medalhões” do MDB e o ex-secretário Hampel

A novela pelo preenchimento dos cargos na ADR, especialmente pela indicação do titular, está incomodando até mesmo os emedebistas.

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Semana passada o vereador Vone Scheuermann ocupou a tribuna para criticar os companheiros. “Estão se matando para assumir a ADR. Está ai o Wagner interinamente, só que o pessoal de Lages esqueceu que existem 18 municípios. Mas tem uma meia dúzia de pessoas intencionadas brigando pelos cargos. Uma vergonha”, diz ele. 

Para Vone a função de secretário regional tem de ficar com alguém disposto a concorrer, a vereador por exemplo. Alguém que venha ajudar o partido a buscar votos e não “medalhões que mandaram a vida inteira no MDB, que querem assumir de novo. Deem lugar para quem quer ser candidato”, aconselha ele.

Ficou claro que Vone é contra a indicação do atual presidente da sigla, Luiz Ademar Paes que há muito tempo não disputa uma eleição. Paes exerceu quatro mandatos de vereador na década de 1980. De outro lado ele cita que estão brigando por algo que nem tem tanta importância assim porque o governo não tem mais dinheiro e a ADR pouco poderá fazer. Tanto que diz: “Eu não queria aquilo lá de jeito nenhum”.

Também está preocupando o vereador, a demora do MDB em definir seu candidato a deputado estadual. “Temos o vereador Thiago que colocou seu nome à disposição, pois na campanha a vereador ele trabalhou já visando a candidatura a deputado. Temos o Juarez Mattos que está há quatro anos trabalhando nos municípios da Amures também tentando ser candidato a deputado. E apareceu nosso colega Hampel também candidato. Mas eu entendo que está na hora de nossa liderança maior, o nosso ex-prefeito, tomar uma posição porque a campanha está ai”, ressaltou.

Embora diga que apoiará o candidato que o MDB definir, dá mostras claras de que defere Thiago Oliveira. Chegou a criticar o ex-vereador e ex-secretário Mushue Hampel “que é uma pessoa boa, mas que não tem voto nem mesmo dentro da Secretaria do Meio Ambiente que comandou porque para fazer um bom trabalho teve de dar ordens e cobrar serviços”.

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Vone chegou a dizer que Hampel foi salvo pelo gongo “ao se candidatar a vice-prefeito (na chapa de Roberto Amaral- PSDB), porque a reeleição dele a vereador era muito difícil”, garantiu Vone. Thiago Oliveira reconheceu que a executiva está tendo uma certa dificuldade em definir a candidatura, “tanto que estamos há três meses das eleições e não sabemos quem será o candidato ainda”. 

Observa que Independentemente de ser o seu nome ou não, acha que “quem está perdendo com a demora é o partido. É essencial que esta escolha aconteça para que possamos ajudar o nosso pré-candidato ao governo, o Mauro Mariani,” sentenciou.

Entre hoje ou amanhã deverá estar saindo a nomeação do novo secretário regional. Deverá ser mesmo o presidente do MDB, Luiz Ademar Paes. Hampel deve ocupar um cargo na capital.

A condenação de David e Adilson Appolinário

O vereador David Moro (MDB) e o ex-vereador Adilson Appolinário (PSDB) já entraram com embargos declaratórios no Tribunal de Justiça para reverter a sentença em 1ª instância condenando-os a prisão por três anos, 10 meses e 20 dias que pode ser revertida em serviços comunitários, multa de R$ 74 mil e ainda pagamento das custas do processo.

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Os delitos imputados à ambos: peculato, violação aos princípios administrativos e crime de responsabilidade de funcionários públicos – concussão. Concussão é o ato de exigir para si ou para outrem, ainda que fora de função, vantagem indevida. O crime teria ocorrido quando Appolinário era presidente do legislativo e David Moro 1º secretário. O vereador David teria contratado uma funcionária e conseguido outra cedida, que segundo o Ministério Público “era para fins particulares”.

Primeiro porque retinha parte dos salários da funcionária contratada, e depois pelo desvio de função. Mas, não comprovou-se que tenha havido peculato, isto é: retido parte do salário. Quando ao desvio de função, entendeu-se assim porque esta funcionária estava trabalhando na regularização fundiária (o vereador David já vem trabalhando nisto desde aquela época) portanto não executava serviço interno na Câmara.

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Neste período ainda não havia uma especificidade por cada função no legislativo. Quanto ao então presidente Appolinário foi incluído no processo por ter assinado a contratação e o pedido de cedência da funcionária. Ocorre que, naquela época o Ministério Público já estava investigando várias situações da Câmara de Vereadores, entre elas a questão de desvio de função.

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Tanto que na gestão do presidente Nilton Freitas foi assinado um TAC para a regularização de uma série de situações, dentre elas a discrição das funções e a redução de cargos.

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Estes ajustes começaram a ser feitas quando o vereador Thiago Oliveira (MDB) assumiu a presidência. O seu primeiro ato quando eleito foi demitir todos os funcionários contratados, 28 ao todo e, destes, 10 não voltaram. E, os que estavam em desvio de função foram então readequados. Mas, foi somente quando Aidamar Hoffer (PSD) assumiu que foram concluídos os ajustes com a extinção de outros 13 cargos.