Estreia do documentário que conta a história de nomes importantes para o teatro de Lages

Na próxima quarta-feira (17), estreia na internet o documentário “Atrás das Cortinas”. Produzido pelo Maré Studios, a obra conta a história de nomes importantes da atuação teatral na cidade. Nos relatos, os artistas falam sobre o início da carreira, os espetáculos, as principais dificuldades, o cenário do teatro em Lages, além dos seus principais sonhos e desejos como profissionais artísticos.

A produção conversou com Lota Lotar, Fernanda Hermes, Marcos Cordiolli e Amanda Scopel. Todos com vasta experiência nos palcos e com trabalhos de destaque a nível local, estadual e nacional.

A obra tem aproximadamente 15 minutos e surgiu de um desejo dos realizadores de produzirem um registro que demonstre a importância do teatro local e de quem dá vida a grandes espetáculos.

Os próximos julgamentos……

17 de agosto – Em abril de 2017, o réu e as duas vítimas se desentenderam em uma casa noturna, no bairro Universitário. O denunciado, e algumas pessoas que o acompanhavam, brigaram com o casal e se agrediram mutuamente. Na mesma madrugada, no bairro Santa Mônica, o réu, por vingança, surpreendeu os dois com inúmeros disparos de arma de fogo enquanto transitavam pela rua. Eles conseguiram fugir. As duas tentativas de homicídio são qualificadas pelo motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima.

18 de agosto – Quem será julgado nesta data é um homem que tentou matar a ex-companheira, no ano de 2011, inconformado com o fim do relacionamento. A partir do mês de agosto daquele ano, o acusado passou a agredir fisicamente e ameaçar a vítima. A mulher voltou a morar com os pais. Em setembro, ele ateou fogo em um depósito de madeira que ficava embaixo da casa, expondo a perigo a vítima, os familiares e outras pessoas. No mês de outubro, no bairro São Carlos, o denunciado investiu contra a ex-mulher, que caminhava na rua, e a atingiu com golpes de faca na cabeça e no braço. As ameaças de morte se estenderam até o ano de 2013. A tentativa de homicídio é qualificada pelo motivo torpe. O crime não tem a qualificadora do feminicídio, pois ocorreu antes de 2015, ano em que a lei entrou em vigor.

24 de agosto – Na tentativa de feminicídio praticada em 2016, em Bocaina do Sul, uma mulher foi atingida em região vital com um tiro. Ela estava na casa da filha quando o ex-companheiro, com quem viveu por 10 anos, tentou a matar. O casal havia terminado o relacionamento fazia um ano, contra a vontade do denunciado. O crime tem, ainda, as qualificadoras do motivo torpe e surpresa.

25 de agosto – Um jovem tentou matar a ex-compenheira, uma adolescente, grávida do seu filho, com golpe de faca na região da coxa. O crime ocorreu em janeiro de 2015, antes da Lei do Feminicídio, que é do mês de março. A vítima estava indo ao mercado, no bairro Dom Daniel, quando foi surpreendida com socos e ameaçada de morte pelo denunciado. O rapaz, que tinha 19 anos na época, tentou acertar o pescoço e a barriga da garota, pois não queria que ela desse à luz o filho de ambos. Eles mantiveram um relacionamento amoroso por cerca de dois anos. A tentativa de homicídio é qualificada pelo motivo torpe.

31 de agosto – Um homem será julgado por matar com golpe de faca outro rapaz, em março de 2010, no bairro São Luiz. Consta na denúncia que ambos consumiam droga próximo a uma creche, como faziam com frequência. A vítima pediu ao réu um pouco do produto, mas ele não atendeu o pedido. Com a insistência, o denunciado se armou com uma faca e desferiu um golpe contra o rapaz. O homicídio é qualificado pelo motivo fútil.

Condenado réu que tentou matar namorada com tesoura de jardinagem

Na quarta sessão do mutirão do júri da comarca de Lages, nesta quinta-feira (11/8), um homem foi condenado a pena de sete anos de reclusão, em regime fechado, por tentativa de feminicídio. Ele arrastou a namorada pelos cabelos por cerca de 100 metros, desferiu chutes, socos e golpes com uma tesoura de jardinagem.


O crime ocorreu em dezembro de 2018, no bairro Morro do Posto. Reincidente em crime doloso, o rapaz confessou ter praticado o delito de modo parcial. Durante o júri, disse que pegou a mulher pelos cabelos e a arrastou pela rua.
De acordo com a denúncia, o fato se deu durante uma discussão por ciúmes da namorada e pelo sentimento de posse em relação à vítima. Motivação reconhecida pelos jurados como uma das qualificadoras da tentativa de homicídio- motivo torpe e feminicídio.
Os trabalhos foram presididos pelo juiz colaborador Ronaldo Denardi, da comarca de São Joaquim. O magistrado negou ao réu o direito de recorrer da decisão em liberdade.

TJ autoriza avaliação para decidir internação involuntária

A 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, em matéria sob a relatoria do desembargador Luiz Fernando Boller, determinou o prosseguimento de ação em que a mãe de um jovem busca promover a internação compulsória do filho para submetê-lo a tratamento contra a drogadição. O pleito foi indeferido em 1º grau, com extinção do feito pela ausência de apresentação de laudo médico.

“Não pode haver interpretação estrita da lei de maneira a vedar o acesso à saúde e segurança da parte autora, que busca o auxílio judiciário justamente para solucionar o conflito existente, acostando aos autos, inclusive, documento médico atestando a necessidade de internação do jovem requerido”, anotou Boller em seu voto, ao colacionar excerto do parecer exarado pelo procurador de justiça Murilo Casimiro Mattos.

Segundo a mulher expôs nos autos, o filho de 26 anos é dependente químico, usuário de crack, álcool e outras drogas. Ela conta que o jovem comete furtos em casa para manter o vício e se torna agressivo com familiares. Uma médica do município atestou que o rapaz não tem condições psiquiátricas para tomar decisões, além de se negar a passar por tratamento adequado. Alguns recursos terapêuticos, diz a mãe, já foram tentados, porém sem sucesso.

“Diante dos meandros e peculiaridades do episódio, considerando que já houve tentativa de outros recursos terapêuticos para o paciente – no entanto infrutíferos -, e que o toxicômano se nega a cooperar com o tratamento, exsurge a relevância do pedido para intervenção do Judiciário”, sintetizou Boller.

O relator admite o caráter excepcional da providência almejada pela autora da ação, mas considera temerário julgar improcedente o pedido e extinguir o processo sem a realização de uma nova avaliação médica acerca da necessidade da intervenção no momento atual, não obstante tal medida ocorra de forma involuntária. O processo retornou à origem para a reabertura dos trâmites e a adoção dos procedimentos cabíveis (Apelação n. 5005457-64.2020.8.24.0039).

Ecad quer monitorar os eventos culturais que acontecem em Lages

O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) é uma instituição responsável pela representação de compositores, intérpretes, músicos, editores e produtores fonográficos no Brasil. Há alguns anos sem unidade em Lages, o órgão volta a atuar presencialmente na cidade.
Na quarta-feira (10 de agosto), os representantes do Ecad, supervisor operacional, Elias de Lima Amaro, e técnico, Jociano Murilo Tomio, reuniram-se com o superintendente da Fundação Cultural de Lages (FCL), Giba Ronconi, para a formalização e normatização das ações do Escritório em Lages em relação aos eventos culturais promovidos pela Prefeitura de Lages, através da FCL.

Segundo Giba Ronconi, todas as execuções de manifestações culturais deverão seguir as normas e orientações do Ecad. “O encontro serviu para conhecermos o representante oficial em Lages e também para ficarmos cientes dos procedimentos pertinentes à Fundação Cultural e aos eventos públicos promovidos pela Prefeitura. Nossa preocupação também está direcionada à proteção e valorização da propriedade intelectual, desde que não se dificulte o trabalho e desenvolvimento artístico e cultural dos nossos músicos, dançarinos, atores e agentes de cultura que vivem da arte na nossa cidade”, acredita. Para esclarecimento de dúvidas e contato com o Ecad em Lages: (49) 98885-7142, com Murilo.

SC tem 11 cidades com mais de 100 mil eleitores

O número de eleitores de SC em 2022 teve um crescimento de 5,45% em relação a 2018, com 419 mil eleitores a mais. São hoje 5.489.658 eleitores. Já existem 11 cidades no Estado que superam os 100 mil eleitores, a novidade é Balneário Camboriú. Há também um crescimento no conjunto de eleitores entre 16 e 17 anos.

De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral, a campanha “Bora Votar”, iniciada em setembro de 2021, teve um “sucesso espetacular”, pois gerou um crescimento de mais de 350% nesta faixa de eleitores em relação ao início da ação, quando eram pouco mais de 15 mil jovens.

Título para o Cerrito também em âmbito nacional

A deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania/SC) apresentou projeto de lei (PL 1.487/22) que confere ao município de São José do Cerrito o título de Capital Nacional das Casas Subterrâneas por causa da existência de sítios arqueológicos, chamadas de casas subterrâneas, construídas pelos índios Jê Meridionais. Lembramos que já estadualmente, o deputado Marcius Machado apresentou projeto idêntico na Assembleia e já foi aprovado

“Um estudo produzido pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) comprovou a importância histórica da localidade. A proposição, que confere agora o título nacional, é um importante passo não só como reconhecimento da história dos povos indígenas, mas também como forma de impulsionar o turismo e o desenvolvimento socioeconômico da região”, disse a deputada Carmen Zanotto.