
Informação levantada na audiência pública realizada na semana passada, na Câmara, dá conta de que conta com 600 armadilhas para o aedes aegypti, que são verificadas 28 mil vezes durante o ano, no total.
As equipes também inspecionam 250 pontos estratégicos, como borracharias e floriculturas, que são propícios a criação do mosquito.
Somente em 2015, foram vistoriados 718 imóveis na região do bairro Passo Fundo e 866 larvas analisadas. Neste ano, os técnicos visitaram 261 imóveis no bairro Universitário. Os técnicos também contam com a ajuda da população.
Em 2016 foram 120 denúncias, mais do que a soma dos últimos cinco anos.

“95% dos casos do mosquito são encontrados dentro das residências. Portanto, o programa precisa muito mais do cidadão do que da ação do poder público, propriamente dita”,
disse o biólogo do Centro de Controle de Zoonoses e coordenador do Programa de Combate à Dengue em Lages, Marcio Rodrigues.
Pela fala de alguns vereadores, anteriores a essa audiência, parecia que nada estava sendo feito em Lages para o combate ao mosquito.
Portanto, vimos que não é assim.
O que falta agora é a comunidade se conscientizar para entrar na luta
Fotos: Elisandra Pandini