Candidatura poderia ter comprometida a eleição de Bugre

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Durante a convenção do PR, no ano passado, o então candidato a prefeito, Marcius Machado comprou uma briga com o professor Marcos Antônio de Souza.

Ele queria ser candidato a vereador, mas se desincompatibilizou apenas três meses antes e não os 6 meses como reza a legislação. Sob argumento de que no caso de diretor – exercia a função de diretor da Fundação Municipal de Esportes – era de três meses, entrou com mandado de segurança e obteve liminar. Acabou não concorrendo.

Esta semana saiu a decisão da ação e a justiça ratificou a necessidade de 6 meses para desincompatibilização. Como lembra o presidente do PR, Marcius Machado, se tivesse concorrido teria perdido seus votos e provavelmente o partido não teria conseguido eleger o Osni Freitas (Bugre).  

Aliás, Marcius é vice-presidente do PR, a presidência continuou com Elias Küster após as eleições.

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