Agora, com o apoio do presidente da Câmara, Thiago Oliveira, acredito então que a proposta do vereador Marcius Machado, de reduzir de 19 para 13 cadeiras as vagas do legislativo local, pelo menos será formalizada e terá de ser votada.

A menos que, na Comissão de Constituição e Justiça lancem mão novamente do arquivamento. Mas ai, acredito que os vereadores que fizerem isso poderão assinar seus atestados de óbitos da política. Desde 2014, o vereador Marcius Machado vem tentando reunir as assinaturas necessárias (sete) para fazer com que o projeto chegue a plenário e seja votado.
Conseguiu, ainda em 2015 a assinatura dos vereadores Aidamar Hoffer (PSD), Elói Bassin e Pastor Mendes (PROS), Gerson dos Santos (PMDB), dele próprio (PR) e Felício (PROS). Mas, tão logo assinou, ainda lá no ano passado, Felício voltou atrás de sua decisão, talvez pressionado por seus pares. Permaneceram, então, apenas cinco assinaturas.
Essa semana passada, Marcius levou o assunto ao presidente Thiago Oliveira que não só garantiu a sexta assinatura, como lhe disse que vai em busca da sétima.

O que não se sabe é se Appolinário defende o 15 para não ter de assinar pelos 13, fugindo na tangente
Com isso, me parece que agora a discussão passaria a ser quanto ao número de cadeiras. Alguns vereadores, como Adilson Appolinário, alardeiam que também apoiam a redução, embora entendam que ao invés de 13 deveriam ser 15 vagas.
Até concordo com ele que 15 seria de bom tamanho.
Por que a grande maioria defende a permanência dos 19?
Contudo, sabemos que há um conjunto de outros vereadores que são ferrenhos defensores da permanência como está, ou até, que se amplie para 21 cadeiras.
Esses têm muita consciência de que só conseguiram chegar ao legislativo porque houve a ampliação das vagas. Tanto que tem gente que conseguiu eleger-se com pouco mais de 800 votos.
Segundo eles, reduzindo as vagas, somente os que dispõe de muito dinheiro para gastar na campanha, conseguem chegar lá, sem nenhuma chance aos representantes de bairros.