Acredito que agora é hora das lideranças do município, independentemente de partidos e alianças políticas, aproveitarem esse período que antecede a campanha eleitoral para trabalharem pela liberação dos recursos e agilizar os processos das obras já previstas pelo governo estadual para Lages. Se não fizer agora, fica para depois das eleições. Significa que tudo para até o ano que vem. E, a sua retomada, levará mais meio ano, no mínimo. Só lá por junho de 2017. Restaria portanto apenas mais um ano e meio para o governo executar ainda na gestão do governador Raimundo Colombo. Muito menos! Diria que, apenas meio ano, se considerar o fato de que já no início de 2018, Colombo deve passar o governo para o vice, Eduardo Pinho Moreira, para poder concorrer ao Senado.
É agora ou…. nunca!
Não podemos garantir que Moreira dê prioridade aos pleitos de Lages. Se o governador lageano não fizer, não acredito que outro o fará. Portanto, se quisermos que Lages usufrua do privilégio efetivo de ter tido um governador e, marcar esse fato histórico em benefício da cidade, é preciso se apressar.
Pelo que sei, o último convênio foi de R$ 140 mil para as obras de pavimentação da rua onde está em construção a Delegacia Regional. E faz cerca de um ano.
Essa cobrança tem de começar pela pavimentação da rua principal da Penha, uma das primeiras obras prometidas por Colombo à atual administração. O projeto foi reencaminhado por três vezes, em visto da necessidade de refazer os cálculos orçamentários.
Colombo está prometendo as obras de revitalização do calçadão e Mercado Público
Que se trabalhe então no encaminhamento destes convênios de forma rápida, para permitir a conclusão ainda nessa gestão de Colombo. Não dá para esperar para ver como é que fica ou, com quem fica a prefeitura de Lages, para iniciar o processo. As causas da cidade têm de ser maiores que uma eleição.