
“Nós vamos mudar muito e proteger o servidor público de Santa Catarina. É claro que o impacto não será imediato, mas no futuro estaremos com a situação mais equilibrada. A SCPREV trabalha com o mesmo teto do INSS, aos moldes do sistema privado, e o servidor que quiser se aposentar com um valor maior, também terá de contribuir mais em um fundo complementar que será dele”, explica Colombo.
Para o governador, o déficit da previdência é hoje um problema que precisa ser corrigido, sob pena de comprometer investimentos em áreas essenciais como Saúde e Educação. “Se ficasse do jeito que estava a receita seria quase toda absorvida pelo pagamento da folha dos servidores, principalmente a dos inativos”, esclarece.
Colombo acrescenta que quem já está trabalhando também está contribuindo mais, porque as alíquotas estão subindo gradativamente até 2018, quando devem alcançar o índice de 14%.
Segundo a Secretaria de Estado da Fazenda, a adesão à SCPREV é facultativa, mas apontada como vantajosa, visto que as contribuições feitas em suas contas individuais são acrescidas mensalmente pelos patrocinadores no mesmo montante escolhido pelo servidor.
Fatos: James Tavares
