Sobre a Festa do Pinhão, ainda faltou a ser dito:

 

Graças à parceria público-privada que a prefeitura fez com a Gaby Produções hoje, a cobertura do evento não se faz apenas de olho no público. Isso é preocupação unicamente da Gaby. A estimativa é de que superou as 200 mil pessoas. 

Até dois anos atrás, o fato mais importante era o número de pessoas que compareciam ao evento, pois dele dependia o tamanho do déficit da prefeitura.

Sem a parceria déficit seria de

R$ 2 milhões

 

Com todo o público dos últimos dias do evento, há quem diga que o déficit não seria menos do que R$ 2 milhões se a festa fosse tocada pelo poder público. Além do fato de que a prefeitura ficava três meses antes e um depois, unicamente ocupada com o evento que monopolizava toda a estrutura administrativa. Só terminava o processo com a divulgação do resultado e sempre sobravam críticas.

 

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Prefeitura ainda ficou com parte do evento

 

Isso não significa que não tenha ficado nenhuma despesa ou responsabilidade para a prefeitura. A realeza, o Recanto do Pinhão e a Sapecada continuam sob sua responsabilidade.

A previsão era de um gasto de R$ 700 mil nesta edição, mas grande parte coberto pelos patrocínios. O governo do estado participou com R$ 350 mil.

 

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Maior controle do acesso

 

 

A parceria muda significativamente tudo ao que se refere a festa dentro do parque, incluindo ai o rigor no controle do acesso. Político não tem hoje a regalia de trazer um condão de assessores com acesso a todos os locais do parque.

Na sexta-feira o prefeito Elizeu Mattos acompanhou o deputado estadual Leonel Pavan e ao entrarem no parque, Pavan foi barrado porque estava sem ingresso. Segundo Beto Ody sempre há algo para ser melhorado e um deles é aumentar a presença do tradicionalismo no evento.

 

Algums das sugestões ventiladas

 

O que não faltam são sugestões, mas nem todas as ideias se mostram eficientes, como por exemplo a sugestão de cobrir o espaço do palco nacional para que o público não fique exposto ao tempo. Entendo que fazer isso estaria se limitando o público que hoje se aglomera até onde a vista alcança o palco.

 

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Os grandes shows são sempre feitos em espaços abertos sem prejuízo algum. Outra ideia seria fazer como na Festa da Maçã, onde o público só paga para ter acesso ao espaço onde acontece os shows. Também não funciona, pois descaracterizaria totalmente a Festa do Pinhão. Acho que o aprimoramento do evento não passa por aí.

 

 

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