A comunidade está se mobilizando porque não acredita mais no poder público

As pessoas já nem mais se queixam da situação da saúde porque o setor público não atende as necessidades mais básicas da população. A comunidade hoje se une para colaborar no que for possível para ajudar os casos mais urgentes. Não se consegue sequer uma consulta ou exame.

A cota de exames, por exemplo, é tão exígua que na primeira semana do mês se esgota.

Todo dia acompanhamos campanhas, jantares beneficentes e pedidos de ajuda através dos veículos de comunicação para permitir atender pessoas que sofrem e não conseguiram ser atendidas pelos caminhos convencionais.

A comunidade já não conta mais com o poder público e se mobiliza para resolver seus problemas. 

É o caso da grávida que procurou o repórter Daniel Goulart desesperada porque precisava fazer uma cirurgia ultra uterina porque seu bebê apresenta uma anomalia chamada mielomeningocele. Um defeito congênito que afeta a espinha dorsal do bebê e que não se desenvolve adequadamente durante a gestação.

Acabou conseguindo uma cirurgia no hospital do Coração de São Paulo, gratuitamente e, numa campanha realizada hoje, em poucas horas o repórter consegui levantar os R$ 5 mil que a família precisaria para cobrir as despesas com a estadia em São Paulo, uma vez que precisa permanecer pelo menos 15 dias por lá.

 

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