Juízas relatam situação de penúria da Justiça do Trabalho

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As juízas Andrea Cristina de Souza Haus Bunn, Patricia Pereira de Sant'Ana e Herika Machado da Silveira Fischborn relataram, aos empresário durante reunião da Acil,  as dificuldades por que passam os Tribunais Regionais do Trabalho de todo o Brasil. 

 

Até os estagiários foram cotados

em Lages

Explicaram que o corte no orçamento na Justiça do Trabalho para 2016 foram de 30% de redução para custeio e de 90% para investimentos. “Isso significa que quem tinha reforma, construção em qualquer Fórum do Trabalho do Brasil inteiro, parou. Não tem dinheiro para nada, nem para arrumar uma escada. Cortaram vagas de estágios, só aqui em Lages foram seis” declarou a juíza Andrea, alertando que para os anos seguintes a situação deve se agravar ainda mais.

"Eu tenho vergonha de explicar o que a gente está passando, é uma vergonha pro Estado Democrático de Direito. Aonde não há justiça há o caos e aonde não tem governo tem anarquia”, declarou a Juíza do Trabalho.

No intuito de reverter a situação, está marcado para a próxima segunda-feira (08/08), às 12h, no Congresso Nacional, um ato em defesa da independência e valorização da Magistratura e do Ministério Público. O manifesto defende a recomposição do orçamento do Judiciário da União, em especial da Justiça do Trabalho.

 

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