CPPs demitem funcionários sem pagar direitos trabalhistas

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Hoje pela manhã, aconteceu uma manifestação em frente ao prédio da Rádio Clube. São pessoas contratadas pelas CPPs – Comissão de Pais e Professores – para atuarem nas escolas, sobretudo merendeiras. Na realidade, estão subordinados à Secretaria da Educação.

 

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"Nos mandaram para a rua, nos trataram como um nada e ainda não querem pagar nossos direitos trabalhistas. Só queremos o que é nosso", diz o cartaz.

Eles estiveram no programa de Daniel Goulart explicando que 85 pessoas foram despedidas e significa que 85 famílias foram atingidas com a medida.

Esta situação está ligada a questão abordada abaixo do Marco Regulatório. O CPP está na relação das entidades que não poderão mais receber recursos da prefeitura.

Precisarão se adequar às novas exigências para que a prefeitura possa fazer convênio. Precisa estar legalizada como uma Organização não Governamental e atendendo áreas específicas. A prefeitura nada poderá fazer, senão atender as novas exigências. Isso está acontecendo em todo o país.

O melhor seria que essas pessoas se dirigissem ao Ministério Público. Lá poderão obter informações de como esse conselho poderá se adequar às novas normas e voltar a firmar convênio com o poder público.

O problema maior, segundo os demitidos, foi a forma com que isso foi feito.

Segundo um deles, que trabalhava há oito anos na Secretaria da Educação, sairam com uma mão na frente e outra atrás e a secretária ainda disse:

 "Se vocês acham que têm algum direito, vão procurar os direitos de vocês"

 

A Secretária Valdirene Vieira, que esteve no programa de Daniel, disse que vão tentar uma solução.

 

 

 

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