
Coluna de Moacir Pereira, edição do DC de 29/03/2017
Pelo visto, se repete aqui a mesma história das demais edições eleitorais. Os parceiros se rebelam, os filiados dos partidos se encarregam de por lenha na fogueira, levam e trazem informações, lançam mão de artimanhas para a aliança fracassar, mas….. no final, todos se abraçam pelo bem de uma aliança vitoriosa.
Quando o governo era do PMDB, os agora pessedistas também ameaçaram deixar o governo, se queixavam do tratamento do governo, de discriminação, etc e tal.
No primeiro mandato de Colombo, foi a vez do PMDB se rebelar e fazer as mesmas queixas. A executiva percorreu o estado para pregar candidatura própria. Chegou a fazer convenção para escolha do candidato, bastante disputada. E, no final….. o que deu?
Não creio que desta vez será diferente!