
Segundo o diretor administrativo-financeiro da Secretaria Estadual de Saúde, Walter Manfrói, o dinheiro anda muito curto e a situação está difícil em todos os sentidos.
Falta dinheiro e os fornecedores também não cumprem contrato na compra de remédios e vacinas.
O dinheiro é curto para todos os compromissos da área. Cita ele que só no fornecimento de medicamentos via judicial é um absurdo. São calhamaços de autorizações que tem de assinar por dia.
Agora haverá triagem
Há caso de pessoas que entram na justiça pedindo que o governo arque com o custo do Revotril, um remédio que custa muito barato em qualquer farmácia. Tanto que a secretaria tomou a decisão de fazer uma triagem para fornecer apenas para quem realmente precisa, mas isso é um trabalho que leva tempo, diz ele.