
A professora Flavia Maria Machado Pinto, de 62 anos foi quem alertou a prefeitura da existência de uma capsula do tempo enterrada no solo do antigo Colégio Aristiliano Ramos.
Em 1998, por conta de um trabalho acadêmico, ela iniciou uma pesquisa que, em 2014, resultou no livro "Primeiras escolas públicas de Lages."
Lá está descrita a cerimônia de inauguração da escola e do lançamento da pedra fundamental do prédio, quando então o pote foi enterrado em uma caixa de cimento.

Mas foi a indicação de Hercílio Oliveira da Silva Filho que mostrou o local exato onde estava a relíquia, porque seu pai, hoje com 98 anos acompanhou o ato do lançamento da pedra fundamental e lhe disse onde estava.
