Para Marião, Lages vive hoje o terceiro ciclo da madeira

Para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Mario Hoeller de Souza, Lages está entrando no terceiro ciclo da madeira.

O primeiro ciclo, que teve o auge nos anos 50, foi marcado pelo extrativismo puro. Mais tarde se viu um crescimento na plantação de pinus, tornando-se a maior reserva em toda região e atraindo grandes empresas como a Klabin.

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Nesta nova fase, outras empresas do ramo da indústria da madeira se instalaram em Lages, como a M7 Indústria e Comércio de Compensados e Laminados, a G13 Madeiras, a Ekomposit, e outras demonstram interesse.

Há um ano em Lages, a M7 produz cerca de quatro mil metros cúbicos de madeira engenheirada mensalmente, exportando para países da Europa, Ásia, Caribe, e com negociações que prometem abrir as portas no mercado americano.

Segundo ele, está nos planos abrir uma nova unidade da M7 até o ano que vem, com uma produção que poderá chegar a dez mil metros cúbicos de compensados e laminados, saltando de 150 para 400 empregos diretos.

A prospecção de instalação da Berneck, uma das gigantes na indústria madeireira, promete alavancar ainda mais o setor na cidade. A unidade de Lages terá investimento inicial de R$ 800 milhões e poderá gerar até mil empregos diretos, sendo cerca de 500 nos primeiros meses.

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